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Rio Branco F.C. conquista o 47º campeonato futebol acreano 2021
A torcida do estrelão compareceu e comemorou o título do Rio Branco, no estadual 2021, que venceu no jogo 1 x 0 e nas penalidades, por 4 x 2 na Arena da Floresta, na capital do Acre, conquistando o 47º título estadual.
Por JOÃO CARLOS PASSOS
No sábado no estádio Arena da floresta, com a volta da torcida aos estádios acreanos o Rio branco F.C., conquistou o título de campeão acreano de futebol de 2021, frente a equipe do Humaitá de Porto Acre, o tourão entrou em campo com a vantagem do empate e não conseguiu manter essa vantagem, pois enfrentou uma equipe do Rio Branco, inspirada e jogando com garra.
As equipes do Rio branco F.C. e Humaitá entraram em campo sabendo o que fazer para conquistar o título de campeão de 2021, diferente no primeiro confronto da final entre as equipes o diferencial do segundo confronto foi a presença do torcedor nas arquibancadas do Arena da Floresta, após um ano e oito meses sem frequentar os estádios acreanos, teve de tudo um pouco gritos de motivação, gritos de gol e até um pequeno tumulto.
Mais a presença do torcedor só foi possível com os esforços do governador do estado Gladson Cameli, através da secretaria de educação, cultura e esportes por intermédio do chefe do departamento de esportes senhor Junior Santiago, federação de futebol do estado do acre Antônio Aquino, Dirigentes dos clubes finalistas, imprensa e comitê anti covid-19.
No primeiro tempo, os primeiros 45 minutos foram equilibrados, sem chances claras de gol para os dois times. A melhor oportunidade do Rio Branco foi aos 25 minutos, com Caique camisa 7, aproveitou sobra da defesa do Humaitá dentro da área e finalizou cruzado pela linha de fundo.
O Humaitá teve boa chance em cabeceio após cobrança de escanteio, aos 30, mas o goleiro Elvis defendeu sem problemas. E o 0 a 0 permaneceu até o intervalo.
Na segunda etapa, o Rio Branco F.C. iniciou pressionando em busca do gol já que só a vitória interessava para seguir vivo na briga pelo título. E logo aos nove minutos teve a oportunidade de tirar o zero do placar. Após cruzamento para a área do Humaitá, a bola bateu no braço do defensor do Tourão de Porto Acre e a arbitragem marcou pênalti. Depois de muita reclamação por parte do Humaitá, Gabriel Ceará camisa 10, foi para a cobrança e chutou no meio do gol para fazer 1 a 0. O gol colocou o meia na artilharia do estadual com sete gols.
Em campo após os 17 e os 20 minutos houve um desentendimento entre as duas equipes e o árbitro Julian Negreiros acabou expulsando o volante Jackson camisa 4 do Humaitá e o técnico Marcelo Brás, pelo lado do Rio Branco. O Tourão de Porto Acre tentava criar jogadas para superar o goleiro Elvis, mas errava na pontaria.
Aos 28, Gilberto camisa 6, do Humaitá avançou pelo lado esquerdo e arriscou o chute de dentro da área, mas a bola saiu muito alta. Aos 34, o atacante Índio camisa 11 do Rio branco, desperdiçou grande chance de marcar o segundo do Estrelão ao ficar com a bola na frente do goleiro Martins, mas chutar fraco para defesa do camisa 1 do Humaitá. O Tourão de Porto Acre respondeu em seguida. Vinícius camisa 17, arrancou em velocidade, invadiu a área e chutou cruzado, assustando o goleiro Elvis.
Aos 38, Matheus camisa 8, aproveitou cobrança de escanteio para a área do Rio Branco e cabeceou com perigo pela linha de fundo. Quatro minutos depois, o goleiro Martins evitou belo gol de Caique camisa 7, com grande defesa e mandou a bola para escanteio. Aos 44, Aldair camisa 10, cobriu falta de longe, Elvis deu rebote e na sobra o ataque do Humaitá finalizou longe do gol. Aos 46, o Humaitá precisou fazer uma substituição forçada depois que o atacante Luan camisa 11, levou a pior em choque forte com o lateral-esquerdo Rogério, do Estrelão. O jogador do Humaitá deixou o gramado de maca, recebeu atendimento médico ainda no estádio e passa bem. Aos 54, o atacante camaronês Fafa, do Rio Branco recebeu cruzamento e desviou a bola para o gol, mas estava impedido. Com a vitória do Estrelão, a decisão foi para o tempo extra.
TEMPO EXTRA PRORROGAÇÃO
PRIMEIRO TEMPO
Com a condição física dos dois times bem comprometida a prorrogação foi disputada em ritmo lento. A melhor chance da primeira parte foi do Rio Branco. Aos nove minutos, Índio camisa 11 cruzou, Fafa desviou de cabeça sozinho dentro da área e a bola explodiu no travessão do goleiro Martins, que só olhou e torceu para ela não entrar. E nada de gol nos primeiros 15 minutos.
SEGUNDO TEMPO
O Rio Branco, parecia mais inteiro nos últimos 15 minutos e buscava o ataque. O Humaitá arriscava chutes de longa distância para tentar surpreender o goleiro Elvis. Aos 13, o Estrelão teve mais um jogador expulso após Uberaba camisa 3, cometer falta forte e receber o cartão amarelo e em seguida o vermelho. Mesmo assim, o Alvirrubro estrelado seguiu melhor e por pouco não conquistou o título com a bola rolando. No último lance da partida, Mamude camisa 14, recebeu no ataque e tentou por cobertura sobre o goleiro Martins, mas a bola tocou no pé da trave direita e saiu pela linha de fundo. Sem gols, a decisão foi para as cobranças de pênaltis.
PENALIDADES
O Humaitá iniciou cobrando os pênaltis e Paulo camisa 20, fez 1 a 0. Mamude camisa 14 deixou tudo igual para o Rio Branco. Na sequência, Gustavo camisa 19, fez 2 a 1 para o Tourão de Porto Acre. Caíque camisa 7, empatou para o Rio Branco. Na terceira cobrança do Humaitá, Matheus camisa 8, parou em Elvis, que caiu no canto direito baixo e defendeu. Pelo Rio Branco, Leandro Bahia camisa 16, cobrou e fez 3 a 2. O Humaitá perdeu a segunda cobrança consecutiva com Aldair camisa 10, que também parou nas mãos de Elvis. Para garantir a taça para o Estrelão, Gabriel Ceará camisa 10, cobrou a quarta penalidade com eficiência e fez 4 a 2, soltando o grito de é campeão do torcedor Alvirrubro, estrelado que não comemorava o estadual desde 2018.
Marcelo Brás
O técnico da equipe do estrelão Marcelo Brás, enfatizou a conquista do clube, destacando o grupo de jogadores, gratidão da diretoria e a torcida que acreditou no trabalho dele, na sua comissão técnica. Marcelo Brás que foi campeão como jogador pelo estrelão , agora conquista o título como treinador.
Presidente do Rio Branco Neto Alencar
Muito emocionado, parabenizou os jogadores, comissão técnica, a sua diretoria, patrocinadores, técnico Marcelo Brás e a torcida que compareceu ao arena da floresta, reconheceu seus erros na temporada do ano de 2020 e afirmou que continua na frente do Rio branco.
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Homem de 69 anos recebe alta após dez dias intubado por intoxicação com planta tóxica em Rio Branco
Oséias de Souza Lima comeu trombeta roxa com esposa e filho no quintal da vizinha; família ainda apresenta sequelas como sonolência e alucinações

Após a intoxicação, as três vítimas foram levadas ao hospital pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). Foto: captada
Após dez dias internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI), Oséias de Souza Lima, de 69 anos, recebeu alta do Instituto de Ortopedia e Traumatologia do Acre (Into-AC). Ele havia sofrido intoxicação grave ao comer um fruto da planta trombeta roxa (Datura metel), conhecida popularmente como saia roxa, no último dia 26 de fevereiro, no bairro Belo Jardim II, em Rio Branco.
A informação foi confirmada à reportagem por uma cunhada de Oséias, que preferiu não se identificar, nesta segunda-feira (9). Segundo ela, o idoso ainda não está totalmente recuperado e apresenta sequelas.
“Após a alta, percebemos que ele ainda está com bastante sono, por isso fica bocejando direto e também segue meio lento”, relatou.
O caso aconteceu quando Oséias, a esposa Gelzifran da Silva Lima e o filho do casal, de 13 anos, ingeriram o fruto da planta tóxica que estava no quintal da vizinha. Todos foram socorridos e internados.
Gelzifran permaneceu internada por alguns dias e, segundo familiares, também enfrentou complicações. Mesmo após receber alta, ela apresentou períodos de alucinações, dificuldade para se alimentar por conta do gosto amargo na boca e insônia. O estado de saúde do adolescente não foi detalhado.
A trombeta roxa é uma planta ornamental que contém substâncias alucinógenas e altamente tóxicas se ingerida. A ingestão pode causar quadros graves de intoxicação, com sintomas que vão desde alucinações até complicações respiratórias e cardíacas.
Planta ‘Trombeta Roxa’
Conforme o professor e coordenador do Programa de Pesquisa em Biodiversidade da Amazônia Ocidental (PPBio) da Universidade Federal do Acre (Ufac), o biólogo Marcos Silveira, o fruto não pode ser ingerido por conta das toxinas.
“A trombeta roxa é da família Solanaceae, a mesma do tomate, da batata, da pimenta de cheiro e do manacá. Ela é uma planta asiática naturalizada em várias partes do mundo. É altamente tóxica, mas em doses controladas é usada como analgésico e antiespasmodico”, afirmou.
Ainda segundo o especialista, a planta é considerada invasora, visto que cresce com facilidade e se espalha rapidamente. Ele destacou também que por ter atropina, uma substância usada para tratar batimentos cardíacos lentos e em colírios para dilatar a pupila, o fruto da trombeta roxa causa intoxicação grave.
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Violência no Acre: homens são 9 em cada 10 vítimas de mortes violentas em 2025
Dados do MPAC apontam que 88,89% das vítimas são do sexo masculino; criminalidade organizada e disputas territoriais estão entre as principais causas

Segundo o levantamento, das 189 mortes violentas registradas no estado, 168 eram homens, o que corresponde a 88,89% do total. Foto: captadas
A violência letal no Acre tem rosto, gênero e uma estatística alarmante: quase nove em cada dez vítimas de mortes violentas registradas em 2025 são homens. É o que aponta o Painel de Acompanhamento de Mortes Violentas Intencionais (MVI), ferramenta mantida pelo Ministério Público do Estado do Acre (MPAC).
De acordo com o levantamento, das 189 mortes violentas contabilizadas no estado neste ano, 168 eram do sexo masculino — o equivalente a 88,89% do total. As mulheres somaram 21 vítimas, representando 11,11% das ocorrências.
O indicador reúne crimes como homicídio doloso, feminicídio, latrocínio e lesão corporal seguida de morte, compilados pela Polícia Civil e analisados pelo Observatório de Análise Criminal do MPAC.
Os números do Acre acompanham uma tendência nacional já identificada por estudos de segurança pública: a maior exposição dos homens à violência letal. Entre os fatores que explicam essa realidade estão os conflitos interpessoais, a atuação da criminalidade organizada e as disputas territoriais — estas últimas, frequentemente ligadas ao tráfico de drogas.
O painel do MPAC segue monitorando a evolução da violência no estado, fornecendo subsídios para políticas públicas e ações de segurança.

As mulheres, por sua vez, somaram 21 vítimas, representando 11,11% das ocorrências em 2025. Foto: captadas
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Animais soltos na BR-364: vídeo mostra bois no meio da rodovia em Cruzeiro do Sul
Cena registrada por motorista escancara problema que já causou duas mortes este ano na principal ligação da região; moradores cobram providências

A presença de bois e vacas na rodovia aumenta o risco de colisões graves, já que o impacto contra animais de grande porte costuma ser devastador. Foto: captada
Um motorista flagrou dois bois caminhando tranquilamente no meio da BR-364, em Cruzeiro do Sul, no interior do Acre. As imagens, registradas em vídeo, evidenciam um problema recorrente e perigoso na principal rodovia que corta a região.
Somente neste ano, dois acidentes fatais foram provocados por animais soltos na pista. O impacto contra bois e vacas, animais de grande porte, costuma resultar em colisões devastadoras, colocando em risco a vida de condutores e passageiros que trafegam pelo local.
A BR-364 concentra intenso fluxo de veículos leves e pesados por ser a principal via de ligação da região. A presença constante de animais na pista aumenta exponencialmente o risco de novas tragédias.
Moradores e motoristas que utilizam diariamente o trecho cobram medidas urgentes das autoridades competentes e também dos proprietários rurais. Entre as principais reivindicações estão a instalação de cercas adequadas nas laterais da rodovia e o reforço na fiscalização para responsabilizar donos de animais que permanecem soltos.
O temor da população é que, sem uma solução definitiva, novos acidentes com vítimas fatais voltem a acontecer.
Projeto de Lei prevê multa para proprietário que deixar animal circular em estradas

Multa é escalonada de acordo com o porte do animal, mas em todos os casos a infração é considerada gravíssima. Foto: captada
A Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável da Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 1211/21, que proíbe a presença de animais soltos nas vias e determina aplicação de multa a proprietários, posseiros ou tratadores.
O texto, do deputado João Maia (PL-RN), altera o Código de Trânsito Brasileiro. O projeto determina punição a quem permitir ou deixar de adotar providências que impeçam a circulação, em via pública, de animais de sua propriedade. A multa é escalonada de acordo com o porte do animal; porém, em todos os casos a infração é considerada gravíssima.
Também será punida a condução do animal fora dos parâmetros da lei em vigor: os rebanhos devem ser divididos em grupos de tamanho moderado no transporte e separados por espaços suficientes para não obstruir o trânsito. A infração é considerada grave ou leve a depender do porte do rebanho e o animal poderá ser recolhido pela Polícia Rodoviária Federal se não for organizado o transporte nos moldes da lei.
Animais recolhidos
O texto autoriza o leilão dos animais que não sejam reclamados por seus proprietários ou possuidores no prazo de 15 dias e que tenham sido vítimas de maus tratos continuados, constatados na inspeção veterinária. Nos casos de suspeita de maus tratos, a perícia deverá ser custeada pelo infrator.
A restituição dos animais recolhidos somente será feita àquele que comprovar ser o seu legítimo proprietário ou possuidor e estará condicionada ao prévio pagamento de multas, taxas, despesas com remoção e estada, além de outros encargos previstos na legislação.







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