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Ação e reação: Condutor de carro morre após reagir a prisão é atirar contra policiais

Marcos Ferreira da Costa, de 42 anos, foi ferido após trocar tiros com policiais e não resistiu ao ferimento, morrendo dentro de um veículo de luxo. A ocorrência, que mobilizou um grande número de PMs, aconteceu na por volta das 23 horas de sábado, 6, na região do 2º Distrito da Capital.
A Polícia Militar foi acionada para atender uma ocorrência de disparo de arma de fogo e averiguar que o ocupante de um veículo modelo Honda Civic, de cor preto e placa QTJ-9C39, havia efetuado 7 tiros contra uma travesti nas proximidades do Estádio Arena da Floresta, mas a vítima não foi atingida.
O informante relatou ao CIOSP que um homem em carro, modelo Civic de cor preta, teria feito vários disparos contra uma travesti, na Via Chico Mendes.

Uma das viaturas, que foi mobilizada para atender a possível tentativa de assassinato, localizou o veículo e teve início uma perseguição., mas o condutor desobedeceu a ordem de parada.
Durante a fuga, os policiais acertaram o pneu do CIVIC, nas proximidades da UPA do 2º Distrito, na Via Chico Mendes.
De acordo com informações, mesmo cercado, o motorista teria atirado contra os PMs. Na troca de tiros Marcos Ferreira foi atingido com um disparo na região do peito e, não resistiu ao ferimento. Ele morreu dentro do Civic. O local foi isolado pela Polícia Militar. Depois da perícia de local, o corpo foi encaminhado ao Instituto Médico Legal. Os policiais envolvidos na ocorrência prestaram depoimento na Delegacia de Flagrantes.
Uma arma da Polícia Militar foi apreendida. A previsão é que o inquérito do caso seja finalizado em 30 dias.

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Monitorado é preso com revólver calibre 38 e drogas após denúncia de “disciplina” em bairro da cidade
Suspeito tentou se livrar da arma com a chegada da Polícia Civil e foi autuado em flagrante por tráfico e posse ilegal 
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Tadeu Hassem defende contratação de especialistas e comemora suspensão da terceirização do Hospital Raimundo Chaar
Deputado afirma que decisão é resultado da mobilização conjunta e reforça apoio ao fortalecimento do SUS na região de fronteira
O deputado estadual Tadeu Hassem (Republicanos) defendeu a contratação de médicos especialistas para o Hospital Regional Raimundo Chaar, em Brasiléia, unidade que atende toda a regional do Alto Acre, composta por quatro municípios.
Durante reunião na Assembleia Legislativa, o parlamentar destacou a iniciativa do governo do Estado em abrir diálogo sobre o modelo de gestão da unidade, o que resultou na suspensão do processo de terceirização. Para ele, a decisão representa um avanço na busca por soluções que garantam melhor atendimento à população.
Após o encerramento da reunião, Tadeu Hassem falou à imprensa e classificou o momento como uma vitória para a população do Acre, especialmente da região de fronteira. Ele ressaltou sua ligação pessoal com o hospital e reafirmou posicionamento favorável ao fortalecimento do Sistema Único de Saúde (SUS).
O deputado afirmou que esteve na unidade há cerca de 15 dias e que foi autor da proposta de levar o debate para a Assembleia, dando mais visibilidade ao tema. Segundo ele, a suspensão do processo foi resultado da união de esforços entre sindicato, vereadores e parlamentares estaduais.
Hassem defendeu a ampliação do quadro de médicos especialistas como prioridade, mas se posicionou contra a terceirização integral do hospital nos moldes inicialmente apresentados. Para o deputado, o mais importante é garantir melhorias no atendimento sem comprometer a gestão pública da unidade.
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Vereadores de Brasiléia acompanham servidores na Aleac contra terceirização de hospital
Parlamentares defendem vigilância mesmo após anúncio de suspensão do edital pelo governo
Os vereadores de Brasiléia, Lessandro Jorge, Isabele Araújo e Lucélia Santos, estiveram na Assembleia Legislativa do Acre (Aleac) acompanhando servidores da saúde que se posicionam contra a proposta de terceirização do Hospital Regional do Alto Acre, apresentada pelo governo do Estado.
Durante a reunião, a vereadora Isabele Araújo destacou que, apesar do anúncio de suspensão do edital, é necessário manter atenção ao andamento do processo. Segundo ela, existe uma ação civil pública relacionada ao caso, o que exige acompanhamento constante para verificar os próximos desdobramentos e eventuais decisões judiciais.
Já o vereador Lessandro Jorge afirmou que a mobilização dos servidores, com apoio da Câmara de Brasiléia e de deputados estaduais, foi fundamental para o recuo do governo. Ele declarou que, na avaliação do grupo, a terceirização não deverá mais avançar, atribuindo o resultado à união dos trabalhadores da saúde e das lideranças políticas envolvidas.
A discussão sobre o modelo de gestão do hospital tem mobilizado servidores e dividido opiniões na região, enquanto o governo estadual afirma que a suspensão do edital permitirá novos estudos e avaliações antes de qualquer decisão definitiva.








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