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TJAC mantém decisão e “Negro Bala” irá a júri popular por mortes na Chacina do Taquari
Câmara Criminal rejeita recurso da defesa e confirma pronúncia do líder criminoso, acusado de ordenar ataque que deixou seis mortos em 2023.
A Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Acre (TJAC) negou o recurso apresentado pela defesa de Wellington Costa Batista, o “Negro Bala”, apontado como mandante da chamada “Chacina do Taquari”, que resultou na morte de seis faccionados em 3 de novembro de 2023. Com a decisão em segunda instância, fica mantida a pronúncia, e o réu será levado a julgamento pelo Tribunal do Júri pela execução de dois rivais.
A chacina ocorreu no bairro Taquari, em Rio Branco, quando integrantes do Comando Vermelho atacaram membros do Bonde dos 13 que estavam reunidos em uma casa na Rua do Sol. O confronto armado deixou seis mortos: Adgilson Ferreira da Silva e Valdez das Graças Batista dos Santos, do Bonde dos 13; e Tailan Dias da Silva, Sebastião Ítalo do Nascimento, Tiago Rodrigues da Silva e Luan Batista dos Santos, do Comando Vermelho.
Apontado pela Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa como mandante do ataque, “Negro Bala” foi denunciado pelo Ministério Público estadual por envolvimento direto nas mortes de Adgilson Ferreira e Valdez das Graças. Após a audiência de instrução, ele foi pronunciado para ser julgado no Tribunal do Júri.
A defesa ingressou com recurso em sentido estrito, pedindo a impronúncia do acusado. Alegou que a denúncia se baseia no depoimento de um adolescente colhido na fase investigativa — e não confirmado em juízo — além da suposta falta de provas concretas da participação do réu.
No voto que manteve a sentença de pronúncia, o relator, desembargador Francisco Djalma, destacou que, apesar da ausência de confirmação do depoimento extrajudicial pelo menor, há elementos suficientes para indicar a probabilidade de que a ordem para o ataque tenha partido de “Negro Bala”. Os demais desembargadores acompanharam o entendimento.
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Polícia Civil prende investigado por homicídio ocorrido na Cidade do Povo
A Polícia Civil do Acre (PCAC), por meio da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), prendeu na tarde desta terça-feira, 17, um homem com as iniciais J.G.Q., conhecido pelo apelido “Fala Fina”, investigado por participação no homicídio de Josivan Cambraia da Silva, ocorrido no dia 2 de outubro de 2025, no bairro Cidade do Povo, em Rio Branco.

De acordo com as investigações, a vítima foi abordada por integrantes de uma organização criminosa, que suspeitavam de sua ligação com uma facção rival, em razão de gestos feitos com as mãos. Ainda segundo a Polícia Civil, Josivan foi forçado a fazer alusão ao grupo criminoso dos autores, sendo em seguida submetido a agressões e tortura, antes de ser executado com disparos de arma de fogo.
O coordenador da DHPP, delegado Alcino Ferreira J[unior, destacou a gravidade do crime e o empenho da equipe na elucidação do caso. “Trata-se de um crime bárbaro, marcado por extrema violência e motivado por disputa entre facções. A Polícia Civil trabalhou de forma incansável para identificar e capturar os envolvidos, e seguiremos firmes garantindo que os responsáveis sejam levados à Justiça”, afirmou.
Fonte: Conteúdo republicado de POLÍCIA CIVIL - GERAL
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MPAC recebe visita institucional do Imac e discute acordo de cooperação técnica

O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC), por meio do Núcleo de Apoio Técnico (NAT), recebeu, nesta terça-feira, 17, a visita institucional de representantes do Instituto de Meio Ambiente do Acre (Imac).
A agenda teve como objetivo apresentar a estrutura e o funcionamento do NAT e da Coordenação Técnico-Científica do MPAC, além de discutir a possibilidade de celebração de um Acordo de Cooperação Técnica (ACT) entre as instituições.
O coordenador-geral do NAT, promotor de Justiça Rodrigo Curti, destacou que a iniciativa busca fortalecer a atuação conjunta na área ambiental.
“Tratamos de uma minuta de um Acordo de Cooperação Técnica (ACT) que vai trazer mais eficiência nos relatórios do NAT, maior segurança jurídica, unir forças de forma colaborativa para que possamos desenvolver um trabalho mais eficiente em prol do meio ambiente”, disse.
O presidente do Instituto de Meio Ambiente do Acre (Imac), André Hassem, ressaltou a importância da parceria entre os órgãos.
“Esse acordo é muito importante, não somente para a sociedade quanto, por ter a segurança jurídica, é também a união dos técnicos do Imac e do NAT para que possamos fazer em conjunto as vistorias e relatórios técnicos. Esse ACT será um trabalho em conjunto”, afirmou.
Texto: Marcelina Freire
Fotos: William Crespo
Agência de Notícias do MPAC
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Fiscalização autua posto com preços altos e estoque de 2 meses atrás

Um posto de combustível no Distrito Federal foi autuado nesta terça-feira (17/3) por aumentar o preço nas bombas, mesmo mantendo estoques adquiridos há dois meses — antes da escalada do conflito no Oriente Médio.
A informação foi revelada pela Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon) do Ministério da Justiça e da Segurança Pública.
- 22 cidades;
- 42 postos e;
- 1 distribuidora.
Além do posto no Distrito Federal, a Senacon não detalhou se houve mais autuações e em quais estados elas aconteceram.
“O planeta sofre hoje uma restrição de oferta e disponibilidade de petróleo e que isso impacta diretamente a vida dos consumidores, não é possível se entender que essa prática seja correta. Ela é uma prática abusiva. A elevação de preço que não tenha lastro em custos caracteriza abusividade. Não não é o momento de aumentar a lucratividade”, afirmou Morishita.
Inquérito
A Polícia Federal (PF) abriu inquérito para investigar possíveis crimes contra consumidores e contra a ordem econômica após relatos de oscilações nos preços dos combustíveis. A medida foi anunciada pelo ministro da Justiça e Segurança Pública, Wellington César Lima e Silva, diante de suspeitas de cobranças abusivas.
Em paralelo, a Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon) acionou Procons de todo o país.
Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL


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