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Cotidiano

Acre deverá ter três vagas na Copa do Brasil 2026

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O torneio mais democrático do futebol brasileiro vai ficar ainda maior. A partir de 2026, a Copa do Brasil será disputada por 126 clubes — número que subirá para 128 a partir de 2027. A ampliação faz parte do novo calendário do futebol nacional anunciado pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF), que também redefiniu os critérios de classificação para a competição.

Com as mudanças, o Acre deve garantir três vagas na próxima edição do torneio, distribuídas pelo Ranking Nacional de Federações (RNF), com base nos resultados do Campeonato Acreano e da Copa.

A nova estrutura de classificação da Copa do Brasil será dividida em três critérios principais:

• Critério 1: 20 vagas destinadas aos clubes participantes da Série A de 2026;

• Critério 2: Quatro vagas reservadas aos campeões de 2025 da Copa do Nordeste, Copa Verde, Série C e Série D. A partir de 2027, os campeões das Copas Norte, Centro-Oeste e Sul-Sudeste também entram nesse grupo;

• Critério 3: 102 vagas distribuídas entre clubes classificados em competições estaduais de 2025, com base no Ranking Nacional de Federações de 2026, excluídos os clubes já contemplados nos dois critérios anteriores.

A quantidade de vagas por estado seguirá o posicionamento das federações no RNF:

• Federações ranqueadas entre 1º e 2º lugares: 6 vagas;

• Entre 3º e 5º: 5 vagas;

• Entre 6º e 14º: 4 vagas;

• Entre 15º e 27º: 3 vagas.

O Acre, atualmente na faixa das federações entre a 15ª e a 27ª posição, continuará com três representantes.

As projeções consideram as posições dos clubes no Brasileirão após a 26ª rodada e no G-4 da Série B após a 29ª rodada, além das vagas já anunciadas por copas estaduais, como a Copa Rio e a Copa Paulista. O novo Ranking Nacional de Federações 2025, que definirá oficialmente a distribuição, será divulgado pela CBF ao fim da temporada.

Com informações no GE-AC

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Dos seringais ao oficialato: bombeiro militar do Acre inspira jovens a transformar os estudos em caminho para o sucesso

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Após concluir o curso de formação, foi lotado no então 5º Batalhão, no Alto Acre, em Epitaciolândia. Entre 2007 e 2012, atuou como soldado, período em que acumulou experiência operacional e consolidou sua vocação para a atividade bombeirística

História de Alferino é um exemplo de perseverança e um compromisso permanente com o estudo e o serviço público – Foto: Raimari Cardoso

Redação Raimari Cardoso – Portal Acre

A trajetória do 2º Tenente do Corpo de Bombeiros Militar do Acre (CBMAC), Alferino Cândido Ângelo Neto, se confunde com a de milhares de brasileiros que enxergaram na educação o principal caminho para a ascensão social. Nascido em Xapuri, em 18 de janeiro de 1982, filho dos agricultores de subsistência José Benedito e Maria Izabel, casado com Ebony Valadão e pai de Dhiego, Anthony e Ruthe, ele construiu sua história a partir de escolhas difíceis, perseverança e um compromisso permanente com o estudo e o serviço público.

Alferino iniciou a vida escolar aos 10 anos, na comunidade rural União Baiana, na escola Sagrado Coração de Jesus, onde cursou o ensino primário entre 1991 e 1994. Pouco depois, precisou interromper os estudos para ajudar os pais no trabalho agrícola. A pausa, no entanto, não significou desistência. O sonho de voltar à sala de aula e ingressar no Corpo de Bombeiros Militar permaneceu vivo. “Naquele período, a prioridade era ajudar minha família. Mesmo longe da escola, eu nunca deixei de pensar que um dia iria voltar a estudar e buscar algo melhor”, relembra.

O retorno aos estudos ocorreu em 1999, quando já tinha 17 anos. A partir dali, a trajetória escolar seguiu sem novas interrupções até a conclusão do ensino médio, em 2005. Em seguida, veio a preparação para o concurso público que mudaria definitivamente seu destino. Aprovado no certame do CBMAC, ingressou na corporação em 1º de agosto de 2007 como aluno soldado.

Após concluir o curso de formação, foi lotado no então 5º Batalhão, no Alto Acre, em Epitaciolândia. Entre 2007 e 2012, atuou como soldado, período em que acumulou experiência operacional e consolidou sua vocação para a atividade bombeirística. “Entrar no Corpo de Bombeiros foi a certeza de que todo o esforço tinha valido a pena. Ali começou uma nova etapa da minha vida”, destaca.

2º Tenente do Corpo de Bombeiros Militar do Acre (CBMAC), Alferino Cândido Ângelo Neto, com a esposa e os três filhos. Foto: Acervo pessoal

A carreira seguiu em ascensão: cabo, terceiro-sargento, segundo-sargento e primeiro-sargento, graduação na qual permaneceu até dezembro de 2022. Paralelamente, Alferino investiu na formação acadêmica, graduando-se como Tecnólogo em Gestão Ambiental pela Universidade Norte do Paraná, no polo de Brasiléia, além de participar de diversos cursos de especialização na área operacional.

Em 2019, solicitou transferência para o Batalhão de Xapuri, atendendo a um desejo pessoal de servir à comunidade onde nasceu. Em 2022, foi promovido a subtenente e, após concluir o Curso de Habilitação de Oficial Administrativo, alcançou, em abril de 2024, o primeiro posto do oficialato: 2º Tenente BM.

Ao longo de quase 19 anos de serviço, Alferino participou de inúmeras ocorrências, incluindo buscas e salvamentos em áreas de difícil acesso, mergulhos, cortes de árvores e ações de resposta a diferentes tipos de emergência. Atualmente, exerce a função de subcomandante do 8º Batalhão do Corpo de Bombeiros Militar, em Xapuri, coordenando ações de prevenção, combate a incêndios florestais e estruturais, proteção ambiental e resgate de pessoas e animais.

Ao refletir sobre sua trajetória, o oficial resume a própria história como uma mensagem direta às novas gerações. “Eu comecei a estudar tarde, enfrentei muitas dificuldades e pensei várias vezes que não conseguiria. Mas nunca deixei de acreditar. O estudo mudou a minha vida e pode mudar a de qualquer jovem que não desista dos seus sonhos, por mais impossível que eles pareçam”, afirma.

Para o oficial, a conquista representa a realização de um sonho construído com apoio coletivo. Ele reconhece a importância da fé, do incentivo da família e do papel decisivo dos professores que fizeram parte de sua formação. Mais do que um relato pessoal, sua história é apresentada como mensagem aos jovens de que nunca é tarde para estudar e desistir dos sonhos não pode ser uma opção, mesmo quando o caminho parece impossível.

Em um estado marcado por desafios sociais e geográficos, a trajetória de Ângelo Neto, como é conhecido na caserna, reafirma uma lição simples e poderosa de que a educação continua sendo uma das ferramentas mais eficazes de transformação individual e coletiva, e a escola a porta de entrada e o caminho mais eficaz para a formação de novos Alferinos.

História de Alferino mostra que a educação educação continua sendo uma das ferramentas mais eficazes de transformação individual e coletiva – Foto: Raimari Cardoso

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OAB dos Médicos: residência é caminho para resolver baixo desempenho, diz secretário do Ministério da Saúde

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Pasta de Felipe Proenço quer aumentar número de vagas e bolsas para residência médica
Valter Campanato/Agência Brasil – arquivo

Felipe Proenço aposta em capacitação dos médicos recém-formados na residência para garantir eficiência dos profissionais

A residência médica é apontada como o principal caminho para qualificar profissionais que apresentaram baixo desempenho nas avaliações do MEC (Ministério da Educação). A avaliação é do secretário de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde do Ministério da Saúde, Felipe Proenço.

Em entrevista exclusiva ao R7 Planalto, Proenço comentou o cenário da formação médica no Brasil após a realização do Enamed (Exame de Avaliação da Formação Médica) — chamado também de OAB dos Médicos, conhecido como a “OAB dos Médicos”. Os dados divulgados mostram que quatro em cada dez estudantes de medicina de instituições privadas não atingiram a nota mínima de proficiência.

Isso significa que esses estudantes acertaram menos de 60% das 100 questões da prova, aplicada no segundo semestre do ano passado pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep).

Segundo Proenço, mesmo sem alcançar a nota mínima, a legislação atual permite que o médico recém-formado exerça a profissão. “Por isso, a gente avalia que a residência médica é o grande caminho para enfrentar essa questão”, afirmou.

Apesar disso, o déficit de vagas de residência preocupa o Ministério da Saúde. “Em 2023, cerca de 32 mil estudantes concluíram o curso de medicina. Já em 2024, havia vagas de residência para apenas 16 mil desses novos médicos”, explicou.

Proenço acrescentou que essa falta de vagas ajuda a explicar a alta procura pelo Enamed no ano passado. “Dos mais de 89 mil inscritos, 39 mil eram concluintes do curso de medicina, enquanto outros 49 mil já eram médicos formados que buscavam uma vaga na residência médica”, disse.

Falta de investimento

Para o secretário, o problema está ligado à falta de investimentos em anos anteriores. Ele lembrou que a Lei do Mais Médicos, de 2013, previa a universalização das vagas de residência médica, com uma vaga para cada egresso do curso de medicina. No entanto, essa regra foi revogada em 2019, com a criação da lei do Médicos pelo Brasil.

Segundo Proenço, a mudança reduziu o número de vagas, já que deixou de existir a exigência de que novos cursos de medicina criassem vagas de residência equivalentes ao número de formandos. “Isso não foi fiscalizado. Muitos desses cursos, além de terem notas insatisfatórias, oferecem poucas vagas de residência para seus próprios egressos”, afirmou.

Ao R7 Planalto, Proenço adiantou que o Ministério da Saúde estuda a criação de até 5 mil novas bolsas de residência médica. “O atual governo retomou o investimento nessa área, abriu mais mil bolsas em 2024 e outras 3 mil em 2025. Agora, estamos avaliando a possibilidade de criar pelo menos 5 mil novas vagas, para reduzir esse desequilíbrio”, concluiu.

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Rivera “desiste” e New City é campeão Estadual de 2025

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Foto FEAB: Grandes partidas marcaram o Campeonato Estadual

A fase final do Campeonato Estadual de 2025 foi cheia de “imprevistos” e nesta sexta, 30, o filme acabou se repetindo. Os Dirigentes do Rivera, de Tarauacá, comunicaram a Federação Acreana de Basquete(FEAB) a falta de condições para se deslocar até Rio Branco e desta maneira a equipe não poderia jogar a final do Campeonato Estadual, no masculino. A decisão estava programada Neste sábado, 31, a partir das 13 horas, no ginásio do IFAC, e o New City fica com o título sem entrar em quadra.

Final no feminino

AAB e ABMAC decidem o título do Campeonato Estadual, no feminino. As duas equipes entram em quadra sem favoritismo e devem realizar uma final equilibrada.

Torneios programados

A FEAB vai promover torneios de 3 pontos, agilidade e enterradas durante a programação deste sábado, no IFAC.

“Tínhamos pensando em uma grande programação e vamos promover mesmo com a ausência do Rivera. O New City fará um amistoso contra a seleção do campeonato para podermos fechar a temporada de 2025”, declarou o diretor técnico da FEAB, professor Manieldem Távora.

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