Brasil
Vírus no WhatsApp abre portas para hackers
Centenas de usuários no Brasil são atingidos por arquivos falsos

Segundo especialistas, vírus ataca equipamentos que usam sistema Windows | Foto: Marcello Casal jr/Agência Brasil
assumam o controle de computadores e roubem senhas, alertam pesquisadores da empresa de cibersegurança Trend Micro, segundo reportagem do site g1. O novo vírus, batizado de Sorvepotel, circula em mensagens e grupos do aplicativo. Da mesma forma, usa e-mails para se espalhar.
Quando o arquivo é aberto, o malware se infiltra no sistema de modo persistente. “É aberta uma porta de comunicação. A partir disso, o sistema de ataque passa a receber instruções externas”, explica Marcelo Sanches, líder técnico da Trend Micro Brasil. “A máquina da vítima fica sob comando do atacante.”
Vírus atacam computadores com Windows
O vírus afeta apenas computadores com Windows. Os criminosos costumam induzir o usuário a executá-lo com mensagens como “Baixa o ZIP no PC e abre”. As mensagens aparecem em companhia de comprovantes de pagamento ou orçamentos falsos. Conforme a Trend Micro, o Sorvepotel tem dois principais objetivos:
- Roubar credenciais bancárias e de criptomoedas, exibindo versões falsas de sites legítimos;
- Assumir o controle do WhatsApp Web, para enviar o mesmo arquivo malicioso aos contatos da vítima.
De acordo com o levantamento da consultoria, 457 das 477 infecções detectadas ocorreram no Brasil, o que indica foco específico no país. O arquivo malicioso faz verificações de idioma, formato de data e localização para confirmar que o usuário é brasileiro antes de agir.
O WhatsApp orienta seus usuários a abrirem apenas links e arquivos de pessoas conhecidas. Afirma principalmente que “mantém esforços contínuos para reforçar a segurança do aplicativo”.
+ Leia mais notícias de Tecnologia na Oeste
Comentários
Brasil
"Rebite": motorista é flagrado dirigindo por 20 horas ininterruptas

Reprodução PRF
Com 30 comprimidos de anfetamina, mais popularmente conhecidos como “rebites”, um caminhoneiro foi flagrado viajando por cerca de 20 horas ininterruptas na estrada, desde São Paulo até a cidade de Imperatriz, no Maranhão. O destino final era Belém do Pará.

PRF flagra motorista com anfetamina dirigindo por 20h
O flagrante foi feito pela Polícia Rodoviária Federal (PRF), na noite desta quinta-feira (8/1), por volta das 21h, na BR-010, durante fiscalização de rotina. O veículo do caminhoneiro era um conjunto veicular de carga, composto por um caminhão trator, acoplado a semirreboque.
Questionado pelos policiais acerca da droga, o caminhoneiro confessou o uso pessoal da substância, que toma com objetivo de inibir o sono e assim poder dirigir por mais tempo. Ao analisar o tacógrafo do carro, as autoridades policiais descobriram que o veículo era conduzido pelo homem há quase 20 horas ininterruptas.
O motorista foi autuado e a PRF lavrou um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO) — registro formal de cunho educativo que pode ser lavrado no local de abordagem em casos de flagrante de substâncias ilícitas para uso pessoal. Ao ser assinado, o usuário de droga não fica preso, mas se compromete a comparecer a uma audiência no Juizado Especial Criminal.
Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL
Comentários
Brasil
Feminicídio: dia da morte de Eloá vira data nacional de luto a vítimas

Divulgação/Netflix
Foi publicada no Diário Oficial da União (DOU) desta sexta-feira (9/1) a nova Lei 15.334, sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que institui o Dia Nacional de Luto e de Memória às Mulheres Vítimas de Feminicídio em 17 de outubro.
A data faz referência à trágica morte de Eloá Cristina Pimentel, vítima de feminicídio em 17 de outubro de 2008, em Santo André (SP), quando tinha 15 anos. O autor do crime foi o ex-namorado dela Lindemberg Alves, de 22 anos.
Segundo dados do Planalto, o Brasil ocupa o 5º lugar no ranking mundial de feminicídio. Segundo o Mapa da Segurança Pública 2025, os referentes a homicídios de forma geral de mulheres, que teve redução em 2024 ante 2023, mas seguem alarmantes. Foram 2.422 vítimas em 2024, contra 2.655 vítimas do ano anterior, o equivalente a sete mulheres assassinadas por dia no país.
Relatório bienal
Outra medida sancionada pelo presidente Lula foi a Lei 15.336, que determina a divulgação a cada dois anos de dados oficiais sobre a violência contra as mulheres. O relatório terá informações do Registro Unificado de Violência contra as Mulheres e tem como objetivo qualificar a produção de dados e subsidiar a formulação de políticas públicas.
Por sua vez, a nova lei tem origem em um projeto de lei de autoria da senadora Damares Alves (Republicanos-DF). “Não tem política pública sem números, não tem política pública sem indicadores. Como vamos proteger mulheres se não sabemos onde estão, o que está acontecendo e a motivação da violência contra a mulher?” disse.
Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL
Comentários
Brasil
Brasil: denúncias de trabalho escravo batem recorde histórico em 2025

O ano de 2025 fechou com o maior número de denúncias sobre trabalho escravo e com condições análogas à escravidão na história do Brasil, segundo levantamento do Ministério dos Direitos Humanos e Cidadania.
Foram 4.515 denúncias realizadas ao ministério, englobando trabalho escravo, trabalho infantil escravo e trabalho com condições análogas à escravidão. O número representa um aumento de 15,3% em relação a 2024, que registrou 3.959 denúncias.
É o quarto ano seguido em que o Brasil bate o recorde de denúncias, desde 2021. Em 10 anos, de 2015 a 2025, o número de denúncias cresceu mais de 300% – de 1.106 para 4.515.
São Paulo é disparado o estado com o maior número de denúncias: 1.129, seguido de Minas Gerais, com 679, e do Rio de Janeiro, com 364. A Região Sudeste concentrou 2.307 denúncias, mais da metade do total do país.
Resgates
De acordo com levantamento do Ministério do Trabalho e Emprego, realizado há 4 meses, o Brasil resgatou, entre 2020 e 2025, 1.530 trabalhadores em condições análogas à escravidão.
Entre as atividades econômicas que mais tiveram casos de condições exploratórias, estão a criação de bovinos;,serviços domésticos, cultivo de café e construção civil.
Como denunciar
A denúncia de trabalho escravo pode ser feita de forma anônima por meio do Disque 100. Ligações podem ser feitas gratuitamente de qualquer lugar do Brasil.
O Ministério do Trabalho e Emprego também tem o Sistema Ipê, que recebe denúncias on-line. Pode ser acessado por meio deste link.
Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL

Você precisa fazer login para comentar.