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Vereadores de Brasiléia pedem que Receita Federal fiscalize venda de produtos por ambulantes bolivianos

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“Brasileiros na Bolívia são extorquidos e não podem vender um bombom. Aqui devemos fazer respeitar pelo menos as nossas leis”, disse o vereador Marivaldo.

WILIANDRO DERZE

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Os comerciantes há muito tempo vem reclamando dos vendedores ambulantes bolivianos que oferecem seus produtos nas portas da população de Brasiléia de forma desleal e desrespeitando a legislação brasileira. De acordo com as leis do Brasil, os produtos estrangeiros devem ser fiscalizados pela Receita Federal, além de terem os impostos recolhidos. Os vereadores Marivaldo Oliveira (PMDB) e Bil Rocha (PMDB) conferiram de perto o aumento dos vendedores nas ruas e praças do município.

Em vários lugares e bairros de Brasiléia podemos encontrar os vendedores ambulantes oferecendo os produtos como antenas de televisão, lanternas, rádios, e outros objetos, além de roupas de cama mesa e banho.

Os vereadores Bil Rocha e Marivaldo Oliveira que estavam participando de seminários sobre a administração pública promovido pelo Tribunal de Contas do Estado – TCE aproveitaram o intervalo do evento para conferir de perto o aumento considerado de vendedores ambulantes pelas ruas de Brasiléia.

Ao abordarem os vendedores ambulantes, os vereadores questionavam, dizendo que eles estavam comercializando os produtos de forma irregular e que poderiam ter seus produtos apreendidos. Os ambulantes por incrível que pareça sabiam que poderia ter seus produtos retidos, mas argumentavam que as autoridades brasileiras eram tranqüilas e não atrapalhavam a vendas dos produtos.

O vereador Bil Rocha disse que falta uma ação firme da Receita Federal e da Policia Federal na fiscalização da entrada de produtos estrangeiros vindos principalmente da Bolívia. “Os principais prejudicados são nossos comerciantes que pagam impostos em cima de todos os produtos e tem que concorrer com os bolivianos que estão entrando em nosso município e oferecendo seus produtos”, comentou.

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Segundo Bil, os ambulantes bolivianos não pagam impostos e vendem seus produtos nas portas das casas concorrendo ainda de forma desleal e desrespeitando a legislação brasileira.

De acordo com Marivaldo Oliveira os vereadores devem montar uma comissão e visitar a Superintendência da Receita Federal e saber quais as dificuldades que acabam refletindo com a forma desordenada de ambulantes bolivianos oferecendo os produtos no município sem o pagamento de impostos.

“Será que esses produtos são de qualidade? Qual o ganho do município em deixar esses comerciantes perambularem pelas ruas e casas de nossa população e vender esses produtos? Temos que dar um basta em tudo isso. Brasileiros na Bolívia são extorquidos e não podem vender um bombom. Aqui devemos fazer respeitar pelo menos as nossas leis”, disse o vereador Marivaldo.

Os dois vereadores irão propor que os demais parlamentares aprovassem uma visita a Superintendência da Receita Federal ou fizesse a convocação de um representante do órgão para explicar a entrada dos ambulantes e a venda dos produtos sem o recolhimento dos devidos impostos.

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2º Cultura na Praça acontece neste domingo de Páscoa

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Evento gratuito reúne arte, música, empreendedorismo, turismo e gastronomia

A segunda edição da atividade “Cultura na Praça” acontece neste domingo, 5 de abril, a partir das 16h, no coreto da Praça Povos da Floresta, no Centro de Rio Branco. O evento reúne arte, música, empreendedorismo, turismo e gastronomia.

Uma série de atrações gratuitas compõem a programação, como o tour guiado “Acreane-se” que percorrerá as praças do centro e um aulão de forró com o mestre Lambada. Também haverá apresentações do rapper Kaemizê, da Liga Acreana de Capoeira e do Palhaço Microbinho e sua trupe.

Além disso, durante todo o evento haverá comidas regionais e venda de produtos e artesanatos, na Feira de Economia Criativa e Solidária.

O “Cultura na Praça” é fruto de uma parceria entre Sebrae no Acre, Ministério da Cultura, Governo do Estado, Assembleia Legislativa do Acre, Prefeitura de Rio Branco, Acisa, Rede Acreana de Cultura, Sindicato dos Guias de Turismo, TRZ Crew e Nanê Sorvetes.

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Sexta-feira será de tempo instável e chuvas intensas em áreas do Acre, aponta previsão

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Estado deve registrar sol entre nuvens e pancadas ao longo do dia, com alta probabilidade de chuva forte em diversas regiões

A sexta-feira (3) será marcada por tempo instável em todo o Acre, com predomínio de sol entre nuvens e ocorrência de chuvas pontuais ao longo do dia, que podem ser intensas em algumas áreas. As informações são do portal O Tempo Aqui.

A instabilidade também deve atingir estados como Amazonas, Rondônia, Mato Grosso, Goiás e o Distrito Federal, além de áreas das planícies da Bolívia e da região de selva do Peru.

Nas microrregiões de Rio Branco, Brasiléia e Sena Madureira, o tempo permanece instável, com possibilidade de chuvas a qualquer hora do dia. Há alta probabilidade de pancadas fortes, enquanto o risco de temporais é considerado baixo. A umidade relativa do ar mínima deve variar entre 70% e 80% durante a tarde, podendo atingir entre 90% e 100% ao amanhecer. Os ventos sopram entre fracos e calmos, predominantemente do sudeste, com variações do sul e leste.

Já nas regiões de Cruzeiro do Sul e Tarauacá, o cenário é semelhante, com chuvas ao longo do dia e possibilidade de precipitações intensas em pontos isolados. A chance de chuvas fortes é alta, enquanto a ocorrência de temporais segue baixa. A umidade mínima varia entre 65% e 75% à tarde, e a máxima pode chegar a 100% nas primeiras horas do dia. Os ventos também sopram de forma fraca a calma, com predominância do sudeste.

As temperaturas no estado devem variar entre mínimas de 20°C e 24°C e máximas que podem chegar a até 31°C, dependendo da região, com destaque para o Vale do Juruá, onde são esperadas as maiores temperaturas do dia.

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Gasolina volta a subir no Amazonas e litro chega a R$ 4,17 nas refinarias

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Reajuste de R$ 0,21 interrompe sequência de quedas e marca o sexto aumento em 2026

O preço da gasolina voltou a subir no Amazonas a partir desta sexta-feira (3), após novo reajuste anunciado pela Refinaria da Amazônia. O valor do litro vendido às distribuidoras passou a R$ 4,17, interrompendo a sequência de reduções registrada no fim de março.

O aumento foi de R$ 0,21 e atinge as duas principais modalidades de comercialização da refinaria. No modelo EXA, em que a retirada é feita pela distribuidora, o preço subiu de R$ 3,96 para R$ 4,17. Já no modelo LPA, com entrega realizada pela refinaria, o valor passou de R$ 3,97 para o mesmo patamar de R$ 4,17.

Este é o sexto reajuste promovido pela refinaria apenas em 2026. A alta ocorre cerca de dez dias após uma redução de R$ 0,35, evidenciando a volatilidade dos preços dos combustíveis no estado neste início de ano.

Até o momento, a refinaria não informou os fatores técnicos ou de mercado que motivaram o novo aumento. Com o reajuste, o preço da gasolina volta a ultrapassar a marca de R$ 4,00 nas refinarias, o que pode refletir em elevação ao consumidor final.

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