Cotidiano
Após denunciar cartel na Saúde, governador agora diz que há máfia no Depasa
“Esse caso tem que terminar na polícia. Pode dar cadeia aos envolvidos”, disse Cameli

Cameli durante entrevista à TV 5/Foto: reprodução
SAIMO MARTINS
Durante entrevista concedida ao Café com Notícias, da TV 5, na manhã desta segunda-feira (1), o governador Gladson Cameli (Progressistas), fez mais uma declaração bombástica, desta vez, ele afirmou que existe não só um cartel, mas uma máfia dentro do Departamento Estadual de Água e Saneamento (Depasa). Segundo ele, a corrupção caso venha a ser confirmada, deverá ser apurada e investigada para que possa ser tomada as devidas providências e os culpados punidos.
Sem citar nomes, Cameli disse estar atento para a situação no órgão estadual responsável pela distribuição de água na cidade. “Eu liguei para o rapaz de lá que não falarei o nome, quis saber qual o motivo de só ligarem as bombas em horário de pico, para que a água não chegue na casa das pessoas, que não chegue na casa de quem mais precisa”, destacou Cameli que acrescentou:
“Será que ele tem amizade com dono de caminhão pipa? É por isso que as coisas não andam, precisamos analisar. Estamos de olho”, alertou.
Questionado se existe um cartel ou máfia no Depasa, Gladson pontuou que há os dois. “Só no Depasa, já retomamos mais de 42 obras na questão de abastecimento de água e saneamento. Na minha casa falta água, não é só na casa do povo não, existe coisa errada nessa área”, destacou.
O governador pontuou que se comprovada as irregularidades, o caso pode parar nas páginas policiais. “Esse caso tem que terminar na polícia. Pode dar cadeia aos envolvidos”, concluiu.
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Suspeito de esfaquear ex-companheira com 16 golpes segue foragido em Sena Madureira
Crime é investigado como tentativa de feminicídio; vítima sobreviveu e está em recuperação
O homem identificado como José do Morro é apontado como principal suspeito de esfaquear a ex-companheira, Ocileide Alípio Coutinho, de 40 anos, em um crime registrado nesta quarta-feira (18), em Sena Madureira, no interior do estado. Até o momento, ele não foi localizado e continua foragido.
De acordo com as informações apuradas, a vítima foi atingida com ao menos 16 perfurações durante o ataque. Após a agressão, Ocileide foi socorrida e encaminhada ao Hospital João Câncio Fernandes, onde recebeu atendimento médico. Apesar da gravidade dos ferimentos, ela sobreviveu e permanece em recuperação.
Horas depois do crime, o suspeito publicou uma mensagem em tom de despedida no status do WhatsApp. No texto, afirmou estar vivendo “o pior dia” de sua vida, declarou ter cometido um erro e disse não saber se voltará a ser visto. A publicação rapidamente circulou entre familiares e conhecidos, ganhando repercussão nas redes sociais.
O caso é tratado como tentativa de feminicídio e mobiliza as forças de segurança do município, que seguem em buscas para localizar o suspeito. A polícia pede que qualquer informação que possa contribuir para a captura seja repassada de forma anônima às autoridades.
As investigações continuam.
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Banco é condenado após ‘rapar’ todo o salário de homem por dívidas

O Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) manteve a condenação de um banco que reteve o salário integral de um trabalhador no momento em que o dinheiro caiu na conta. Para a Primeira Câmara de Direito Privado da corte, houve falha na prestação do serviço bancário.
O valor retido foi utilizado pelo banco para quitar parcelas de contratos, sem que houvesse comprovação de autorização específica do cliente para o desconto direto na conta.
Para a corte, mesmo existindo a dívida, a instituição não pode se apropriar do salário do consumidor de forma automática. No entendimento dos magistrados, a instituição bancária deve buscar meios legais adequados para a cobrança, sem comprometer recursos destinados para despesas básicas do cliente.
O banco terá que devolver o valor “rapado” da conta.
Segundo o colegiado, não ficou comprovada autorização específica para que o banco realizasse débitos diretamente sobre o saldo da conta em que a cliente recebe seus vencimentos.
Para a Câmara, a retenção total do salário ultrapassa mero aborrecimento e configura dano moral, pois afeta diretamente a dignidade da pessoa e o chamado mínimo existencial.
O banco terá que pagar uma indenização para o consumidor, além de arcar sozinho com as custas e honorários dos advogados.
Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL
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Philippe Coutinho anuncia saída do Vasco e cita saúde mental após críticas da torcida
Meia afirma estar “muito cansado”, nega desrespeito ao clube e recebe apoio de Neymar e outros jogadores



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