Acre
Secretária de Saúde se reúne com equipe da vigilância para aprimorar ações e alcançar objetivos
Aldenice Ferreira quer garantir ajuste e aprimoramento das estratégias de saúde para garantir um atendimento cada vez melhor à população
WILIANDRO DERZE, assessoria PMB
A secretária municipal de saúde de Brasiléia, Aldenice Ferreira se reuniu com a equipe da Vigilância Epidemiológica e Imunização para adequar as estratégias de ações em todas as regionais. O objetivo é aprimorar e reavaliar os trabalhos que vem sendo desenvolvido e corrigir falhas existentes, garantindo uma melhor eficiência aos atendimentos a população.
A reunião entre a equipe da vigilância destacou que se deve reforça os trabalhos e atenção às equipes dos Agentes Comunitários de Saúde – ACS, já que os mesmo lidam diretamente com a população fazendo as visitas domiciliares e cuidando da cobertura vacinal que é de grande importância para as metas dos indicadores de saúde.
Outra pauta debatida durante a reunião foi a respeito das investigações de óbitos no município, que desde 2008 estavam totalmente desatualizadas e em menos de oito meses de gestão, depois de muito trabalho foi atualizada. Os prontuários para investigação estavam pendentes de 2008 a 2012.
Para a secretária de saúde, as diversas reuniões que tem feito são para garantir os ajustes necessários para a população obter o serviço de saúde cada vez melhor.
“Estamos revendo a cada dia nossas estratégias, tendo em vista que na saúde muitas vezes temos que ajustar algumas ações e aprimorar outras. Nossa equipe vem trabalhando constantemente para garantir um serviço de saúde cada dia melhor aos usuários. Recebemos o sistema de saúde do município com muitos problemas e com condições deficitárias, mas conseguimos arrumar a casa e estamos dando garantia aos serviços essenciais”, explicou Aldenice Ferreira.
De acordo ainda com a secretária prova dos avanços obtidos até o momento é que todas as Unidades de Saúde disponibilizam de dois médicos e uma equipe de enfermeiros e auxiliares de enfermagem. Ela destacou que no Centro de Saúde Fernando Correia existem 4 médicos, sendo 3 clínicos geral e um ginecologista, além de toda uma equipe de apoio.
A coordenadora da Vigilância Epidemiológica e Imunização, Leila Franco comentou que o objetivo das reuniões solicitadas pela secretária é encontrar as melhores estratégias para garantir um melhor atendimento à população sempre.
“A secretária mudou muito a cara da saúde do município quando deu as condições necessárias para as Unidades e os Centros de Saúde realizarem os atendimentos. A situação era critica e essa gestão garantiu as condições básicas de saúde a população”, frisou Leila Franco.
Segundo a secretária existem alguns problemas que precisam ser ajustados, mas é preciso o entendimento dos Poderes Públicos.
“A população não sabe que para a compra de medicamentos que vai para as Unidades e Centros de Saúde, existe o apoio do Ministério da Saúde, mas a contra partida do município é quase o valor total. O município gasta cerca de R$ 140 mil com medicamentos todos os meses. A compra de remédios deve ser feita de forma tripartite, Município, Governo do Estado e Governo Federal. O Governo do Estado este ano não repassou um centavo para a compra de medicamentos, sendo que de acordo com a regulamentação deveria ser repassado todos os meses. Isso não vem acontecendo e não sabemos ainda por quais motivos”, destacou Ferreira.
Aldenice disse ainda, que mesmo havendo muitos avanços as possíveis falhas que existirem serão corrigidas, e que está reunindo com as equipes das diversas áreas da saúde para garantir bons resultados e a satisfação da população de Brasiléia.
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Acre
Defesa Civil do Estado monitora rios e mantém ações preventivas

Conforme o boletim divulgado às 15h desta sexta-feira, 23, pela Agência Nacional de Águas (ANA) e pela Defesa Civil, a capital acreana segue em cota de transbordamento. Enquanto em Cruzeiro do Sul, o rio Juruá apresenta vazante, mas segue acima da cota de alerta.
Em Rio Branco, o rio Acre marcou 14,36 metros, mas segue com tendência de vazante, indicando redução gradual do nível. A atuação contínua do Estado, por meio da Defesa Civil, garante o monitoramento em tempo real, o apoio às defesas civis municipais e a pronta mobilização das equipes para atendimento às famílias em áreas de risco.
Em Cruzeiro do Sul, o Rio Juruá registrou 12,05 metros, permanecendo acima da cota de alerta e abaixo da cota de transbordamento, também em vazante.
Nos demais municípios monitorados, os rios permanecem abaixo das cotas de alerta, com predominância de vazante. Localidades como Assis Brasil, Brasileia, Epitaciolândia, Xapuri, Capixaba, Porto Acre, Sena Madureira, Manoel Urbano, Porto Walter, Tarauacá, Feijó e Plácido de Castro apresentam cenário hidrológico estável.
O Riozinho do Rola, importante afluente do Rio Acre, também segue abaixo da cota de alerta e em queda, contribuindo para a redução gradual do volume de água na principal bacia do estado.
A Defesa Civil segue fazendo o monitoramento dos rios em todo o estado, além do acompanhamento das previsões de chuvas. Segundo o coordenador da Defesa Cìvil, coronel Carlos Batista, o alerta seguirá pelos próximos meses, fevereiro e março, visto que são períodos chuvosos. “Todo sistema está sempre em alerta pra agir por meio das defesas civis municipais.”
O coordenador também alertou a população sobre os riscos que as enchentes trazem. “Nesses períodos de vazante sempre há problemas de movimentação de solo. Por isso, se a população identificar que está tendo alguma agitação nos seus quintais, que apresentou rachadura numa árvore, parede, porta ou janela, é importante entrar em contato imediato com a Defesa civil ou corpo de bombeiros”.
O coordenador ressaltou a importância de acionar os serviços competentes e afirmou o compromisso do governo do Estado com a população atingida. “É importante você entrar em contato imediato com o corpo de bombeiros pelo número 193, para que uma equipe especializada possa ir ao local para fazer a devida análise. O governo do Estado está sempre com o objetivo de preservar bens e vidas”, salientou.
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Acre
Rio Acre registra 13,86 metros às 9h e segue em vazante em Rio Branco

Foto: Sérgio Vale
O nível do Rio Acre atingiu 13,86 metros às 9h deste sábado, 24, segundo boletim divulgado pela Defesa Civil Municipal de Rio Branco. O dado confirma a tendência de vazante observada nas últimas medições, com redução gradual do volume de água ao longo da manhã.
Na leitura anterior, realizada às 5h45, o rio marcava 13,98 metros, o que representa uma diminuição de 12 centímetros em pouco mais de três horas. Apesar da queda, o manancial ainda permanece acima da cota de alerta, que é de 13,50 metros, e abaixo da cota de transbordo, estabelecida em 14 metros.
De acordo com a Defesa Civil, não foi registrado volume de chuva nas últimas 24 horas, fator que contribui para a tendência de recuo das águas. O órgão segue monitorando o comportamento do rio e orienta moradores de áreas ribeirinhas a permanecerem atentos aos boletins oficiais.
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Acre
Cemaden aponta risco moderado de inundação em áreas ribeirinhas do Acre

Foto: Defesa Civil de Feijó/divulgação
O Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden) classificou como moderada a possibilidade de inundação gradual em áreas ribeirinhas do Acre neste sábado (24). O alerta considera a propagação das ondas de cheia nos rios principais e afluentes, somada à previsão de chuvas bem distribuídas na região.
De acordo com o boletim de riscos geo-hidrológicos divulgado pelo órgão, as áreas sob atenção incluem as Regiões Geográficas Intermediárias de Rio Branco e Cruzeiro do Sul, onde há possibilidade de extravasamento de rios e igarapés, afetando comunidades ribeirinhas e áreas mais baixas.
O Cemaden destaca que o cenário atual é influenciado pela elevação dos níveis dos rios e pela continuidade das chuvas previstas, o que pode provocar alagamentos graduais, especialmente em locais com histórico de cheias. Apesar do risco classificado como moderado, o órgão reforça a necessidade de monitoramento constante por parte das autoridades locais e da população.
O boletim faz parte do sistema nacional de monitoramento de desastres naturais e considera dados hidrológicos atuais aliados às previsões meteorológicas para definir os níveis de risco. No Acre, o período chuvoso tem provocado elevação dos rios nas últimas semanas, com impactos em áreas urbanas e rurais.





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