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Seguro DPVAT indenizou 1.046 acidentes no Acre em 2020
Quase 80% de todos os sinistros pagos em 2020 foram direcionados para acidentes envolvendo as motos: 245.551 indenizações. Deste total, 71% das vítimas (175.371) ficaram com algum tipo de sequela permanente.

Edmilsom Ferreira
O Seguro DPVAT pagou 1.046 acidentes ocorridos ao longo de 2020 no Estado do Acre. Em dezembro, foram 117 indenizações. O número é o 2º menor do país, ganhando apenas do Amapá, que pagou 674 seguros.
Em todo o Brasil, o DPVAT informa que pagou mais de 310 mil indenizações para vítimas e beneficiários de acidentes de trânsito, um número 13% menor que 2019. Somente no mês de dezembro, foram mais de 28 mil sinistros pagos, número 29% maior que o registrado em novembro.
Entre o perfil de vítimas mais indenizado, os homens seguiram concentrando o maior número de pagamentos do Seguro DPVAT, com 76% do total. A faixa etária mais atingida no período foi a economicamente ativa, de 18 a 34 anos, com 48% das indenizações do período, sendo mais de 148 mil pagamentos para estas vítimas.
Os motoristas foram os que mais receberam indenizações em 2020, representando 59% do total de pagamentos (182.566), enquanto os pedestres ficaram em segundo lugar, com mais 89 mil sinistros pagos pelo Seguro DPVAT.
As motocicletas, assim como nos anos anteriores, continuaram como destaque nas indenizações pagas: quase 80% de todos os sinistros pagos em 2020 foram direcionados para acidentes envolvendo as motos: 245.551 indenizações. Deste total, 71% das vítimas (175.371) ficaram com algum tipo de sequela permanente.
Os dados fazem parte de um balanço da Seguradora Líder, que gerenciava o DPVAT até o fim do ano passado, divulgado nesta quarta-feira (20).
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Após sucesso de atendimentos, Polícia Civil retorna a escola e amplia emissão gratuita da CIN em Rio Branco
Devido ao sucesso e à grande demanda pelos serviços ofertados na emissão da Carteira de Identidade Nacional (CIN), a equipe do Instituto de Identificação da Polícia Civil do Acre (PCAC) retornou à Escola Estadual Doutor Pimentel Gomes, neste sábado, 14, no bairro São Francisco, em Rio Branco, e realizou mais 50 atendimentos à população. Todos os serviços foram prestados de forma totalmente gratuita, reforçando o compromisso da instituição com o acesso à cidadania.

A primeira ação ocorreu no último dia 7 de fevereiro, durante a programação do Juntos Pelo Acre, quando o Instituto de Identificação contabilizou 108 atendimentos ao público na mesma unidade de ensino. Diante da alta procura e da necessidade da comunidade, a PCAC decidiu promover o retorno da equipe para assegurar que mais pessoas pudessem emitir o novo documento oficial.
O programa Juntos Pelo Acre é coordenado pela vice-governadora Mailza Assis e tem como objetivo levar serviços essenciais diretamente às comunidades, especialmente às regiões com maior vulnerabilidade social. A iniciativa integra diversos órgãos estaduais, promovendo cidadania, inclusão social e acesso facilitado a direitos básicos, como documentação civil, atendimentos de saúde e orientações jurídicas, fortalecendo a presença do Estado junto à população.

O diretor do Instituto de Identificação, Júnior César, destacou a importância da ação. “A grande procura demonstra o quanto a população precisa desse serviço. Nosso compromisso é garantir que todos tenham acesso à Carteira de Identidade Nacional, um documento fundamental para o exercício pleno da cidadania. Retornar à escola foi uma forma de atender essa demanda e assegurar que ninguém ficasse sem o documento”, afirmou.
Já o delegado-geral da PCAC, Dr. José Henrique Maciel, ressaltou o papel social da instituição. “A Polícia Civil também exerce uma função cidadã. Ao levarmos a emissão gratuita da CIN às comunidades, estamos promovendo dignidade, inclusão e fortalecendo a política pública de acesso à documentação básica para todos os acreanos”, enfatizou.
Fonte: Conteúdo republicado de POLÍCIA CIVIL - GERAL
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Mulher é assassinada 12 horas após ter medida protetiva contra marido

Uma mulher foi assassinada na sexta-feira (13/2), poucas horas após denunciar o companheiro por violência doméstica, na cidade de Ipirá, no Centro-Norte da Bahia.
Liliane Bastos Azevedo, de 25 anos, foi esfaqueada pelo marido, Aroldo Cintra Aragão, por volta das 14h, cerca de 12 horas depois de ter sido agredida e ameaçada ao se recusar a manter relações sexuais com ele.
Durante a madrugada, Liliane registrou boletim de ocorrência por violência doméstica no site da Delegacia Virtual e solicitou medida protetiva de urgência, prevista na Lei Maria da Penha.
Leia reportagem completa no Correio.
Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL
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Câmara Criminal mantém condenação de agricultor por homicídio na Transacreana
Por maioria, desembargadores rejeitam recurso da defesa e confirmam pena de mais de 18 anos em regime fechado


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