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Roubos de moto na fronteira com a Bolívia e Peru gera reclamações por mais segurança
Ladrões roubam moto ao lado da delegacia de Epitaciolândia durante o dia
As cidades que fazem fronteira com a Bolívia e o Peru, vem sendo alvo de furtos de veículos, principalmente motos. A ação dos meliantes vem gerando insatisfação por parte dos proprietários que clamam por mais segurança.
Na cidade de Assis Brasil, um morador publicou para as redes sociais, anunciando o roubo de sua moto modelo Honda nesta quinta-feira, dia 7. Complementa que somente nesta semana, foram cerca de três veículos na pequena cidade.
Assis Brasil tem menos de 10 mil habitantes, sendo que sua maioria fica na zona urbana. Com o rio que liga o Acre ao Peru bastante seco, vem facilitando o furto de veículos e com o pequeno contingente na Polícia Civil e Militar, ajuda na ação dos ladrões.
“Estamos tendo de contratar vigilância particular e investir em equipamentos de monitoramento para poder ter um pouco de tranquilidade. Aqui era uma cidade onde não essa preocupação de por grades nas portas e janelas”, desabafou o morador.
Já em Brasiléia e Epitaciolândia, que fazem fronteira com a cidade de Cobija, lado boliviano, não é diferente. Ações de ladrões vem assustando os moradores com os furtos que vem crescendo.
Em plena luz do dia, bandidos praticam furtos de motos até em estacionamento de mercado. Além de assaltos pelas ruas e até mesmo depredações do patrimônio público, não se importaram se estavam ao lado da delegacia.
A ação dos ladrões foi registrada e divulgadas nas redes sociais. Maioria dessas motos roubadas em Brasiléia e Epitaciolândia são levadas para o lado boliviano, onde são trocadas por drogas e armas principalmente.
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COMUNICADO IMPORTANTE – TRANS ACREANA
COMUNICADO – ALTERAÇÃO DE HORÁRIOS
A Trans Acreana informa que, devido aos recentes aumentos no preço do combustível, impactados também por fatores e oscilações do cenário internacional, serão realizados ajustes operacionais em algumas linhas.
A partir do dia 18 de março, passam a vigorar os seguintes horários:
Rio Branco x Bujari
06:00 • 07:00 • 09:30 • 11:30 • 13:50 • 17:30 • 19:30
Bujari x Rio Branco
06:00 • 07:00 • 08:00 • 10:40 • 12:50 • 15:40 • 18:30
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Rio Branco x Senador Guiomard
06:00 • 07:00 • 09:30 • 12:00 • 14:10 • 17:30 • 19:30
Senador Guiomard x Rio Branco
06:00 • 07:00 • 08:30 • 11:00 • 13:10 • 16:00 • 18:30
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Rio Branco x Porto Acre
08:00 • 18:30
Porto Acre x Rio Branco
06:00 • 17:00
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Cruzeiro do Sul x Mâncio Lima
08:00 • 11:30 • 14:30 • 17:00
Mâncio Lima x Cruzeiro do Sul
05:30 • 09:00 • 13:30 • 16:00
As alterações visam manter a continuidade dos serviços e o atendimento aos passageiros.
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MPAC apura irregularidades no Fundo da Criança e do Adolescente em Epitaciolândia
Procedimento acompanha falhas na gestão e busca garantir regularização e aplicação correta de recursos destinados à infância
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Governo do Acre confirma caso de Mpox na região de fronteira com a Bolívia
Paciente suspeito já era alvo de especulações; autoridades de saúde iniciam monitoramento e rastreamento de contatos
O Governo do Acre confirmou, na manhã desta terça-feira (17), um caso de Mpox na região de fronteira com a Bolívia. A informação foi divulgada por meio de comunicado oficial da Secretaria de Estado de Saúde (Sesacre), após dias de especulações nas cidades acreanas e em Cobija, no lado boliviano.
Inicialmente, havia informações desencontradas sobre o paciente, incluindo a possibilidade de se tratar de um acadêmico de medicina. Também circulavam rumores de que o caso estaria sendo acompanhado fora do Brasil, o que gerou incertezas entre moradores da região.
A Mpox é uma doença viral, anteriormente conhecida como varíola dos macacos, transmitida principalmente por meio do contato direto com lesões na pele, fluidos corporais ou materiais contaminados de pessoas infectadas.
Entre os principais sintomas estão erupções cutâneas, febre, ínguas, dores no corpo e sensação de fraqueza. O quadro clínico costuma durar entre duas e quatro semanas, e o tratamento é voltado para o alívio dos sintomas.
Após a confirmação, o Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde (CIEVS) nacional e o CIEVS de Fronteira foram acionados para dar início aos protocolos de monitoramento. Autoridades sanitárias de São Paulo e de Cobija também foram comunicadas para auxiliar no rastreamento de possíveis contatos.
A Sesacre informou que equipes da Vigilância Epidemiológica, do Laboratório Central de Saúde Pública (Lacen) e de outros órgãos foram mobilizadas para acompanhar o caso e aplicar as medidas previstas pelo Ministério da Saúde, incluindo o monitoramento e orientação de pessoas que tiveram contato com o paciente.
Segundo dados atualizados, o Brasil segue monitorando casos da doença em 2026, com maior concentração no estado de São Paulo, sem registro de óbitos até o momento.





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