Conecte-se conosco

Cotidiano

Sancionada há mais de 1 mês, lei que proíbe uso de canudos de plástico ainda não funciona no estado

Publicado

em

Associação Brasileira de Bares e Restaurantes quer prazo para se adequar à lei. OAB reuniu autoridade do assunto para debater tema.

Sancionada há mais de 1 mês, lei que proíbe uso e venda de canudos de plástico ainda não funciona no AC — Foto: Reprodução/Rede Amazônica Acre

Por G1 AC — Rio Branco

Aprovada há mais de um mês no Acre, a lei que proíbe a utilização de canudos plásticos ainda aguarda regulamentação e gera polêmica no estado.

Uma das “falhas” apontadas é a falta de um prazo para que os estabelecimentos se adéquem à nova norma.

________________

O PL foi apresentado na Aleac no dia 5 de junho, data que é celebrada o Dia Mundial do Meio Ambiente, pelo deputado Jenilson Leite (PSB).

________________

Em 7 de novembro, o projeto foi sancionado, mas ainda precisaria passar por regulamentação para definir qual o órgão ficaria responsável pela fiscalização, punição e valores de multas. Procurado pelo G1, o governo informou que ainda não tem previsão para regulamentar a lei.

Como há mais de um mês o estado ainda não sentiu os efeitos efetivos da lei, um encontro, reunindo a Ordem dos Advogados do Brasil no Acre (OAB-AC) e autoridades ligadas ao meio ambiente, debateu ações que podem contribuir para a implantação da lei.

Aproveitando a oportunidade, o presidente da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel), Paulo Brum, pediu que fosse definido, principalmente, prazos para que os empresários pudessem se adequar.

“Por exemplo, tem alguns estados que pediram um ano para adaptação da lei. Acredito que nós, por sermos um estado um pouco menor, não precisamos de todo esse tempo, em seis, oito meses a gente consegue se adequar. Não só os restaurantes no contexto geral têm e usam o canudo, mas, o mercado em geral tem o canudo à venda, então, querendo ou não, é uma despesa, são valores agregados que acabam que, se não consumir, vai se perder, vira despesa. Então, precisa ter de fato essa adaptação da lei, esse prazo para que a gente não saia no prejuízo”, alegou.

Estabelecimentos precisam de um prazo para se adequarem — Foto: Reprodução/Rede Amazônica Acre

O discurso de Brum é reforçado pela comerciante Cleionice Bezerra. Ela se diz a favor da lei, mas que seja implantada de uma forma que não prejudique o setor.

“Achei bom, porque polui menos o meio ambiente. Mas, com certeza, todos vão precisar de um tempo para se adequar à nova fase, aos novos canudos, isso aí é fato”, enfatiza.

O presidente da OAB-AC, Erick Venâncio, diz que este é o primeiro passo para que os debates avancem e novas ações sejam implantadas.

“A lei talvez não seja nem o mais importante, mas tem sua maior importância de trazer essa discussão. Precisamos conscientizar a população de que nós precisamos mudar nossos hábitos, precisamos mudar o nosso comportamento quanto consumidores, porque senão, não vamos reverter o quadro que nos encontramos hoje. A natureza tem mandado recados evidentes, efetivos, claros, de que a forma que nós nos relacionamos com ela não é possível permanecer”, pontua.

Autor da lei que foi sancionada, o deputado do PSB, Jenilson Leite diz que reconhece os buracos existentes no texto divulgado no Diário Oficial do estado. Mas, destacou que se sente em feliz em ver a mobilização em volta do tema.

Encontro debateu lei que proíbe venda e distribuição de canudos — Foto: Reprodução/Rede Amazônica Acre

“O governo do estado, apesar de ter regulamentado, não disse qual a secretaria que vai cuidar da aplicação da lei, não fez nenhum diálogo no sentido de estabelecer um prazo para que os restaurantes, os bares, os comércios deixassem de fazer circular esse item que hoje é desnecessário no nosso dia a dia. E a gente fica feliz quando vê a OAB, a Associação de Bares e Restaurantes, quando vê a universidade e pessoas empenhadas para que essa lei possa ser aplicada o mais rápido possível”, finaliza.

Além da palestra, foi assinado o termo de cooperação da agenda ambiental na administração pública, pela prefeitura municipal e Secretaria Municipal de Meio Ambiente (Semeia).

Comentários


Cotidiano

Neymar iguala marca de Pelé e Ronaldo pelo Brasil em Copas do Mundo

Publicado

em

OGol

Perto de se tornar o maior artilheiro da história da Seleção Brasileira, Neymar segue marcando seu nome com a Amarelinha e ao marcar no jogo de hoje contra a Coreia do Sul, pelas oitavas de final, ele igualou uma marca que antes só pertencia a Pelé e Ronaldo, outros gigante do futebol brasileiro.

Com o gol de pênalti marcado na goleada contra a Coreia do Sul, Neymar marcou em três Copas do Mundo pela Seleção Brasileira. O craque marcou quatro gols em 2014, dois em 2018 e agora um em 2022. Ao todo, soma sete gols em 12 jogos de mundial disputados.

Ronaldo é o maior goleador do Brasil em Copa do Mundo até hoje, com 15 gols, seguido por Pelé, com 12, e Ademir Menezes, com nove. O Fenômeno marcou gols nas copas de 1998, 2002 e 2006.

Comentários


Continue lendo

Cotidiano

Livakovic brilha na disputa de pênaltis, Croácia elimina o Japão e vai às quartas de final

Publicado

em

OGol

Demorou, mas o Brasil já sabe quem enfrenta caso avance para as quartas de final da Copa do Mundo. Em jogo decidido na disputa de pênaltis, após empate em 1 a 1 no tempo regulamentar, a Croácia superou o Japão com o brilho de Livakovic, autor de três defesas em cobranças japonesas.

Agora, a Croácia aguarda o vencedor do confronto entre Brasil e Coreia do Sul, que acontece logo mais, às 16h. A partida das quartas de final está agendada para o dia 9 de dezembro, próxima sexta-feira, às 12h. Pelo chaveamento, o vencedor das quartas de final enfrentará na semifinal quem levar a melhor no duelo entre Holanda e Argentina, que também está marcado para sexta-feira, porém um pouco mais tarde, às 15h.

Menos bola, mais ação

O bom primeiro tempo de Japão e Croácia foi uma boa amostra de duas escolas diferentes no futebol. A Croácia, com o forte meio de campo formado por Brozovic, Kovacic e Modric, conseguiu controlar a posse de bola, mas ironicamente sofreu para dar ritmo ao jogo e conectar a defesa ao ataque. O Japão, sempre valente nos contra-ataques, foi mais feliz quando importunou os croatas com pressão em uma linha mais alta.

A Croácia começou melhor no ataque, mas acabou penalizada por certa displiscência e demora para concluir. Aos 7 minutos, Perisic recebeu dentro da área, ficou na dúvida se chutava ou se cruzava, e acabou não fazendo nem uma coisa, nem outra. Mais tarde, em lance parecido, Petkovic recebeu livre e, quando podia ter finalizado, acabou tentando um passe para o meio da área e acabou travado, em bola que terminou nas mãos de Gonda.

Disciplinado taticamente, o Japão só avançava para o ataque na medida que a Croácia cedia espaços. Muitas vezes ele surgiu, especialmente pelo flanco direito, quando Ito foi bastante acionado. Os cruzamentos do atacante para o baixinho Maeda, porém, não tinham grande efeito.

Quando a primeira etapa caminhava para o 0 a 0, porém, a emoçou tomou conta. Primeiro, Kamada quase abriu o placar, após Maeda recuperar bola perto da área e passar para Endo, que encontrou Kamada livre. O atacante limpou a maração e bateu por cima do gol. Ironicamente, aos 42, o gol saiu mesmo com o diminuto Maeda, após cruzamento, desta vez de Doan. Se não conseguia ganhar pelo alto, Maeda aproveitou a falha da defesa e concluiu do chão, de pé esquerdo, para o fundo do gol, 1 a 0.

Empate não resolve

Sem outra alternativa a não ser partir para o ataque no segundo tempo, a Croácia prontamente solucionou o principal problema do time na primeira etapa: a falta de presença ofensiva. O gol solitário, porém, não impediu do jogo seguir para a prorrogação.

O empate dos croatas saiu antes dos 10 minutos. O zagueirão Lovren partiu para o ataque para fazer o que o meio de campo não vinha conseguindo: criar. Foi do ex-jogador do Liverpool o cruzamento na medida para Perisic, que de cabeça mandou para o lado oposto de Gonda, 1 a 1.

Depois de igualar o placar, a Croácia melhorou no jogo e passou a causar bastante problemas para o Japão. Modric, um pouco sumido na partida, quase anotou uma pintura com uma bomba de fora da área, em que Gonda salvou em defesa de mão trocada. O próprio Perisic, jogador mais acionado do ataque, também teve a chance de marcar seu segundo no jogo, após invadir a área e bater colocado, em bola que acabou desviada na marcação.

Menos perigoso do que no primeiro tempo, o Japão teve apenas uma boa oportunidade para retomar a liderança no placar. Endo arriscou de fora da área e obrigou Livakovic a fazer uma defesa plástica. O jogo teve que seguir por mais 30 minutos.

Prorroga sem emoção e pênaltis

A passagem do confronto pela prorrogação serviu para cumprir a regra da Fifa e nada mais. Exaustas, Croácia e Japão (quase) não produziram nada, em compasso de espera pela decisão por pênaltis.

O único lance de perigo nos primeiros 15 minutos foi um contra-ataque rápido puxado desde o campo de defesa por Kaoru Mitoma. O atacante japonês foi avançando e a defesa croata recuando, até chegar na entrada da área e fuzilar, em lance que contou com grande intervenção de Livakovic. Nos últimos 15 minutos de bola rolando, a situação não mudou – para não dizer que a Croácia não arriscou nada, antes do jogo seguir para as penalidades Majer chutou de fora da área e a bola passou à direita da meta de Gonda.

Na disputa de pênaltis, o Japão começou logo de cara atrás, com Minamino batendo fraco e parando em defesa de Livakovic, enquanto a Croácia converteu com Brozovic. No segundo pênalti, os japoneses perderam novamente, após Mitoma parar também no goleiro croata, mas desta vez Livaja desperdiçou. O Japão só foi converter na terceira penalidade com Asano. A falta de pontaria japonesa se confirmou na quarta cobrança, desperdiçada por Yoshida, e com brilho de Livakovic, que defendeu três dos quatro pênaltis cobrados pelos asiáticos.

Comentários


Continue lendo

Cotidiano

Técnico português é aposta do Grupo City para o ‘novo Bahia’

Publicado

em

OGol

Depois de definir a venda do Bahia ao Grupo City, o futuro do clube começa a ser definido com o nome Renato Paiva como técnico. A informação do acerto foi adiantada pelo apresentador Márcio Martins e confirmada por Pedro Sepúlveda, da SIC de Portugal.

Segundo Martins, Renato Paiva desembarca no Brasil entre quarta e quinta-feira e será o primeiro comandante do Bahia em sua era como Sociedade Anônima de Futebol (SAF).

Com 52 anos, Paiva trabalhou nas categorias de base do Benfica por muitos anos, e chegou à equipe B das Águias na temporada 2018/19. Foram três anos no cargo, até que o treinador recebeu um convite para treinar o Independiente del Valle, do Equador.

Em seu primeiro desafio internacional, o português conquistou um título da Liga do Equador, disputou a edição 2022 da Copa Libertadores, e na sequência assumiu o Club León, do México. Renato Paiva ficou apenas 12 jogos no clube e pediu demissão no fim do mês de novembro.

Comentários


Continue lendo

Em alta