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Acre

AC fecha 733 vagas em outubro e tem pior resultado dos últimos 12 meses

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Dados do Caged registraram 2,4 mil demissões em outubro de 2015.
40 mil postos de emprego em serviços foram encerrados, aponta Fecomercio.

Foram 2496 demissões em outubro de 2015,  segundo Caged (Foto: G1 AC)

Foram 2496 demissões em outubro de 2015,
segundo Caged (Foto: G1 AC)

G1/AC

As demissões superaram as contratações em 733 vagas em outubro de 2015 no Acre, segundo informações do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgadas pelo Ministério do Trabalho.

Este foi o pior resultado de fechamento de vagas formais dos últimos 12 meses.

Em outubro foram registradas 1.763 admissões diante de 2.496 desligamentos, o que resultou na redução de 733 empregos. Os meses de janeiro, fevereiro e março também apresentaram queda no número de vagas, com redução de 466 em janeiro, 577 em fevereiro e em março foram 500 empregos a menos.

Segundo o Caged, o mês de agosto de 2015 teve o melhor resultado em contratações ficando com um saldo de 1.179 vagas. Nos meses de abril, maio e junho, as contratações ficaram positivas, com saldo de 95, 193 e 95 vagas.

De acordo com o assessor da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Acre (Fecomercio), Egídio Garó, a economia acreana tem uma característica distinta. Garó explica que esse processo de admissão e demissão sempre ocorreu ao longo da história, onde às vezes se admite mais e em outros momentos se demite mais.

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Acre

Desperdício de peixes em Cruzeiro do Sul revolta moradores e gera polemica

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Vídeo mostra grande quantidade de pescado sendo descartada no lixo; vendedores alegam cumprimento de normas sanitárias, enquanto população critica preços abusivos

Um vídeo que viralizou nas redes sociais expõe o descarte de centenas de peixes diretamente em um caminhão de lixo no Mercado do Peixe de Cruzeiro do Sul, no Acre. As imagens, registradas por um morador indignado, mostram o produto sendo jogado fora enquanto o cinegrafista critica os altos preços cobrados pelos comerciantes: “Preferem estragar do que fazer promoção, não abaixam nem um real”, dispara.

O presidente da Associação de Vendedores de Peixe, Francisco Valdecir, explicou que o descarte ocorreu após um comerciante comprar quantidade superior à capacidade de armazenamento. Com o excedente já deteriorado, a Vigilância Sanitária foi acionada e determinou o descarte. “Foi medida preventiva para proteger a saúde pública”, justificou.

O caso reacendeu o debate sobre desperdício de alimentos e acessibilidade em mercados públicos, evidenciando a contradição entre produtos perecíveis caros para a população e toneladas de comida sendo destruídas.

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Acre

Homem é brutalmente agredido por facção em Rio Branco

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Vítima de 46 anos foi espancada com socos, chutes e ripadas após ser submetida a “disciplina” criminosa

Edimar Alves Roiz, de 46 anos, foi alvo de violência extrema na noite desta sexta-feira (4), no bairro Palheiral, em Rio Branco. Membros de uma organização criminosa o atacaram com socos, chutes e golpes de ripa após imporem uma suposta “disciplina”.

De acordo com a polícia, Edimar foi abordado enquanto caminhava pela Rua Tião Natureza e levado para um local isolado, onde sofreu agressões no rosto, costas, braços, abdômen e costelas. Os criminosos fugiram após o espancamento.

O SAMU socorreu a vítima e a encaminhou em estado estável para a UPA Franco Silva. A Polícia Militar fez buscas, mas não prendeu suspeitos. O caso agora é investigado pela Polícia Civil.

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Acre

Acre teve mais de 8 mil casos de dengue entre janeiro e março

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O Acre registrou, somente entre janeiro e março deste ano, 8.138 casos prováveis de dengue. Desse total, 3.830 casos foram confirmados pelas autoridades de saúde, com três mortes causadas pela doença.

Os dados são do Painel de Monitoramento das Arboviroses, do Ministério da Saúde. Segundo o órgão, a incidência dos casos confirmados é de 434,9 para cada 100 mil habitantes.

A letalidade da doença no estado, considerando apenas os casos confirmados, é de 0,08%. Já entre os casos considerados graves, esse índice sobe para 10,34%.

Em um comparativo mensal, observa-se uma redução nos casos prováveis ao longo do trimestre: março registrou 544 casos, fevereiro 1.437, e janeiro lidera com 1.708 casos.

O levantamento também apresentou dados sobre outras arboviroses transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti. No mesmo período, foram registrados 170 casos prováveis de zika e 166 de chikungunya no estado.

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