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Vara do Trabalho de Plácido de Castro (AC) realiza mais de 50 audiências com 100% de acordos homologados em um único dia

O cumprimento das obrigações poderá movimentar valores das causas que somam mais de R$ 377 mil
A Vara do Trabalho de Plácido de Castro, no interior do Acre, realizou 53 audiências em um único dia, concretizando 100% de acordos. O cumprimento das obrigações poderá movimentar valores das causas que somam até R$ 377.712,67. Nas 53 audiências presididas em 31 de março, 38 ocorreram na modalidade de Juízo 100% Digital, e 15, em formato telepresencial e presencial. O resultado expressivo foi possível graças a ações coordenadas e acurado planejamento da Vara Trabalhista acreana.
As audiências foram conduzidas pela juíza titular da Unidade, Christiana D’arc Damasceno Oliveira Andrade Sandim, com o auxílio direto dos servidores (as) Wemerson Neri Magalhães, Renato Nunes de Moraes, Larissa da Silva Vieira de Lima e Heidson Guimarães Ribeiro.
Em diferentes providências desde o ajuizamento das ações, cumprimento de notificações e preparação da pauta na fase de conhecimento, nas demandas que tratam predominantemente de depósitos em contas vinculadas do FGTS, atuaram ainda o servidor Fernando Yuji Goularte Shirakura, Marcos Eduardo Piedade de França (adolescente aprendiz) e Bernardo Cabral Aleixo (estagiário).
Participaram ainda das audiências o preposto Erik Oliveira e a advogada do polo passivo, Alessandra Lima.
De acordo com a análise dos relatórios gerenciais do PJe e controle interno do setor de atermação, no ano de 2023, em aproximadamente 83% do total de ações novas ajuizadas na VT de Plácido de Castro, a parte reclamante acessou a Justiça Trabalhista no exercício do jus postulandi (que constitui a possibilidade de a parte postular pessoalmente na Justiça do Trabalho e acompanhar a reclamação respectiva até o final da demanda, acaso deseje, sem a obrigatoriedade de constituir advogado).
Ao término dos trabalhos jurisdicionais nos quais foram atendidas dezenas de pessoas, com antecipação da pauta aos (às) jurisdicionados (as) que assim desejassem, a magistrada registrou elogios à “equipe comprometida da Vara que se caracteriza por sensibilidade social intensa, além de foco na solução dos processos e em bem-servir”.
Em março de 2023, vários municípios acreanos (Rio Branco, Assis Brasil, Brasiléia e Epitaciolândia) decretaram situação de emergência causada pelos alagamentos, chuvas intensas e inundações no Rio Acre e igarapés, com milhares de pessoas desabrigadas e atingidas em todo o estado (Decreto Estadual n. 11.207/2023).
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Sessão solene na Câmara de Rio Branco destaca direito à moradia na Campanha da Fraternidade 2026
Por Tácio Júnior
Da assessoria
A Câmara Municipal de Rio Branco realizou, nesta segunda-feira (16), uma sessão solene em alusão à Campanha da Fraternidade 2026, que neste ano traz como tema “Fraternidade e Moradia”. A atividade foi proposta pelo vereador André Kamai e reuniu representantes da Igreja Católica, lideranças comunitárias e membros da sociedade civil para refletir sobre o direito à moradia digna e os desafios sociais relacionados ao tema.
Durante a sessão, Kamai destacou que a garantia da moradia é um direito fundamental e que não é possível falar em defesa da família sem assegurar condições mínimas de dignidade às pessoas. “A moradia é um direito fundamental. Não é possível falar em defesa da família se não garantimos o mínimo de dignidade, como alimentação e moradia digna. Uma família precisa de uma casa para morar, e é papel do poder público garantir esse direito”, afirmou.
O vereador também lembrou que políticas públicas de habitação já tiveram impacto importante na melhoria das condições de vida de muitas famílias acreanas. “Nos governos do presidente Lula e da presidenta Dilma tivemos investimentos importantes na habitação popular, que resultaram na Cidade do Povo e em outros conjuntos habitacionais que tiraram muitas pessoas de situações extremamente precárias”, ressaltou.
O reitor da Catedral de Rio Branco, padre Manoel de Jesus, destacou que o compromisso social é consequência direta da fé cristã. “A fé cristã se baseia em amar a Deus e amar o próximo. O compromisso social nasce justamente desse amor ao irmão e da luta pela dignidade do outro”, explicou.
Segundo o sacerdote, a moradia é um direito essencial que garante acesso a outros direitos básicos. “A moradia é como a porta de acesso aos demais direitos. Uma pessoa sem moradia acaba privada de muitas outras condições básicas de vida”, disse.
Para o padre Antônio Menezes, a espiritualidade cristã exige compromisso com os mais pobres e com a justiça social. “Quem diz que ama a Deus, mas não ama o seu irmão, é mentiroso. A espiritualidade verdadeira nos compromete com os mais pobres e nos leva a levantar a voz diante das injustiças”, afirmou.
Já a coordenadora da Campanha da Fraternidade 2026, Sônia Cabral, ressaltou que o debate sobre moradia também passa pela forma como os recursos públicos são distribuídos. “É preciso priorizar as políticas públicas de habitação, juntamente com saúde e educação, porque todos esses direitos fazem parte das condições básicas de moradia”, afirmou.
A sessão integrou as atividades de mobilização da Campanha da Fraternidade, que todos os anos propõe à sociedade brasileira reflexões sobre temas sociais à luz da fé cristã.




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