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Vereadores de Brasileia reivindicam melhorias para a população e aprovam Plano Municipal de Educação.

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Christiane Araújo – Assessoria.

Os vereadores de Brasileia estiveram reunidos, na manhã desta terça-feira (23), na Sala das sessões José Cordeiro Barbosa, para a realização da Décima sétima sessão ordinária de 2015. Estiveram presentes todos os vereadores do Legislativo municipal, utilizando a Tribuna para fazer reivindicações em prol da população de Brasileia.

Vereadora Erizete Lima (PT)

Vereadora Erizete Lima (PT)

No Grande Expediente, a vereadora Erizete Lima (PT) criticou a falta de estrutura para a Agrovila do quilômetro 26, como trabalho de limpeza, manutenção da quadra e outras benfeitorias para aquela comunidade. “O que a gente ver nos entristece e tira nossas esperanças. É muita conversa e pouca ação por parte do Poder Executivo”, comentou. A vereadora solicitou que seja enviada uma cópia da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO).

Vereadora Fernanda Hassem César (PT)

Vereadora Fernanda Hassem César (PT)

A vereadora Fernanda Hassem César (PT) solicitou que o Executivo, via Secretaria de obras, providencie banheiros para os agricultores que trabalham da Feira Livre de Brasileia. “Ali já é uma dificuldade, as pessoas acordam de madrugada, com ramais de péssima qualidade e não tem sequer um banheiro para aqueles produtores utilizarem. Isso é um serviço essencial e o respeito ao cidadão deve existir”, analisou. A vereadora solicitou que seja colocada uma cobertura na feira de Brasileia para melhor comodidade dos feirantes. E apresentou indicação pedindo iluminação pública para o bairro José Peixoto. “O bairro está praticamente todo às escuras e com o mato tomando de conta das ruas. A população precisa ser tratada com respeito e ter seus direitos básicos garantidos”, defendeu. Além do referido bairro, a vereadora mencionou diversos outros bairros e ruas que também estão às escuras, pedindo providência. E solicitou incentivo à escolinha de futebol do bairro Leonardo Barbosa. De acordo com a vereadora, é uma forma de ajudar os jovens. “O problema é que não tem apoio do Poder público. Um exemplo é a escolinha do senhor Chico Gerônimo, que fechou devido à falta de apoio por parte da prefeitura, por isso pedimos sensibilidade para essa questão”, acrescentou. A ponte José Augusto também foi mencionada pela vereadora, que afirmou a necessidade de uma reforma. Para tanto, solicitou que seja realizado trabalho paliativo na ponte, inclusive com a parceria da prefeitura de Epitaciolândia. “Os prefeitos aqui não podem esperar o Governo trazer lâmpada para iluminar a ponte, por que isso é serviço essencial. É cuidar do município da gente e ter responsabilidade social”, afirmou. Outro ponto mencionado pela vereadora foi em relação a I Audiência Pública promovida pelo Ministério Público. De acordo com Fernanda, esse tipo de iniciativa é fundamental. E solicitou que seja enviado documento ao ministério público, em nome do promotor, Doutor Ildo Maximiliano, parabenizando toda equipe da promotoria pública pela iniciativa da realização da audiência. Em relação à LDO – Lei de Diretrizes Orçamentárias solicitou que os vereadores estudem com critério e seriedade para aprovação. E finalizou falando a respeito do plano municipal de educação. Segundo Fernanda Hassem, no referido plano há metas difíceis de serem cumpridas.

Vereador Joelson Pontes (PP)

Vereador Joelson Pontes (PP)

O vereador Joelson Pontes (PP) apresentou indicação solicitando que seja encaminhado documento ao secretário de segurança, Emilson Farias, mais apoio a área de segurança no município. Em relação a polícia técnica, o vereador solicitou que seja instalado o Instituto Médico Legal para atender a regional do Alto Acre.

O vereador Rogério Pontes (PMDB), ao usar a Tribuna, solicitou que seja encaminhado esclarecimento a respeito dos valores gastos com as reformas na ponte José Augusto.

Vereador Rosildo Freitas (PT)

Vereador Rosildo Freitas (PT)

O vereador Rosildo Freitas (PT) iniciou seu pronunciamento falando a respeito do encontro com os criadores de frango. “Me causou surpresa os preços abusivos o preço pago pela energia. O encontro foi para debater essa questão da energia, mas essa problemática é de todos os consumidores, que de janeiro para cá, estão pagando um preço imenso”, afirmou o vereador. Rosildo afirmou que existe produtor de frango devendo 30 mil reais de energia elétrica e não podemos permitir que essa situação aconteça. “Pagamos uma energia totalmente cara e não temos quem pague pelo prejuízo dos criadores”, disse.

Vereadora Tereza Xavier (PT)

Vereadora Tereza Xavier (PT)

A vereadora Tereza Xavier (PT) iniciou seu pronunciamento apresentando indicação para que a secretaria de saúde providencie transporte para os pacientes que fazem tratamento em Rio Branco. Que a Prefeitura de Brasileia, através da secretaria de Obras providencie a construção de uma ponte no ramal do quilômetro 35. A vereadora Tereza Xavier apresentou, ainda, que a prefeitura de Brasileia, através da secretaria de Obras realize um trabalho paliativo no ramal da Eletra.

O Presidente da Câmara de Brasileia, Mário Jorge (SDD) apresentou indicação para que a secretaria de obras realize trabalho de reforma nas pontes no ramal da Eletra. E solicitou que o Governo do Estado recupere as viaturas para que a polícia Militar possa estar trabalhando na segurança do município com mais eficiência e eficácia.

Aprovação do Plano Municipal de Saúde

Na referida Sessão os vereadores votaram o Plano Municipal de Educação, que foi aprovado por unanimidade.

A Secretária Municipal de Educação Maria Gorete Bibiano falou que o município de Brasileia constituiu uma comissão representada com todos os segmentos para discutir a respeito do Plano municipal de educação. “O apoio técnico não veio com tanta ênfase, mas o município de Brasileia elaborou uma cartilha contendo esse conjunto de ações que vão nortear a educação”, finalizou.

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Morre Gil Trotamundos, aventureiro acreano que deu três voltas ao mundo de bicicleta

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Faleceu nesta quarta-feira (31), aos 71 anos, em Rio Branco, Gilberto Bezerra de Farias, conhecido como Gil Trotamundos. Natural de Sena Madureira, ele se tornou um dos mais conhecidos ciclistas aventureiros do Brasil ao realizar três voltas ao mundo de bicicleta, percorrendo aproximadamente 500 mil quilômetros e visitando 142 países ao longo de mais de 45 anos de viagens.

Gil ganhou projeção internacional por suas jornadas sobre duas rodas, que lhe renderam reconhecimento no meio do cicloturismo e da aventura. Ao longo da carreira, publicou 12 livros em quatro idiomas e produziu 17 filmes, entre eles nove documentários sobre suas viagens — como a série Pedal da Liberdade — e outros oito voltados à história de seus antepassados no Acre.

Entre as homenagens recebidas, foi escolhido para conduzir a tocha olímpica em Rio Branco durante os Jogos Olímpicos de 2016 e também participou do revezamento da tocha nos Jogos Pan-Americanos de 2007, no Rio de Janeiro.

Em entrevistas, Gil relatava ter filhos em diferentes países, reflexo de sua vida itinerante ao redor do mundo. Nos últimos meses, enfrentava um câncer e havia se mudado para Santa Catarina em busca de tratamento e para tentar se estabelecer junto à família.

A morte de Gil Trotamundos encerra uma trajetória considerada histórica para o cicloturismo acreano e brasileiro, marcada por espírito aventureiro, produção cultural e promoção do Acre no exterior.

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Prefeitura de Rio Branco entrega Ponte do Caipora e garante mais segurança, mobilidade e dignidade à população

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A Prefeitura de Rio Branco entregou, na manhã desta quarta-feira (31), a nova Ponte do Caipora, uma obra histórica e muito aguardada pelos moradores da região. A entrega contou com a presença do prefeito Tião Bocalom, do vice-prefeito Alysson Bestene, do presidente da Câmara Municipal Joabe Lira, secretários municipais, lideranças comunitárias e moradores beneficiados.

A nova estrutura representa um avanço significativo para a mobilidade e a segurança da população, encerrando um longo período de isolamento enfrentado por centenas de famílias, especialmente durante o inverno amazônico, quando as cheias impediam o deslocamento e o acesso a serviços essenciais.

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Segundo o prefeito Tião Bocalom, a obra simboliza mais do que infraestrutura: representa liberdade, dignidade e cuidado com as pessoas. (Foto: Marcos Araújo/Secom)

Segundo o prefeito Tião Bocalom, a obra simboliza mais do que infraestrutura: representa liberdade, dignidade e cuidado com as pessoas.

“Até o ano passado, as comunidades daqui ficavam isoladas. Teve ano em que não tinha comida, porque ninguém conseguia sair. Agora, eles vão poder ir e vir com segurança. Essa ponte representa liberdade e dignidade para todo mundo. A prefeitura colocou quase dois milhões em contrapartida, porque nosso objetivo é cuidar bem do nosso povo”, destacou o prefeito.

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O vice-prefeito Alysson Bestene reforçou o impacto social da obra, ressaltando o compromisso da gestão municipal em atender quem mais precisa. (Foto: Marcos Araújo/Secom)

O vice-prefeito Alysson Bestene reforçou o impacto social da obra, ressaltando o compromisso da gestão municipal em atender quem mais precisa.

“É uma obra de grande impacto. Quando garantimos que as famílias possam se deslocar com tranquilidade e segurança, quem ganha é a comunidade. A prefeitura tem buscado chegar a quem mais precisa”, afirmou.

De acordo com o secretário municipal de Infraestrutura, Cid Ferreira, a entrega da Ponte do Caipora integra um amplo programa de investimentos em infraestrutura rural e urbana.

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De acordo com o secretário municipal de Infraestrutura, Cid Ferreira, a entrega da Ponte do Caipora integra um amplo programa de investimentos em infraestrutura rural e urbana. (Foto: Marcos Araújo/Secom)

“Estamos concluindo cerca de 100 pontes de batisteca, e esta já é a sexta ponte de concreto desta gestão. É um compromisso com a infraestrutura e com a melhoria da vida da população”, explicou.

A ponte foi construída com recursos federais, somados à contrapartida da Prefeitura de Rio Branco. Para os moradores, a obra encerra décadas de dificuldades e garante acesso permanente a serviços como saúde, educação e abastecimento.

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Moradora do Projeto Moreno Maia há 28 anos, Claucilene Oliveira destacou a importância histórica da entrega. (Foto: Marcos Araújo/Secom)

Moradora do Projeto Moreno Maia há 28 anos, Claucilene Oliveira destacou a importância histórica da entrega.
“Essa ponte representa a nossa liberdade, o direito de ir e vir e a melhoria da qualidade de vida. Durante muitos anos, nas enchentes, ficávamos isolados e dependentes da ajuda do poder público. Agora esse problema não vai mais existir. É um sonho antigo dos moradores, aguardado por mais de 30 anos.”

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O morador Pedro de Souza Marcial também celebrou a conquista. (Foto: Marcos Araújo/Secom)

O morador Pedro de Souza Marcial também celebrou a conquista.

“Essa ponte representa um bem muito grande pra nós. A gente ficava ilhado, tinha época que não tinha nada em casa porque não dava pra ir à cidade. O Bocalom está de parabéns. É um bem precioso pra toda a vida.”

Mais investimentos em infraestrutura rural

Ainda nesta quarta-feira, o prefeito Tião Bocalom e sua equipe seguiram para o Ramal Piçarreira, na região do Calafate, onde foi entregue mais uma ponte construída integralmente com recursos próprios do município. A obra beneficia diretamente moradores e produtores rurais, facilitando o escoamento da produção agrícola e fortalecendo a economia local.

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O prefeito e sua equipe seguiram para o Ramal Piçarreira, na região do Calafate, onde foi entregue mais uma ponte construída integralmente com recursos próprios do município. (Foto: Marcos Araújo/Secom)

“O último dia do ano foi dedicado à entrega de obras. Estivemos na ponte do Caipora, uma obra notável, e agora entregamos outra bela ponte no Ramal Piçarreira. Essa era uma reivindicação de mais de vinte ou trinta anos.

Investimos recursos próprios, mostrando que a prefeitura tem capacidade de realizar. Isso é apoio direto aos trabalhadores e produtores rurais que colocam alimento na mesa da nossa população”, concluiu o prefeito.

Com essas ações, a Prefeitura de Rio Branco reafirma seu compromisso com o desenvolvimento, a inclusão social e a melhoria da qualidade de vida, especialmente nas áreas que por décadas conviveram com o isolamento e a falta de infraestrutura.

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“Nada melhor do que concluir o ano, em um dia de feriado, trabalhando e mostrando nosso compromisso com a população”, disse Joabe. (Foto: Marcos Araújo/Secom)

Presidente da Câmara Joabe Lira que acompanhou o prefeito nas agendas, ressaltou o memento especial para os moradores da zona rural.

“Um dia especial, o último do ano, 31 de dezembro. Estamos encerrando o ano, e não há melhor maneira de celebrar do que entregando obras. Isso demonstra o compromisso e a dedicação do prefeito, que também compartilhamos na Câmara, com a população de Rio Branco. Nada melhor do que concluir o ano, em um dia de feriado, trabalhando e mostrando nosso compromisso com a população”.

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Fonte: Conteúdo republicado de PREFEITURA RIO BRANCO

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BR-364 segue em condições críticas e prolonga viagem de Rio Branco ao Vale do Juruá em até 16 horas

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Chuvas agravaram crateras, erosões e deslizamentos; trechos entre Sena Madureira, Manoel Urbano e Feijó são os mais afetados. DNIT e PRF atuam em interdições parciais

Ao longo de 2025, a rodovia acumulou reclamações por más condições de trafegabilidade, e as fortes chuvas das últimas semanas pioraram ainda mais o cenário. Foto: captada 

A BR-364, única ligação terrestre entre o Vale do Juruá e a capital Rio Branco, permanece em situação crítica e continua gerando preocupação entre moradores, motoristas e transportadores. Em 2025, a rodovia foi alvo de constantes críticas devido às más condições e, com as fortes chuvas recentes, o cenário piorou: crateras, erosões e deslizamentos têm tornado trechos intrafegáveis, especialmente entre Sena Madureira, Manoel Urbano e Feijó.

Nas últimas semanas, um trecho próximo à Vila Santa Luzia, em Cruzeiro do Sul, foi parcialmente interditado após o asfalto ceder com o transbordamento de um igarapé. Equipes do DNIT e da PRF atuam no local para controlar o tráfego e reduzir riscos. Motoristas relatam que o percurso de aproximadamente 635 quilômetros, que antes levava de sete a oito horas, agora pode durar de 12 a 16 horas, causando aumento no consumo de combustível, desgaste mecânico e elevação dos custos de frete.

A rodovia segue essencial para o abastecimento e a economia regional, mas a precariedade estrutural impacta diretamente a mobilidade, a segurança e a rotina dos moradores do Juruá.

Problemas recentes:
  • Interdição parcial próximo à Vila Santa Luzia, em Cruzeiro do Sul, após o asfalto ceder com o transbordamento de um igarapé;

  • Crateras, erosões e deslizamentos de pista em vários trechos, especialmente entre Sena Madureira, Manoel Urbano e Feijó;

  • Atuação conjunta do DNIT e da PRF para controle do tráfego e redução de riscos.

A situação precária já havia sido apontada pela CNT como uma das piores do país. Foto: captada 

Impactos no tráfego:

O percurso de 635 km, que antes levava 7 a 8 horas, agora pode durar 12 a 16 horas ou mais, devido às manobras para evitar buracos e às condições climáticas.

Prejuízos econômicos:
  • Aumento no consumo de combustível;

  • Desgaste acelerado de pneus, suspensão e componentes mecânicos;

  • Elevação dos custos de frete e manutenção, impactando o abastecimento e a economia regional.

Motoristas relatam que a viagem se tornou “lenta e perigosa”, exigindo atenção constante para não danificar os veículos. Muitos evitam viajar à noite devido à falta de sinalização e iluminação em trechos críticos.

A BR-364 é vital para o isolado Vale do Juruá, sendo a única via para transporte de mercadorias, acesso a saúde, educação e outros serviços na capital. A situação precária já havia sido apontada pela CNT como uma das piores do país.

O DNIT afirma que está monitorando os pontos críticos e realizando intervenções emergenciais, mas obras de recuperação estrutural ainda não têm data para início. Enquanto isso, a população local cobra uma solução definitiva para o problema crônico da rodovia.

A deterioração da BR-364 reflete a vulnerabilidade logística do Acre e escancara a dependência de uma única via para integração regional – cenário que se agrava a cada temporada de chuvas.

O percurso de 635 km, que antes levava 7 a 8 horas, agora pode durar 12 a 16 horas ou mais, devido às manobras para evitar buracos e às condições climáticas. Foto: captada 

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