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Amac e Cinreso anuncia avanços na gestão de resíduos sólidos regionais do Alto Acre

Anfitrião, prefeito de Assis Brasil, Jerry Correia, fez a abertura do Encontro dando boas vindas aos prefeitos e convidados – Foto: Alexandre Lima
Vídeo reportagens com Marcus José
O prefeito de Rio Branco e presidente da Associação dos Municípios do Acre (Amac) e do Consórcio Intermunicipal de Resíduos Sólidos (Cinreso), Tião Bocalom, conduziu nesta semana a segunda sessão extraordinária conjunta das duas entidades na Regional do Alto Acre, realizada no prédio anexo da Prefeitura de Assis Brasil.

O encontro reuniu prefeitos e vice-prefeitos de 11 municípios acreanos — entre eles Manoel Urbano, Bujari, Senador Guiomard, Acrelândia, Plácido de Castro, Capixaba, Xapuri, Epitaciolândia, Brasileia, Assis Brasil e Rio Branco — e reforçou o compromisso com as pautas municipalistas e a busca por soluções conjuntas para desafios regionais.

O Governo do Estado foi representado pelos secretários Cel. Ricardo Brandão (Planejamento) e Cel. José Gaia(Segurança), que destacaram ações estratégicas para o fortalecimento da segurança nas fronteiras. Já o Governo Federal esteve presente por meio do superintendente do Incra, Márcio Alércio, que enfatizou a importância da regularização fundiária urbana e rural em parceria com os municípios.

“A regularização fundiária urbana é feita em parceria com as prefeituras. Em Rio Branco, por exemplo, nesta semana entregaremos três títulos no Projeto de Assentamento Benfica, abrangendo cerca de 300 hectares e beneficiando de três a cinco mil famílias”, destacou Alércio.
Também participou da reunião o superintendente da Funasa, Cláudio Amirton Pereira, que anunciou mais de R$ 50 milhões em convênios com os municípios voltados a melhorias sanitárias, abastecimento de água, esgotamento sanitário e gestão de resíduos sólidos.

Avanço na gestão de resíduos do Alto Acre
Durante a assembleia do Cinreso, foi apresentado o projeto de construção de um aterro sanitário que atenderá os municípios de Assis Brasil a Xapuri, oferecendo uma solução definitiva para a destinação dos resíduos sólidos na região, atualmente sob Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) com o Ministério Público do Acre.
Na condição de presidente do consórcio, Bocalom ressaltou o papel de Rio Branco como parceiro dos municípios menores.

“Estamos dedicados a ajudar os municípios a resolverem seus problemas nessa área. Rio Branco abriu as portas da sua Unidade de Tratamento de Resíduos Sólidos (Utre) para que os quatro municípios do Alto Acre possam encaminhar seus resíduos enquanto os projetos definitivos são implementados. Vamos recorrer à nossa bancada federal para garantir o apoio necessário às prefeituras”, afirmou o gestor.
O encontro contou ainda com a presença da deputada federal Antônia Lúcia, que reforçou o diálogo intermunicipal e interinstitucional como ferramenta essencial para o desenvolvimento do Acre.

Ao encerrar a reunião, Tião Bocalom destacou o engajamento dos gestores municipais: “Fico muito feliz em ver nossos prefeitos empenhados em buscar soluções adequadas, corretas e eficazes para o problema da destinação do lixo em suas cidades. A Amac e o Cinreso estão à disposição para oferecer suporte e transformar a realidade das famílias nos municípios acreanos para melhor”, concluiu.
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Prefeitura de Rio Branco acompanha avanço das obras do Mercado Elias Mansour e do Viaduto da AABB
Com investimentos de cerca de R$ 60 milhões, prefeitura avança em duas das maiores obras urbanas da capital, fortalecendo a mobilidade, a economia e a requalificação do centro histórico
O prefeito de Rio Branco, Tião Bocalom, realizou nesta sexta-feira (9), uma visita técnica às obras do Mercado Municipal Elias Mansour, no bairro Cadeia Velha, e ao Viaduto Mamedio Bittar, conhecido como Viaduto da AABB. As intervenções integram um amplo pacote de investimentos da Prefeitura de Rio Branco voltado à infraestrutura, mobilidade urbana e à requalificação do centro da capital.

Com investimento estimado em cerca de 30 milhões, obra do Mercado Elias Mansour é uma das maiores intervenções urbanas atualmente em execução no município. (Foto: Val Fernandes/Secom)
Com investimento estimado em cerca de R$ 30 milhões, a obra do Mercado Elias Mansour é uma das maiores intervenções urbanas atualmente em execução no município. Desse total, aproximadamente R$ 22 milhões são provenientes de emendas parlamentares do senador Márcio Bittar (PL). A agenda contou ainda com a presença do vice-prefeito Alysson Bestene, do secretário municipal de Infraestrutura e Mobilidade Urbana, Cid Ferreira, além de outros gestores municipais.

Prefeito destacou que a obra já ultrapassou 50% de execução e ressaltou a importância do novo mercado para o desenvolvimento urbano e econômico da cidade. (Foto: Val Fernandes/Secom)
Durante a visita, o prefeito destacou que a obra já ultrapassou 50% de execução e ressaltou a importância do novo mercado para o desenvolvimento urbano e econômico da cidade. Segundo Bocalom, o empreendimento representa um marco histórico para Rio Branco, tanto pela sua dimensão quanto pela transformação que trará ao centro da capital.

De acordo com o gestor, o empreendimento representa um marco histórico para Rio Branco, tanto pela sua dimensão, quanto pela transformação que trará ao centro da capital. (Foto: Val Fernandes/Secom)
“É uma obra grande, complexa, com três pavimentos e muitos detalhes, mas que vai ficar para o resto da vida como uma grande intervenção que deu mais qualidade ao centro de Rio Branco. Esse mercado será um grande cartão de visitas para a nossa cidade”, afirmou o prefeito.
O gestor também ressaltou a parceria com o senador Márcio Bittar, destacando que os recursos viabilizaram tanto o mercado, quanto o Viaduto da AABB.
“Estamos falando de uma obra de R$ 30 milhões, algo que não se faz todos os dias. Quando se cuida bem do dinheiro público, ele rende muito mais”, completou.

O senador Márcio Bittar reforçou a parceria com a Prefeitura de Rio Branco e destacou o papel das emendas parlamentares na execução de obras estruturantes no Acre. (Foto: Val Fernandes/Secom)
O senador Márcio Bittar reforçou a parceria com a Prefeitura de Rio Branco e destacou o papel das emendas parlamentares na execução de obras estruturantes no Acre. Ele lembrou que os recursos destinados ao Mercado Elias Mansour e ao viaduto foram articulados no período em que atuou como relator do Orçamento Geral da União.
“O prefeito Bocalom tem uma grande vantagem: mesmo quando há atraso no repasse federal, a prefeitura não para as obras, porque tem recursos em caixa. Isso é mérito da gestão e da organização financeira do município”, afirmou o senador da República.

De acordo com o secretário municipal de Infraestrutura e Mobilidade Urbana, Cid Ferreira, a previsão de entrega está estimada entre os meses de maio e junho, considerando o período invernoso e a logística de entrega dos insumos, que vêm do Sul do país. (Foto: Val Fernandes/Secom)
De acordo com o secretário municipal de Infraestrutura e Mobilidade Urbana, Cid Ferreira, cerca de R$ 15 milhões já foram investidos na obra do mercado. A previsão de entrega está estimada entre os meses de maio e junho, considerando o período invernoso e a logística de entrega dos insumos, que vêm do Sul do país.
“As obras já ultrapassaram 50% de execução. O acabamento é bastante detalhado e o resultado será um equipamento moderno, bonito e à altura dos grandes centros do país”, destacou o secretário.

Durante a visita ao Viaduto Mamedio Bittar, o prefeito destacou que a obra é fruto de uma parceria entre a Prefeitura de Rio Branco e o senador Márcio Bittar. (Foto: Val Fernandes/Secom)
Já durante a visita ao Viaduto Mamedio Bittar, o prefeito Tião Bocalom destacou que a obra é fruto de uma parceria entre a Prefeitura de Rio Branco e o senador Márcio Bittar, que viabilizou parte dos recursos em Brasília, complementados pelo município. Com investimento total de R$ 30 milhões, o viaduto representa um marco de modernidade para a cidade, reforçando sua identidade como capital e oferecendo impacto visual e funcionalidade à população.

Obras reforçam o compromisso da gestão municipal com a modernização da infraestrutura urbana, a valorização do centro histórico e a melhoria da qualidade de vida da população de Rio Branco. (Foto: Val Fernandes/Secom)
“Apesar do atraso no cronograma, causado pela demora na entrega de uma viga de aço adquirida diretamente da siderúrgica, a obra é motivo de orgulho para nossa gestão municipal e simboliza uma das grandes realizações urbanas da cidade”, afirmou o prefeito.
As obras do Mercado Elias Mansour e do Viaduto da AABB reforçam o compromisso da gestão municipal com a modernização da infraestrutura urbana, a valorização do centro histórico e a melhoria da qualidade de vida da população de Rio Branco.
Veja vídeo assessoria:
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Estudo da Fecomércio Acre aponta que custos dos pedágios em Rondônia podem impactar a economia acreana
Por Efraim Macambira
A Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado do Acre (Fecomércio/AC) vem realizando estudos para dimensionar o real aumento de preços nos custos de mercadorias no Acre, após o início da cobrança da tarifa de pedágios na Nova 364, no trecho entre Porto Velho e Vilhena, previsto para se iniciar em 12 de janeiro. Serão sete pontos de pedágio ao longo da BR-364, com o primeiro em Candeias do Jamari e o último no trecho de Pimenta Bueno, cruzando o estado de Rondônia desde sua divisa com Mato Grosso até Porto Velho, todos no sistema Free Flow, de forma automatizada, seja pela placa do veículo ou pela leitura das Tags de pedágio, ou seja, sem cabines de cobrança.
Os custos com o transporte naquele trecho variam de acordo com o veículo e seu porte. Automóveis, caminhonetes e furgões com dois eixos terão um custo de R$ 144,80 entre Porto Velho e Vilhena. Um veículo com três eixos terá um custo de R$ 435,40 e um caminhão com oito eixos, um custo de R$ 1.158,40. Há uma estimativa de que, para o transporte de cargas de outros estados que precisem cruzar Rondônia para acessar o Acre, em um caminhão com cinco eixos, o valor gire, em média, em R$ 724,00.
Tais valores aplicam-se somente ao trecho da BR-364 em Rondônia. Em um transporte de cargas de São Paulo até o Acre, haverá outros pontos de pedágio, tanto em São Paulo quanto em Goiás (se for a rota) e Mato Grosso. No total, serão mais 22 postos de pedágio entre o Acre e São Paulo, o que faz com que os custos apresentados no trecho de Rondônia não sejam os custos totais da origem da viagem até o seu destino.
Segundo o assessor da Presidência da Fecomércio Acre, Egídio Garó, a implantação da cobrança de pedágio na Nova 364 tende a gerar impactos diretos na economia do Estado, especialmente na formação de preços do comércio e no custo de vida da população acreana. “Certamente, o custo do pedágio comporá a formação de preços no comércio varejista e atacadista do Acre. Todos os produtos que aqui chegarem após o dia 11, quando do início das operações, sofrerão aumento em seus preços ao consumidor final e interferirão, ainda, no custo da cesta básica para famílias de baixa renda. A Portaria ANTT nº 517, de 2025, publicada no Diário Oficial da União, define as tarifas e os pontos onde serão aplicadas. Com isso, a redução de custos obtida quando da inauguração da ponte sobre o Rio Madeira retornará aos custos operacionais do comércio, afetando diretamente a economia do Estado”, avaliou.
Em contrapartida, Egídio Garó pondera que a concessão também traz benefícios operacionais e estruturais para a logística.
“Contudo, cabe informar que a cobrança dos pedágios melhorará as condições de rodagem da rodovia, trará mais segurança durante as viagens e outros serviços, tais como: operações de atendimento do SAMU; monitoramento eletrônico; estruturação para cobertura 4G; e áreas de apoio e pontos de descanso. Mesmo percebendo um real aumento nos preços finais, o impacto pode ser menor por conta da infraestrutura oferecida pela rodovia, da minimização de acidentes, da integridade dos produtos transportados e da manutenção veicular”, pontuou Garó.
Uma vez iniciadas as operações, a Federação do Comércio do Acre acompanhará a evolução dos preços e o seu impacto na economia do Estado.
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Motociclista de aplicativo morre após ser atropelado por caminhão na BR-364 em Rio Branco
Vítima tentou ultrapassar caminhão boiadeiro, perdeu o controle da moto e morreu ainda no local do acidente
Um motociclista de aplicativo identificado como Edino Nazareno de Oliveira Barroso, de 50 anos, conhecido como “Velhinho”, morreu na tarde desta quinta-feira (8) após sofrer um grave acidente de trânsito na BR-364, nas proximidades do Auto Posto Corretão, no bairro Santa Inês, região do Segundo Distrito de Rio Branco.
De acordo com testemunhas, Edino trafegava em uma motocicleta modelo Mottu, de cor preta, no sentido centro–bairro, quando tentou realizar uma ultrapassagem em um caminhão boiadeiro vermelho, de placa MZS-7793. Durante a manobra, ele teria tocado no veículo, perdeu o equilíbrio e caiu sobre a pista, sendo atropelado em seguida pelo próprio caminhão.
Com o impacto, o motociclista sofreu múltiplas fraturas e teve a cabeça esmagada por uma das rodas do veículo de grande porte.
O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionado e enviou uma ambulância de suporte avançado ao local. Apesar das tentativas de reanimação realizadas pela equipe médica, Edino não resistiu aos ferimentos e morreu ainda na via pública.
Agentes da Polícia Rodoviária Federal (PRF) estiveram no local, isolaram a área para os trabalhos da perícia e registraram o Boletim de Acidente de Trânsito (BAT). Após a conclusão dos procedimentos, o corpo foi removido e encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) para exames cadavéricos.
O motorista do caminhão permaneceu no local e foi conduzido até o posto da PRF para prestar esclarecimentos. A motocicleta foi recolhida por um guincho e a rodovia, que ficou parcialmente interditada, foi liberada após o encerramento da ocorrência.







































































































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