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Procurado por envolvimento em morte de mulher é preso após postar foto em boate no Mato Grosso do Sul

Após intensas investigações, policiais da Delegacia de Homicídios de Porto Velho, em parceria com a Polícia Militar do Estado do Mato Grosso do Sul, conseguiram localizar e prender o foragido Lucas Simões Ferreira, minutos após ele postar uma foto em uma boate, localizada na cidade de Ponta Porã.
Segundo a Polícia, Lucas é acusado de ter participação na morte de Danielle Santos Reis, e nas tentativas de homicídio contra Paulo Roberto Salazar Ribeiro Júnior e um bebê de apenas 10 meses de idade, ocorrido na noite do dia 18 de agosto deste ano, no Bairro São João Bosco, na capital.
O comparsa dele, Judson Gabriel Barros de França, foi preso nesta sexta-feira (10).Segundo a Polícia, Lucas é acusado de ter participação na morte de Danielle Santos Reis, e nas tentativas de homicídio contra Paulo Roberto Salazar Ribeiro Júnior e um bebê de apenas 10 meses de idade, ocorrido na noite do dia 18 de agosto deste ano, no Bairro São João Bosco, na capital. O comparsa dele, Judson Gabriel Barros de França, foi preso nesta sexta-feira (10).
tentativas de homicídio contra Paulo Roberto Salazar Ribeiro Júnior e um bebê de apenas 10 meses de idade, ocorrido na noite do dia 18 de agosto deste ano, no Bairro São João Bosco, na capital. O comparsa dele, Judson Gabriel Barros de França, foi preso nesta sexta-feira (10).
Após ser descoberto o paradeiro do foragido, os policiais da Delegacia de Homicídios de Porto Velho, coordenados pela delegada Leisaloma Carvalho, entraram em contato com a Polícia Militar daquela cidade e repassaram todas as informações sobre o criminoso, que era considerado foragido.
Os policiais militares foram até a boate, identificaram Lucas, ele recebeu voz de prisão e foi encaminhado para o presídio da cidade.

De acordo com a Polícia, Lucas Simões Ferreira, era o proprietário da arma usada no crime. Foi ele quem repassou o revólver para Judson Gabriel Barros de França, que entregou para o atirador Alex Dias do Nascimento. André Ryus de Sousa foi apontado como o olheiro, que indicou para Alex onde as vítimas estavam.
Segundo a delegada Leisaloma Carvalho, Danielle foi executada sem nenhuma chance de defesa, quando tentava defender seu marido e sua filha, que estava no colo dele. “Ela se colocou na frente, e mandou que ele corresse para que sua filha não fosse atingida. Após atirar na mulher, Alex correu atrás de Paulo, que estava com a criança no colo, e efetuou vários disparos contra o homem, mas felizmente não acertou nenhum disparo”, detalhou a delegada.
O crime está relaciono ao tráfico de drogas. “Apuramos que havia uma confusão entre o esposo da vítima com os evolvidos, que atuam no tráfico naquela região”, esclareceu Leisaloma Carvalho.
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Mega-Sena acumula e prêmio chega a R$ 160 milhões; veja números

A Mega-Sena acumulou mais uma vez. Ninguém acertou as seis dezenas do concurso 2978, sorteado na noite deste sábado (28/2), e o prêmio disparou para R$ 160 milhões.
O sorteio do concurso 2978 da Mega-Sena teve os seguintes números: 06 – 13 – 50 – 09 – 42 – 20.
Em todo país, 129 apostas acertaram cinco dezenas e vão faturar prêmios a partir de R$ 38 mil.
Mais de 9,4 mil acertaram a quadra e vão levar prêmios de R$ 859.
O próximo sorteio da Mega-Sena será realizado na terça-feira (3/3) e as apostas podem ser feitas em casas lotéricas e pela internet.
Como apostar na Mega-Sena
Para jogar, é preciso escolher de seis a 15 dezenas por cartela. O jogo simples da Mega-Sena, com seis números, custa R$ 6 e oferece uma chance em 50.063.860 de ganhar o prêmio principal. Com 15 números, a probabilidade aumenta para 1 em 10.003 por cartela.
As apostas podem ser feitas online, para maiores de 18 anos, ou presencialmente em casas lotéricas e agências da Caixa, até às 20h do dia do sorteio. O cadastro online exige registro no site oficial, cartão de crédito e confirmação por e-mail.
Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL
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Quem era Ali Khamenei, líder supremo do Irã morto neste sábado (28/2)

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, confirmou a morte do líder supremo do Irã, Ali Khamenei, neste sábado (28/2), após ataques dos exércitos norte-americano e israelense a Teerã. Líder religioso e político, o aiatolá Khamenei ocupou o cargo mais importante do país ao longo de três décadas, em um regime marcado pela repressão a opositores e duras políticas de costumes.
Khamenei nasceu em 1939 na cidade de Mashhad, no leste do Irã. Sua formação religiosa e política teve início na década de 1960, por meio de movimentos que questionavam o regime do então xá Mohammad Reza Pahlevi.
Ele estudou religião em Qom, e foi influenciado pelo pensamento do aiatolá Ruhollah Khomeini, que liderava a oposição conservadora a partir do exílio. Khamenei se aproximou do movimento de Khomeini, e logo estava ajudando a organizá-lo e executando missões em território iraniano.
Tornou-se aliado próximo de Khomeini durante os protestos de 1978 que antecederam a Revolução Iraniana, dos quais participou ativamente. Em 1980, quando Khomeini já era líder supremo do Irã, foi escolhido para ser o imã, responsável pela tradicional oração de sexta-feira em Teerã.
Em junho de 1981, ele sofreu um atentado a bomba que paralisou seu braço direito para sempre. No mesmo ano, aos 42 anos de idade, foi eleito presidente do Irã, com 95% dos votos. Ele foi o primeiro clérigo a assumir o cargo. Foi reeleito em 1985, e exerceu o posto até 1989, quando seu líder e mentor Khomeini morreu de ataque cardíaco, aos 89 anos de idade.
Já no poder, Khamenei agiu para consolidar seu poder e neutralizar oponentes, guiado pelos seus princípios externados na revolução de 1979, inclusive o combate ao liberalismo, à influência dos Estados Unidos e ao que ele via como desvios dos costumes islâmicos.
Ao longo dos anos, influenciou a formulação e execução de políticas no país, e fomentou o culto à sua personalidade. Em mais de 35 anos no poder, Khamenei enfrentou diversas ondas de protestos, todos reprimidos com violência, enquanto manteve uma política de linha dura em relação a costumes. Seu governo foi acusado de matar opositores exilados, e reprimiu jornalistas e intelectuais não alinhados o regime.
Nos últimos meses, a administração sofreu desgastes por conta da situação econômica do país, resultando em protestos violentos que deixaram milhares de mortos.
Ataques dos EUA e Israel ao Irã
O ataque dos Estados Unidos e de Israel contra o Irã deixou 201 pessoas mortas e 747 feridas no país, de acordo com a mídia local. As ofensivas começaram na madrugada deste sábado.
Em um primeiro momento, o ministro da Defesa de Israel afirmou que a ação tinha como objetivo “eliminar ameaças” e denominou a ofensiva de “Operação Fúria Épica”.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse que o ataque teve como objetivo acabar com ameaças aos norte-americanos, que seriam as armas nucleares supostamente em posse do Irã. Em resposta, o regime iraniano atacou bases americanas no Oriente Médio.
Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL
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Presidente da CPMI notifica Coaf sobre quebra de sigilo de Lulinha

O presidente da CPMI do INSS, senador Carlos Viana (Podemos-MG), disse, nesta sexta-feira (27/02), que já notificou o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) sobre a quebra de sigilo de Fábio Luís Lula da Silva, o “Lulinha”.
Na quinta-feira, o colegiado aprovou a transferência de informações bancárias e telemáticas do filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A cúpula da CPMI disse ter notificado o Coaf no mesmo dia da votação. Ainda segundo o senador, o prazo de envio é de cinco dias úteis.
A votação foi contestada pela base do governo, que alegou se tratar de uma manobra fraudulenta da oposição na comissão. O pleito se deu em votação simbólica e em bloco, ou seja, vários requerimentos foram votados de uma única vez.
Governistas alegam que tinham 14 parlamentares em pé se manifestando contra os requerimentos que estavam sendo votados, enquanto Viana diz que contou somente sete e deu os requerimentos por aprovados. A votação acabou em uma briga generalizada.
A palavra final, porém, deverá ser do presidente do Congresso, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), que foi acionado pelo governo sobre a suposta fraude. Nesta sexta, o senador amapaense solicitou as imagens do colegiado para tomar uma decisão.
“Todos os requerimentos aprovados foram formalizados e encaminhados ainda ontem, sem qualquer atraso ou postergação. A CPMI cumpre rigorosamente suas decisões e seguirá executando cada medida aprovada pelo colegiado, com transparência, responsabilidade e estrita observância legal”, disse Carlos Viana em publicação nas redes sociais.
Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL

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