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TO: governador é gravado cometendo infração gravíssima de trânsito. Veja vídeo
O governador do Tocantins, Wanderlei Barbosa (Republicanos), foi gravado realizando uma ultrapassagem em local proibido enquanto anunciava obras em uma rodovia estadual. O vídeo foi publicado em uma rede social do próprio governador nesta sexta-feira (20/2).
As imagens mostram o momento em que o veículo passa pela ponte sobre o rio Tocantins, nas proximidades de São Salvador do Tocantins. Durante o trajeto, o carro cruza a linha amarela contínua para ultrapassar outro veículo, manobra considerada infração gravíssima pela legislação de trânsito, especialmente em pontes ou trechos sinalizados com esse tipo de marcação.
No veículo também estavam o presidente da Assembleia Legislativa do Tocantins, Amélio Cayres, e o presidente da Câmara Municipal de Palmas, Marilon Barbosa. Nas imagens divulgadas, ambos aparecem sem o cinto de segurança.
Enquanto grava o vídeo dentro do carro, o governador comenta sobre a visita à região e o anúncio de investimentos para recuperação da rodovia. Segundo ele, o governo estadual pretende autorizar obras de cerca de R$ 18 milhões para reconstrução do trecho entre Palmeirópolis e São Salvador.
O vídeo segue nas redes sociais do governador. Nos comentários, usuários apontaram as infrações e criticaram Wanderlei Barbosa. “Turma sem cinto de segurança e ultrapassando em cima da ponte, cuidado com a multa e principalmente com acidentes”, diz um comentário.
O Metrópoles entrou em contato com a assessoria de imprensa do governador para comentar o caso, mas não obteve retorno até a publicação desta reportagem. O espaço permanece aberto para manifestações.
O que diz o Código de Trânsito
De acordo com o Código de Trânsito Brasileiro, ultrapassar em pontes ou sobre linha amarela contínua é infração gravíssima. A penalidade prevista inclui sete pontos na Carteira Nacional de Habilitação (CNH) e multa de R$ 1.467,35, valor que pode ser multiplicado em algumas situações. Esse tipo de manobra é considerado de alto risco por estar associado a colisões frontais.
A legislação também classifica como infração grave o transporte de passageiros sem cinto de segurança, com multa de R$ 195,23 e cinco pontos na CNH.
Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL
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Mendonça deve prorrogar por mais 60 dias inquérito do Master

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça deve prorrogar por mais 60 dias as investigações sobre a suposta fraude envolvendo o Banco Master. O magistrado tem cobrado rapidez da Polícia Federal para finalizar o inquérito, mas avalia que não será possível cumprir o prazo estabelecido pelo antigo relator, ministro Dias Toffoli, que termina na segunda-feira (16/3).
A última prorrogação foi determinada após um pedido da PF — que argumentou a complexidade do caso, o volume de documentos apreendidos e a necessidade de análises técnicas aprofundadas.
Desde que assumiu a relatoria, em 12 de fevereiro, Mendonça realizou duas reuniões com os investigadores para analisar novo relatório do caso com as atualizações da apuração e os inquéritos correlatos.
Para essa nova prorrogação, a corporação argumenta o excesso de materialidade recolhida principalmente nos celulares de Daniel Vorcaro, dono do Banco Master. Os investigadores querem realizar outras inquirições e demais diligências necessárias para elucidar os fatos.
Desdobramentos
Em 4 de fevereiro, André Mendonça ordenou a prisão de Daniel Vorcaro e de outras três pessoas suspeitas de integrarem uma “milícia privada”. O grupo articulava ameaças e intimidação a desafetos do banqueiro.
As prisões foram um desdobramento da terceira fase da Operação Compliance Zero, na qual a PF investiga um esquema bilionário de fraudes financeiras envolvendo a venda de títulos de crédito falsos pelo Master.
Nesta sexta-feira (13/3), a Segunda Turma do STF inicia o julgamento sobre a manutenção da prisão de Vorcaro.O colegiado é formado pelos ministros Gilmar Mendes (presidente), Dias Toffoli, André Mendonça (relator), Nunes Marques e Luiz Fux.
Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL
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Itamaraty diz que assessor de Trump deu informações falsas ao solicitar visto

O Ministério das Relações Exteriores (MRE) informou, nesta sexta-feira (13/3), que o visto do assessor sênior do Departamento de Estado do governo de Donald Trump, Darren Beattie, foi revogado. Segundo o Itamaraty, o norte-americano apresentou “omissão e falseamento de informações relevantes quanto ao motivo da visita” ao Brasil.
“O Itamaraty confirma a revogação do visto, tendo em conta a omissão e falseamento de informações relevantes quanto ao motivo da visita por ocasião da solicitação do visto, em Washington. Trata-se de princípio legal suficiente para a denegação de visto, de acordo com a legislação nacional e internacional”, informou a pasta.
Nesta sexta-feira (13/3), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) declarou que Beattie estava proibido de vir ao Brasil e citou a suspensão do visto por parte dos Estados Unidos de ministros brasileiros e seus familiares.
“Aquele cara americano que disse que vinha para cá para visitar o Jair Bolsonaro, ele foi proibido de visitar e eu o proibi de vir ao Brasil enquanto não liberar os vistos do meu ministro da Saúde que está bloqueado”, disse Lula.
Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL
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Corretora de imóveis desaparecida é encontrada morta em Florianópolis

em Major Gercinono, Vale do Rio Tijucas, na Grande Florianópolis. A vítima foi vista pela última vez pela família em 4 de março na praia dos Ingleses, no norte da Ilha.
A confirmação da morte veio após um corpo ser encontrado esquartejado. O cadáver estava sem cabeça, pés e braços e foi encontrado por moradores, que viram um saco suspeito dentro de um córrego e chamaram a polícia.
A Polícia Civil de Santa Catarina (PC-SC) confirmou em nota ao Metrópoles que o corpo encontrado é de Luciane.
O trabalho da PC-SC permitiu identificar até o momento que Luciani teria sido morta entre 4 e 5 de março, e o corpo permaneceu até a madrugada do dia 7 no apartamento dela, quando foi retirado.
Entenda o caso
Segundo o irmão da corretora, após um período sem conseguir qualquer tipo de comunicação com a irmã, a família começou a desconfiar se era realmente ela quem estava enviando os textos, diante dos erros de ortografia que Luciani não costumava cometer.
Em uma das mensagens, constam palavras erradas, como: “pesso”, “respentem” “precionando” e “persiguindo”, confira:

O carro da corretora foi visto pela última vez em São João Batista (SC) por uma câmera de monitoramento da rodovia. Além das movimentações do veículo, os cartões de crédito de Luciani foram utilizados em compras on-line.
A polícia identificou, ainda, um empréstimo de R$ 20 mil no nome da corretora.
Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL


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