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Avanço do Anel Viário marca investimento em mobilidade e direito de ir e vir, destaca governador durante visita

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Governador destacou que obra é um marco para a mobilidade de Rio Branco. Foto: José Caminha/Secom

Com 30% das obras já executadas, o governador do Acre, Gladson Camelí, vistoriou o Anel Viário de Rio Branco, estrutura que vai conectar o bairro Belo Jardim à Vila Custódio Freire e transformar a mobilidade da capital, reduzindo o tráfego de veículos pesados no centro e garantindo mais fluidez e segurança ao trânsito.

Ao lado da presidente do Departamento de Estradas de Rodagem do Acre (Deracre), Sula Ximenes, o governador acompanhou o andamento da obra e destacou a relevância da estrutura para a mobilidade urbana. Com impacto direto para cerca de 413 mil moradores, o projeto representa um marco para o desenvolvimento de Rio Branco e promete impulsionar o crescimento local.

Obras entregues nos últimos meses mudam a trafegabilidade do estado. Foto: José Caminha/Secom

“Aqui nós estamos realizando todo o serviço de terraplanagem. Nesta mesma obra, que vai ligar o bairro Belo Jardim à região da Custódio de Freire, será construída a sexta ponte da nossa capital. Essa ponte vai melhorar a trafegabilidade e garantir o direito de ir e vir das pessoas com mais facilidade. É um investimento importante. Esta obra começou neste ano e, como já anunciei, a sexta ponte será construída aqui. A ordem de serviço será dada ainda neste mês de dezembro.”

Obras alcançaram 30% de sua execução. Foto: José Caminha/Secom

O valor total da obra ultrapassa R$ 101 milhões, provenientes de operação de crédito e de emenda parlamentar do senador Marcio Bittar, e contempla, além da pavimentação, a construção da sexta ponte.

“Hoje o governador está aqui para acompanhar o andamento da obra. Mesmo no inverno, conseguimos avançar, já que não houve chuvas tão intensas. A previsão é entregar a parte de pavimentação até o final do verão do próximo ano”, disse a presidente.

Presidente do Deracre, Sula Ximenes, acredita que até o fim do verão do ano que vem pavimentação deve estar concluída. Foto: José Caminha/Secom

Em paralelo ao processo de transformação da mobilidade, a obra já gera emprego e renda na capital. “Só nesta etapa estamos gerando cerca de 75 empregos diretos, sem contar os indiretos”, contabiliza.

Com essa nova obra, o governo reforça o comprometimento com o povo acreano e o apoio aos municípios, objetivando a melhoria na trafegabilidade, escoamento rural, entre outras atividades. Projetada predominantemente para cruzar propriedades rurais e atravessar áreas naturais de pastagem, a via, em determinados trechos, sobrepõe-se a estradas vicinais.

Governador destacou que 2025 é o Ano do Executar. Foto: José Caminha/Secom

As fases da obra estão separadas da seguinte maneira:

  • Lote 1: BR-364, da Vila Custódio Freire até a Rodovia AC-10;
  • Lote 2: Entrocamento da Rodovia AC-10 até a Estrada do Quixadá;
  • Lote 3: Entroncamento da Estrada do Quixadá até a 6ª ponte;
  • Lote 4: Da 6ª ponte até a BR-364.

 

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Pintura em panos de prato é instrumento de ressocialização de mulheres no presídio feminino de Rio Branco

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Traços fortes, coloridos e cheios de vida marcam o trabalho de pintura realizado pelas mulheres que cumprem pena na Divisão de Estabelecimento Penal Feminino de Rio Branco. São panos de prato pintados à mão, utilizando a técnica de estêncil, que são moldes vazados.

Policial penal, Dione Diniz é responsável por ensinar e acompanhar atividades de artesanato de detentas do presídio feminino de Rio Branco. Foto: Diogo José/Iapen

A atividade é parte do processo de ressocialização desenvolvido pelo Instituto de Administração Penitenciária (Iapen) com as mulheres privadas de liberdade. A iniciativa partiu da policial penal Dione Diniz, responsável por ensinar e acompanhar as internas em outras atividades. “Eu trabalho muito com artesanato, mas nessa área eu não trabalhava. Aí a mente criativa vai introduzindo outras coisas. Me interessei por ensinar, pesquisei e inseri para elas esse trabalho”, ressalta.

Detentas pintam panos de prato à mão em projeto de ressocialização do sistema prisional acreano. Foto: José Lucas Gaia/Iapen

Entre as participantes está a detenta A. L., que aprovou a atividade e já pensa em tornar a fonte de renda sustento dos filhos. Presa há oito anos, espera ansiosa o momento da progressão de pena, que deve se dar em poucos meses.

“Hoje, olhando para minha vida como um todo, eu entendo que não preciso mais do crime, do tráfico, para sustentar minha família. Eu posso sustentar meus filhos, dar uma vida digna para eles, sem correr o risco de passar tanto tempo longe deles novamente. Eu tenho dois filhos e com certeza penso em repassar para eles, que eles venham a aprender, que eles não venham a se ver na condição que um dia eu me vi, mãe na adolescência, sem poder trabalhar, paralisando os estudos”.

Atualmente o projeto conta com quatro internas, mas muitas já foram beneficiadas antes da progressão de regime e saída do presídio. Os panos de prato, pintados à mão, já foram parte de uma feira realizada pelo Tribunal de Justiça do Acre (TJAC), onde foram vendidos. O valor arrecadado é usado para manutenção do projeto.




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Fonte: Conteúdo republicado de AGENCIA ACRE

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Jader Machado vai disputar medalha e Clícia Gadelha é eliminado no Brasileiro Sub-18

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Foto FADE: A capitã Beatriz foi um dos destaques na vitória do time da escola Jader Machado

Os times das escolas Jader Machado, no feminino, e Clícia Gadelha, no masculino, representantes do Acre no Campeonato Brasileiro de Handebol Escolar Sub-18 terão uma reta final de torneio bem diferente.

As meninas da Jader Machado venceram nesta quarta, 25, o time do Dom Fernando Gomes, de Sergipe, por 30 a 5 e irão disputar a medalha de ouro na Série Cobre.

Os garotos da Clícia Gadelha foram derrotados pela equipe da escola Professora Doris Mendes Trindade, do Mato Grosso do Sul, por 26 a 23 e estão fora da disputa por medalhas na Série Prata.

“As equipes acreanas fizeram dois grandes jogos, no feminino a vitória ocorreu a derrota aconteceu em uma partida decidida nos minutos finais. O handebol acreano vem sendo bem representado no torneio nacional”, declarou o presidente da Federação Acreana do Desporto Escolar(FADE), João Renato Jácome.

Fonte: Conteúdo republicado de PHD ESPORTES - ESPORTES

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Mecânico de Tarauacá recebe R$ 10 mil por engano via Pix e devolve imediatamente à empresa

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Morador registrou boletim de ocorrência para formalizar a devolução; gesto é elogiado como exemplo de honestidade e cidadania

A atitude repercutiu entre moradores e nas redes sociais, sendo destacada como exemplo de honestidade e cidadania. Foto: internet

Um gesto de honestidade chamou atenção no município de Tarauacá. Um morador que trabalha como mecânico recebeu por engano duas transferências via Pix que, somadas, totalizavam R$ 10 mil — sendo uma no valor de R$ 6 mil e outra de R$ 4 mil — e decidiu devolver imediatamente o dinheiro à empresa responsável pelo envio, localizada em Mâncio Lima.

Segundo informações repassadas à reportagem do Jornal Extra do Acre, ao perceber que os valores não lhe pertenciam, ele procurou as autoridades e registrou um boletim de ocorrênciainformando o ocorrido e manifestando formalmente o desejo de devolver a quantia.

Após o registro, o valor foi restituído à empresa que havia feito a transferência equivocada. A atitude repercutiu entre moradores e nas redes sociais, sendo destacada como exemplo de honestidade e cidadania.

Orientações legais

Casos de transferências por engano têm se tornado mais comuns com a popularização do Pix, e especialistas reforçam que, ao receber valores indevidos, o correto é não movimentar o dinheiro e comunicar imediatamente o banco e as autoridades, evitando problemas legais.

O advogado Willian Eleamen explicou que se apropriar de dinheiro recebido por engano pode configurar crime, conforme prevê o Código Penal:

Art. 169 — Apropriar-se de coisa alheia perdida e não a devolver ao dono ou legítimo possuidor, ou não a entregar à autoridade competente no prazo legal, pode resultar em pena de detenção de 1 mês a 1 ano, ou multa, dependendo do valor.

Em resumo, a lei determina que quem encontra ou recebe algo que não lhe pertence deve devolver ao dono ou comunicar às autoridades, sob risco de responder criminalmente.

A atitude do mecânico foi elogiada pela comunidade, que destacou o gesto como prova de caráter e responsabilidade.

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