Cotidiano
Aleac reconhece calamidade pública em mais duas cidades do Acre por conta da Covid-19
Aleac reconhece calamidade pública em mais duas cidades do Acre por conta da Covid-19

Prefeito de Xapuri enviou pedido de calamidade pública no último dia 15 — Foto: Reprodução
Por Iryá Rodrigues
Mais duas cidades do Acre tiveram os decretos de calamidade pública reconhecidos pela Assembleia Legislativa do Acre (Aleac) por conta da pandemia do novo coronavírus.
Os decretos legislativos foram publicados na edição desta segunda-feira (4) do Diário Oficial do Estado (DOE). Conforme a publicação, os decretos têm validade até o dia 31 de dezembro deste ano.
Entre as cidades que tiveram o decreto reconhecido estão Xapuri, na região do Alto Acre, e Marechal Thaumaturgo, na região do Vale do Juruá.
Conforme último boletim da Secretaria Estadual de Saúde (Sesacre), divulgado nesse domingo (3), Xapuri tem 9 casos confirmados de Covid-19, 23 casos descartados e 1 em análise. Marechal Thaumaturgo não tem nenhum caso confirmado.
No caso de Xapuri, a solicitação para o reconhecimento de calamidade foi enviada pelo prefeito da cidade, Ubiracy Vasconcelos, no último dia 15 de abril. Já o prefeito de Marechal Thaumaturgo, Isaac Piyãko, enviou o pedido à Aleac no dia 23 de abril.
No último dia 16 de abril, o parlamento já havia reconhecido e publicado a calamidade pública de 14 cidades acreanas em razão da pandemia. Nos dias 1 e 2 de abril, a Aleac aprovou o decreto de calamidade pública de sete cidades, mas os efeitos dos decretos só passam a valer após publicação no DOE.
A presidente da Associação dos Municípios do Estado do Acre (Amac), Socorro Neri, que também é prefeita de Rio Branco, informou no dia 10 de abril, que a capital já tinha tido o pedido de calamidade reconhecido também pelo governo federal.
Para o decreto, todos os municípios justificaram que, com as ações emergenciais necessárias para conter a pandemia da Covid-19, as finanças públicas e as metas fiscais estabelecidas para o exercício de 2020 poderão ficar gravemente comprometidas, assim como as metas de arrecadação de tributos, pela redução da atividade econômica.
Entre as medidas que podem ser adotadas pelas administrações públicas das cidades com os decretos de calamidade está a possibilidade de contratar serviços, empresas e comprar produtos e insumos sem licitação.

Marechal Thaumaturgo também teve o pedido de calamidade pública reconhecido — Foto: Jefson Dourado / Rede Amazônica Acre
Covid-19 no Acre
O Acre registrou mais 106 novos casos de Covid-19 entre sábado (2) e domingo (3). Com isso, o número de infectados chegou a 658, conforme o último boletim da Secretaria Estadual de Saúde (Sesacre) divulgado no domingo. Além disso, 406 seguem em análise.
Nos dois últimos dias, os boletins apresentaram inconsistências e tiveram que ser alterados. O número saiu de 552 para 658 e já são 12 cidades afetadas. Deste total, 442 pacientes estão em isolamento domiciliar; 34 internados e 177 receberam alta. Dos que estão hospitalizados, 10 seguem na UTI e 24 em enfermarias.
O número de mortes pela doença também aumentou nas últimas 24 horas no estado. O número subiu de 22 para 25.
Comentários
Cotidiano
Atuação integrada do Estado garante resgate aéreo de gestante em área isolada de Cruzeiro do Sul
Uma operação integrada entre o Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Acre (CBMAC), o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e o Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer) garantiu, na última sexta-feira, 13, o resgate rápido e seguro de uma gestante em área de difícil acesso no Ramal do Tico, às margens da BR-364, em Cruzeiro do Sul.

A paciente apresentava quadro infeccioso, com febre, e encontrava-se em uma região severamente afetada por alagamentos e áreas de risco. Desde a quinta-feira, 12, as equipes já enfrentavam um cenário extremo: a impossibilidade de tráfego por terra.
O CBMAC foi a primeira resposta. Em quadriciclo, a pé e com tentativa de progressão por motonáutica, os bombeiros avançaram onde era possível, superando lama, água e longos deslocamentos. Diante da inviabilidade do resgate terrestre, que poderia durar toda a noite e expor a gestante a riscos adicionais, a equipe realizou a estabilização inicial da paciente, com apoio técnico do Samu, incluindo medicação e acompanhamento profissional.

A decisão estratégica foi acionar o Ciopaer para o resgate aeromédico. Em aproximadamente 50 minutos, considerando ida e volta, a aeronave realizou o deslocamento que, por terra, poderia levar quase um dia inteiro. A gestante foi encaminhada ao Hospital do Juruá, onde permanece sob cuidados médicos especializados, dando continuidade ao tratamento da infecção diagnosticada.

Para o comandante do CBMAC, coronel Charles Silva, a ocorrência simboliza o verdadeiro significado da atuação do poder público: “Tivemos uma ocorrência em Cruzeiro do Sul envolvendo uma gestante em uma área rural de acesso extremamente difícil. As condições do ramal eram críticas, mas, mesmo diante dessas limitações, o Estado não se ausentou. Pelo contrário: ele chegou onde precisava chegar. Cada órgão fez exatamente o seu papel, com um único foco: salvar vidas. Quando a situação apertou, o poder público esteve presente, organizado e eficiente, colocando seus melhores profissionais e seus meios à disposição da população. Que orgulho em pertencer a esse grande time!”
A operação reforça a importância da integração institucional como ferramenta de eficiência e humanidade. Em meio às adversidades geográficas da região, a atuação coordenada evitou riscos desnecessários, garantiu atendimento adequado e reafirmou o compromisso do governo do Acre com a proteção da vida, especialmente nas áreas mais afastadas.

Mais do que um resgate, a ocorrência tornou-se símbolo de planejamento, cooperação e coragem. No Ramal do Tico, a presença do Estado não foi apenas institucional: foi concreta, estratégica e salvadora.
The post Atuação integrada do Estado garante resgate aéreo de gestante em área isolada de Cruzeiro do Sul appeared first on Noticias do Acre.
Fonte: Conteúdo republicado de AGENCIA ACRE
Comentários
Cotidiano
Mounjaro ou Ozempic no Carnaval: o que comer e o que evitar na folia

Se você faz tratamento com tirzepatida ou semaglutida (as populares “canetas emagrecedoras”, como Mounjaro e Wegovy, respectivamente) e vai ao Carnaval, é preciso olhar com cuidado para a alimentação nos dias de festa.
A nutricionista Livia Souza, especialista em emagrecimento, orienta que os pacientes façam pequenas refeições ao longo do dia, priorizando aqueles com mais proteínas, muitas vezes negligenciadas nesse período. A água deve ser calculada em torno de 35 ml por quilo do peso e, se a pessoa sentir muito enjoo, pode tomar chás como o de gengibre.
“No dia que for para o Carnaval, antes de sair de casa, o ideal é tentar ter uma refeição equilibrada do ponto de vista nutricional, com combinação de proteínas, carboidratos e micronutrientes. Traduzindo: feijão, arroz, uma porção de carne ou frango, salada e uma fruta para complementar”, ensina.
Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL
Comentários
Cotidiano
Mãe é presa por maus-tratos contra filho autista que vivia isolado

Goiânia – Uma mãe de 24 anos foi presa por maus-tratos contra o filho de 8 anos, em Catalão, no sudeste de Goiás. De acordo com a Polícia Civil de Goiás (PCGO), o menino é portador do transtorno do espectro autista, era mantido isolado, não estava na escola e recebia apenas uma refeição por dia. O garoto também não tinha acompanhamento terapêutico e psicológico.
A mulher, que não teve o nome divulgado, foi presa em flagrante na quinta-feira (12/1). A corporação foi recebida no local pela avó materna da criança, que, segundo a PCGO, apresentava sinais de desnutrição e palidez, além de estar em exposição constante a telas de aparelhos eletrônicos.
Episódios de agressão
À polícia, a avó do menino revelou que a criança também já foi agredida física e verbalmente pela mãe, e que a mulher tem não tem afeto pelo filho.
Segundo a investigação, o garoto recebe um benefício de aposentadoria, mas a investigação apontou que a mãe usava o dinheiro em benefício próprio.
Ainda segundo a polícia, o menino passava a maior parte do tempo trancado no quarto e era impedido de brincar fora de casa. A Polícia Civil acionou o Conselho Tutelar para acolher a criança a fim de garantir o suporte necessário.
Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL










Você precisa fazer login para comentar.