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Reembolsos do Master devem começar em 2025, diz presidente do FGC à CNN

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Daniel Lima afirmou ainda que caso do Banco Master não leva riscos ao FGC, já que a instituição não estava “altamente conectada” e sua liquidação “não foi supresa”

• Imagem gerada por IA

O presidente do FGC (Fundo Garantidor de Créditos), Daniel Lima, disse em entrevista à CNN nesta quinta-feira (20) que os reembolsos do Banco Master devem começar ainda neste ano. Após receber a lista de credores e valores a serem ressarcidos, os pagamentos começam em dois dias úteis.

“Não tem prazo específico para o liquidante mandar a lista. Mas se a gente olha para os últimos processos de pagamento, tomou entre 30 e 40 dias. A gente recebe essa lista e em dois dias úteis já está começando a fazer os pagamentos. A tendência é de que comece a pagar ainda neste ano”, disse.

Lima destacou que o início dos pagamentos depende também de os credores realizarem a solicitação da garantia. Neste momento, as pessoas e empresas já podem fazer um cadastro básico no aplicativo do FGC — e mais à frente já poderão pedir o resgate.

“O FGC fez trinta anos agora em novembro, e nesses trinta anos foram quarenta liquidações de bancos. E nestes quarenta bancos, todos receberam seu dinheiro de acordo com as regras do mecanismo. E vai dar tudo certo de novo”, disse.

Essa será a maior operação deste tipo na história. Nas contas do Fundo, as instituições liquidadas possuem base estimada de 1,6 milhão de credores com depósitos e investimentos elegíveis ao pagamento de garantia que somam aproximadamente R$ 41 bilhões.

Sem riscos ao FGC

Ainda de acordo com Lima, o caso do Banco Master não leva riscos ao mecanismo, já que a instituição não estava “altamente conectada” com outros bancos e que sua liquidação “não foi uma supresa”.

“Em termos de risco, não vamos precisar ter muita pressa com essa história. Não vemos um banco altamente conectado com outros bancos, nem uma surpresa. Quando acontece uma liquidação bancária e é uma surpresa, as pessoas podem ficar ansiosas e haver uma corrida bancária”, disse.

“Neste caso, é algo que já vinha sendo amplamente divulgado. Nossa análise de risco mostra que é um caso isolado, e temos tempo para discutir com a indústria, com os bancos, com o Banco Central a recomposição do patamar de liquidez ao longo do tempo”, disse.

Acontece que, segundo regras, o fundo precisa ter liquidez equivalente a 2,5% de depósitos elegíveis. No primeiro semestre, o fundo contava com R$ 122 bilhões e estava no patamar de 2,32%. Agora, cerca de R$ 41 bilhões serão utilizados no resgate do Master, o que leva a questionamentos sobre sua solidez.

Lima defende que o fundo segue robusto e, além disso, teria acesso a bolsos de liquidez e à antecipação de contribuição dos bancos caso haja necessidade de recomposição.

Etapas para pagamento da garantia

  • O liquidante ou interventor do Banco Master envia ao FGC a relação das pessoas beneficiárias com os valores devidos. A consolidação dessa lista requer prazo que varia por instituição (na média, conforme experiência recente, cerca de 30 dias).
  • O aplicativo do FGC já está disponível; os credores podem realizar o cadastro básico.
  • Após o recebimento da base de dados, o FGC informa aos credores que o sistema está disponível para solicitação da garantia. O credor precisa manifestar interesse.
  • Pessoas físicas (CPF) solicitam a garantia pelo aplicativo do FGC; pessoas jurídicas (CNPJ) realizam o processo por meio do site do FGC.
  • Após o cadastro completo, a pessoa física visualiza o valor a receber e assina digitalmente o termo de solicitação; para pessoa jurídica, o termo é enviado por e-mail após análise documental.
Fonte: CNN

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Moraes volta a negar pedido de Malta para visitar Bolsonaro na prisão

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KEBEC NOGUEIRA/METRÓPOLES @kebecfotografo
Senador Magno Malta presta declarações à imprensa, de dentro do carro, após visitar o ex-presidente Jair Bolsonaro, condenado por tentativa de golpe de Estado Metrópoles

O ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes manteve a decisão de negar autorização de visita do senador Magno Malta (PL-ES) ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) na prisão. Segundo Moraes, não restam dúvidas de que ” houve tentativa de ingresso no estabelecimento prisional sem autorização judicial” por parte do senador, em 17 de janeiro.

Malta havia protocolado, nessa quarta-feira (25/2), um pedido de reconsideração ao ministro por decisão anterior e afirma que ela foi baseada em “premissa fática equivocada”. De acordo com ele, o próprio ofício da PMDF, juntado ao processo, registra que não houve ingresso em área de custódia, descumprimento de ordem, uso de força ou de prerrogativa parlamentar.

Na decisão, o ministro do STF citou que o indeferimento anterior baseou-se no ofício da PMDF que detalha a tentativa do senador de entrar no 19º Batalhão da Polícia Militar do Distrito Federal (19º BPM), conhecido como Papudinha, dois dias após Bolsonaro ter sido encaminhado ao local.

De acordo com os relatos dos policiais, Malta tentou ingressar no local e foi informado de que apenas membros da família previamente autorizados têm direito à visitação regular e que quaisquer outras visitas dependem de cadastro prévio e autorização judicial. Mesmo após a resposta, o senador afirmou querer fazer uma oração no local, o que também foi negado.

O embate entre os policiais e o senador durou cerca de 30 minutos, quando Malta teria manifestado ciência das cautelares e deixado o local. No entanto, posteriormente foi relatado que um veículo oficial do Senado Federal estava filmando o entorno das instalações.

“Em que pese as alegações do requerente, não restam dúvidas de que houve tentativa de ingresso no estabelecimento prisional sem autorização judicial e, mesmo depois de informado quanto ao correto procedimento para obtenção de autorização para ingresso, portou-se de maneira a colocar em risco a segurança institucional, por meio de parada de veículo em local impróprio com início de filmagem”, justifica Moraes na decisão.

Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL

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Cadela desaparecida reconhece tutor em delegacia após disputa por guarda. Veja vídeo

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A Polícia Civil concluiu na quarta-feira (25/2) o caso de uma disputa por uma cadela da raça shih tzu, a Endy, de oito anos, em Balneário Pinhal, no Rio Grande do Sul. O animal havia desaparecido em 15 de dezembro de 2025. Desde o sumiço, o tutor realizou buscas intensas na região.

Segundo a Polícia Civil, o homem recebeu a informação de que uma mulher, de 34 anos, estaria com a cadela e teria se apresentado como tutora do animal. Após a mulher recusar a devolução, o tutor registrou boletim de ocorrência.

Durante o cumprimento de um mandado de busca e apreensão, Endy foi localizada e encaminhada à delegacia. Segundo a delegada responsável pela investigação, Luana Medeiros, uma investigação foi instaurada para confirmar o vínculo do animal com o tutor.

O homem levou à unidade a caixa de transporte utilizada pela cadela desde filhote. Em um vídeo publicado pela corporação, ao ser solta no local, Endy foi imediatamente ao objeto e demonstrou reconhecimento e interação com o tutor.

À Polícia Civil, a mulher admitiu que não era a proprietária do animal. A cadela foi devolvida para o tutor.

No mesmo endereço da mulher, os policiais apreenderam outro cão da raça Shih Tzu, que apresentava sinais de problemas dermatológicos, incluindo sarna e suspeita de dermatite atópica. O animal recebeu atendimento veterinário inicial e permanece sob cuidados.

A mulher poderá responder pelos crimes de estelionato e maus-tratos. O caso segue sob responsabilidade da Polícia Civil.

Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL

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Contas públicas têm superávit de R$ 103,7 bilhões em janeiro

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BRENO ESAKI/METRÓPOLES @BrenoEsakiFoto
Fachada do Banco Central do Brasil

O setor público consolidado do Brasil teve superávit primário (o saldo entre receitas e despesas, sem o pagamento de juros da dívida pública) de R$ 103,7 bilhões em janeiro de 2026. A dívida bruta do país atingiu 78,7% do Produto Interno Bruto (PIB), mesmo patamar verificado no mês passado.

O resultado do primeiro mês deste ano é inferior ao registrado em janeiro de 2025, quando o superávit foi de R$ 104,1 bilhões. As estatais apresentaram déficit de R$ 4,9 bilhões.

É o que mostra o Boletim de Estatísticas Fiscais, divulgado pelo Banco Central (BC) nesta sexta-feira (27/2). Nessa quarta-feira (25/2), o Tesouro Nacional informou que as contas do governo central — Tesouro Nacional, Banco Central e Previdência Social — tiveram superávit primário de R$ 86,9 bilhões em janeiro de 2026.

Déficit é quando as despesas são maiores do que as receitas, superávit é quando acontece o contrário.

Em valores absolutos, a dívida atingiu em janeiro de 2026, R$ 10,1 trilhões. Os valores são resultado de impactos da incorporação resgates líquidos de dívida, da variação do PIB nominal, do efeito da valorização cambial e dos juros nominais apropriados.

Destaques do setor público

Em janeiro de 2026, o governo central (Tesouro Nacional, Previdência Social e Banco Central) e os governos regionais apresentaram superávits de R$ 87,3 bilhões e R$ 21,3 bilhões, respectivamente. Já as empresas estatais apresentaram déficit de R$ 4,9 bilhões.

Dívida bruta

A dívida bruta do governo geral (DBGG) atingiu 78,7% do PIB (R$ 10,1 trilhões) em janeiro de 2026, o que representa estabilidade no comparativo com o mês passado. A DBGG compreende o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) e os governos federal, estaduais e municipais.

A Dívida Líquida do Setor Público (DLSP) atingiu 65,0% do PIB (R$ 8,3 trilhões) em janeiro, com decréscimo de 0,3 ponto do PIB no período.

Segundo o BC, esse resultado refletiu os impactos do superávit primário, do efeito da variação do PIB nominal, dos demais ajustes da dívida externa líquida, da valorização cambial e dos juros nominais apropriados.

Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL

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