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Sem laudo sobre morte de macacos, PNI determina vacinação da população de Plácido de Castro e Acrelândia contra febre amarela
A morte de macacos levou a direção do Plano Nacional de imunização no Acre, determinar que as prefeituras de Acrelândia e Plácido de Castro façam uma busca ativa e vacinem todas as pessoas que estão sem receber o imunizante contra a febre amarela nos dois municípios.
Ainda não saiu o laudo do departamento de zoonoses apontando a causa da morte dos macacos na área rural de Plácido de Castro na semana passada, mas, tudo indica que os animais morreram em virtude da febre amarela.
Segundo a diretora do PNI no Acre, Renata Quiles, onde o vírus está presente os macacos são os primeiros a sentir e para eles a doença é fatal.
Mesmo sem o resultado, a direção no Acre do plano nacional de imunização quer fazer a cobertura vacinal em Plácido de Castro e Acrelândia para evitar um surto. Os dois municípios ficam próximos a área onde um caçador encontrou um bando de macacos que agonizava com dificuldades de respirar, no qual dois deles estavam mortos.
Segundo a coordenadora será feita a atualização vacinal. “Quem não tiver comprovação de que tomou o imunizante e tiver a idade de 1 e 59 anos vai ter que tomar a vacina”, determinou.
O último caso registrado de febre amarela no Acre foi em 2019, e foi justamente em Plácido de Castro considerada uma região endêmica. As prefeituras já foram alertadas e devem preparar a medicação, fazer a busca ativa em seus municípios e aplicar as doses o mais urgente possível.
O Acre é um dos estados com a pior cobertura vacinal de febre amarela em todo pais. No geral chega a alcançar apenas 62% do público. Em Plácido de Castro, na região onde foram encontrados os macacos mortos, a cobertura é de 55% e Acrelândia 69,90%.
Nas contas do PNI, 305 pessoas precisam tomar a vacina em Plácido de Castro e 179 em Acrelândia. “Só quando alcançar esse público é que o risco de um surto de febre amarela estará descartado na região”, preveniu a coordenadora.
Obrigatoriamente a criança deve tomar a primeira dose para proteção contra a febre amarela aos 9 meses de vida e tomar um reforço aos 4 anos de idade. Segundo a direção do PNI muitas mães relaxam com essa vacina e deixam a criança desprotegida. “Se a pessoa tomou a dose na fase adulta não precisa se preocupar, o organismo está protegido”, garantiu Quiles.
A febre amarela apresentar os seguintes sintomas: dores nos olhos, na cabeça, febre e pode matar.
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Motorista perde controle da direção e capota veículo em ramal de Cruzeiro do Sul
Vítima foi socorrida com vida pelo Samu e levada ao Hospital do Juruá; causas do acidente ainda são desconhecidas
Um grave capotamento foi registrado na tarde desta sexta-feira (20), no Ramal 3, em Cruzeiro do Sul.
Segundo informações preliminares, o condutor de um veículo perdeu o controle da direção, saiu da pista e acabou capotando em uma área de mata às margens da estrada. O carro ficou bastante danificado após o acidente.
As circunstâncias que levaram à perda de controle e as causas do capotamento ainda não foram esclarecidas.
Uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionada e realizou o resgate da vítima no local. O homem foi socorrido ainda com vida e encaminhado ao Hospital do Juruá para atendimento médico.
Até o momento, não há informações atualizadas sobre o estado de saúde da vítima. O caso deve ser apurado pelas autoridades competentes.
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Imac licencia quase 18 mil hectares para plantio de milho e de soja e reforça produção sustentável no Acre
O governo do Acre, por meio do Instituto de Meio Ambiente do Acre (Imac), tem intensificado o trabalho de ordenamento e licenciamento ambiental para atividades agrícolas no estado. De acordo com a Divisão de Uso do Solo da autarquia, apenas em 2025 foram licenciados 17.876 hectares destinados ao plantio de milho e de soja em diferentes municípios acreanos. As áreas utilizadas para o plantio agrícola dos grãos são áreas consolidadas que foram alteradas até 22 de julho de 2008.

O cultivo de soja ocorre especificamente nas cidades de Capixaba, Plácido de Castro, Xapuri, Epitaciolândia, Senador Guiomard, Porto Acre e Rio Branco, com destaque para Capixaba e Plácido de Castro, que concentram as maiores áreas licenciadas. O avanço do plantio segue critérios técnicos e ambientais, garantindo que a expansão da produção ocorra de forma regular e dentro da legislação ambiental.
A ampliação das áreas licenciadas representa um movimento importante para o fortalecimento da economia acreana, sobretudo no setor do agronegócio. O cultivo de milho e de soja contribui para a geração de emprego e renda, aumento da arrecadação e fortalecimento das cadeias produtivas, além de impulsionar setores como transporte, armazenamento e comércio de insumos agrícolas. A produção de grãos também amplia a oferta de matéria-prima para a alimentação animal, favorecendo a pecuária e outras atividades ligadas ao campo.

O presidente do Imac, André Hassem, destacou que o trabalho do órgão segue as diretrizes do governo, que busca conciliar desenvolvimento econômico e preservação ambiental. Segundo o gestor, o licenciamento ambiental garante segurança jurídica ao produtor rural e assegura que a expansão agrícola ocorra de forma sustentável, respeitando as normas ambientais e promovendo o uso adequado do solo.
“O governador Gladson Camelí fez um investimento de R$ 1,2 milhão em equipamentos e tecnologia gerando mais rapidez e legalidade dentro dos processos de licenciamento. O Instituto tem atuado de maneira técnica e transparente, orientando os produtores sobre as exigências legais e monitorando as áreas licenciadas. Esse avanço da produção de grãos no Acre demonstra o potencial do estado para diversificar a economia, mantendo o compromisso com a conservação dos recursos naturais”, ressaltou Hassem.
O governo do Acre reforça que o licenciamento ambiental é uma ferramenta fundamental para o planejamento territorial, permitindo o crescimento da produção agrícola com responsabilidade, equilíbrio ambiental e geração de oportunidades para a população acreana.
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Fonte: Conteúdo republicado de AGENCIA ACRE
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Governo do Acre articula Aliança Bioceânica com Departamentos do Sul do Peru
O fortalecimento das relações comerciais e a consolidação do Acre como o principal portal de saída para o Oceano Pacífico vêm sendo articulados pelo governo do Acre, que atua por meio da Secretaria de Indústria Ciência e Tecnologia (Seict) e Secretaria de Estado de Planejamento (Seplan).
As pastas desenvolvem o diálogo de integração entre os países (Brasil e Peru), e como parte desse trabalho está sendo realizada na Câmara de Comércio e Indústria de Arequipa (CCIA), no Peru, entre quinta-feira, 19, e sexta-feira, 20, a articulação e a apresentação da proposta de criação da Aliança para Aceleração da Integração Bioceânica Brasil-Peru, o Acre se consolida como o principal articulador logístico do corredor Quadrante Rondon.

A iniciativa visa transformar a infraestrutura rodoviária em um motor de desenvolvimento econômico, conectando a produção regional aos portos peruanos e ao mercado asiático via Porto de Chancay.

Durante o encontro, o titular da Seict, Assurbanipal Mesquita, destacou que o Acre assumiu o protagonismo para destravar gargalos históricos. “Iniciamos uma agenda de integração mais ativa para acelerar tratativas e investimentos. A proposta é criar uma aliança protagonizada pelo Acre para agilizar decisões nas esferas nacionais, potencializando rodadas de negócios, melhorias alfandegárias e o turismo regional”.
O secretário de Planejamento, Ricardo Brandão, que participou por vídeo conferência, reiterou o compromisso da gestão estadual com a viabilidade do corredor. “O governo defende a integração Brasil-Peru como pauta prioritária. Temos mobilizado recursos e entidades públicas e privadas para atuarem de forma coordenada na consecução deste objetivo estratégico para o desenvolvimento socioeconômico”.
União entre poderes
A reunião contou com a presença do primeiro secretário da Assembleia Legislativa do Acre (Aleac), deputado Luiz Gonzaga, que reforçou a necessidade de funcionalidade da rodovia.

“Acre, Mato Grosso e Peru podem se fortalecer mutuamente. Precisamos fazer com que a nossa rodovia transoceânica realmente funcione para aumentar nossa produção e comércio. Esse trabalho conjunto entre o governo Gladson Camelí e a Aleac é o que está fazendo as coisas avançarem”, pontuou Gonzaga.
Visão de mercado e competitividade logística
A articulação acreana atraiu empresas globais como a Cosco Shipping. A executiva comercial, Alejandra Belon confirmou que a companhia está pronta para ampliar operações na região.

“Buscamos mover mais carga brasileira e boliviana via Matarani e Chancay. Quanto mais volume tivermos, melhor será o serviço. Atualmente operamos quinzenalmente, mas estamos dispostos a oferecer frequências semanais para atender a demanda que virá deste trabalho”, destacou Alejandra.

Do lado peruano, o gerente de Desenvolvimento Econômico de Moquegua, Cristian Felipe Nina Masquera, celebrou a aproximação estratégica. “Nossa participação visa reforçar a união bilateral e elevar a competitividade logística. Esta reunião é fundamental para promover o Porto de Ilo como saída para a carga brasileira no prazo mais curto possível”.

Por meio da mobilização da Seict, estiveram presentes os representantes comerciais dos portos de Matarani, Ilo e Arica, Chancay, dos governos de Arequipa e Moquegua e as câmaras de comércio e Ilo e de Arequipa, a Comissão de Promoção do Peru para a Exportação e o Turismo (Promperu) e Zona especial de desenvolvimento de Ilo (ZED de Ilo). Além destes, participaram por vídeo conferência, os representantes da Agência Negócios do Acre (Anac), e do governo do estado de Mato Grosso.

A partir desta sexta-feira, 20, ocorre a articulação dos representantes de cada região para a adesão dos governos a formação da Aliança e´da criação do fórum técnico. Como resultado do encontro, os presentes receberam o documento oficial da Aliança. O próximo passo será a recepção de autoridades peruanas no Acre para a assinatura formal do protocolo, consolidando o estado como o hub (concentrador) definitivo do comércio bioceânico.
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Fonte: Conteúdo republicado de AGENCIA ACRE





























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