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Alta de casos de dengue e outras viroses desafia sistema de saúde na pandemia

O ano de 2020 ficará para sempre marcado como o começo da pandemia do novo coronavírus. Desde o surgimento da Covid-19, cresceu a preocupação em se aplicar maior atenção com medidas e cuidados sanitários, como o uso de máscaras, álcool em gel e distanciamento social. Mas, ao contrário do que se esperava em tempos de tanta precaução, o Brasil registrou aumento significativo nos casos de infecções causadas por mosquitos, como dengue, zika e chikungunya.
Neste episódio do E Tem Mais, Carol Nogueira conversa com o biólogo Alessandro Giancola, analista em saúde da Divisão de Vigilância de Zoonoses da Secretaria Municipal de Saúde de São Paulo, e a médica Melissa Barreto Falcão, da Sociedade Brasileira de Infectologia na Bahia, para entender melhor por que estamos presenciando uma alta nos casos de dengue, zika e chikungunya.
Em fevereiro deste ano, por exemplo, o estado do Acre foi assolado por enchentes, picos de contaminação pela Covid-19 e um estouro da dengue. Na região Sudeste, a cidade de São Paulo já registra três vezes mais casos de arboviroses do que em todo o ano de 2020.
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MP se posiciona sobre denúncias de violência sexual durante o Carnaval

Foto: Sérgio Vale/ac24horas
Após a repercussão de denúncias registradas no último fim de semana, quando duas mulheres denunciaram quatro jogadores do Vasco por estupro coletivo, o Ministério Público do Estado do Acre (MPAC) divulgou nota pública nesta terça-feira (18).
Na nota, o órgão ministerial reforçou que “toda denúncia dessa natureza deve ser apurada com rigor pelas instituições competentes, nos termos da lei”.
No comunicado, o órgão ministerial não cita casos específicos, mas ressalta que “a violência sexual é crime grave e não admite qualquer forma de relativização ou justificativa”.
A instituição também enfatiza que “nenhuma circunstância, comportamento, presença ou escolha da vítima pode ser utilizada para transferir responsabilidade pelo crime” e reforça: “A culpa jamais é da vítima”.
Ainda segundo o MP, no decorrer do plantão do Carnaval, o Ministério Público acompanhou o caso, adotando as providências cabíveis no âmbito de suas atribuições e assegurando o atendimento à vítima.
O MP reafirmou também sua confiança no trabalho das forças de segurança pública, especialmente da Polícia Civil e dos órgãos especializados no atendimento à mulher, responsáveis pela condução técnica e imparcial das investigações.
Por fim, a instituição destaca a importância de que “sejam preservadas a identidade, a intimidade e a dignidade da vítima, evitando-se o compartilhamento de conteúdos, comentários ou informações que possam gerar exposição indevida ou revitimização”, e ressalta que a prevenção à violência contra a mulher exige compromisso permanente de toda a sociedade.

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