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Preso por investigadores da DHPP é condenado por tráfico de drogas

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A Justiça do Acre julgou procedente e condenou o presidiário Jehison Rodrigues Ferreira de 30 anos, pelo crime de tráfico de drogas.

A decisão  é da Juíza da 2ª Vara Criminal da Comarca de Rio Branco, que julgou procedente a denúncia do Ministério Público do Acre.

O tatuador, que era alvo de uma investigação, foi preso no dia cinco de janeiro deste ano,  durante uma operaçaõ de agentes da Delegacia de Homicídios da Polícia Civil.

Na ação policial, os investigadores apreenderam quase R$ 12 mil, além de um carro, uma motocicleta e aparelhos celulares.

Foi em um dos telefones, após a extração de dados, que a polícia civil comprovou o envolvimento do então acusado com o tráfico de drogas.

Jehison Rodrigues terá que cumprir pena de 7 anos 9 meses e 10 dias. O regime da pena é o fechado.

Na sentença foi levado em consideração os antecendentes criminais. O réu cumpria pena por roubo e tinha passagens por tráficos de drogas.

Na mesma decisão a juíza confiscou o dinheiro apreedido  e decretou o perdimento, em favor da união do carro e da motocicleta, apreendidos.

Já que, segundo a denúncia, foram adquiridos com dinheiro ilicito do tráfico de drogas. A defesa ainda pode recorrer da sentença.

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Suspeito de tráfico é preso com droga em Tarauacá

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Foto: cedida

A Polícia Civil do Acre (PCAC), por meio da Delegacia Geral de Tarauacá, efetuou na quinta-feira (3) a prisão de Hueliton M. da Silva, suspeito de envolvimento com o tráfico de drogas na região do bairro Triângulo, em Tarauacá.

Durante diligências realizadas pela equipe de investigação, o homem foi flagrado com aproximadamente 22 gramas de entorpecente, além de diversos apetrechos utilizados para o comércio ilegal, como dinheiro em espécie, papel insulfilm e sacos plásticos para embalo da droga.

Foto: cedida

A ação é resultado do trabalho contínuo de combate ao tráfico de drogas no município e demonstra o empenho da Polícia Civil em retirar de circulação indivíduos que atuam na distribuição de substâncias ilícitas, impactando diretamente na segurança e tranquilidade da comunidade local.

O suspeito foi conduzido à delegacia, onde passou pelos procedimentos de praxe e permanece à disposição da Justiça. As investigações seguem para identificar possíveis comparsas e mapear a rota de distribuição da droga.

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Polícias Civil e Federal unem forças para reforçar buscas por desaparecidos no Acre

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Parceria entre as Polícias Civil e Federal reforça o compromisso das instituições com a proteção dos cidadãos e o enfrentamento efetivo dos desafios impostos pela realidade fronteiriça do Acre. Foto: cedida.

Na manhã desta sexta-feira, 04, uma importante reunião foi realizada na sede da Polícia Civil do Estado do Acre (PCAC). O encontro contou com a presença do delegado da Polícia Federal (PF), Dr. Felipe Peres Fachineli, e marcou o início de uma colaboração estratégica entre as duas forças para intensificar as ações voltadas à localização de pessoas desaparecidas.

A iniciativa representa um avanço significativo na integração entre as Polícias Judiciárias, especialmente em um estado que faz fronteira com dois países (Bolívia e Peru) e se tornou rota de trânsito internacional. Com o apoio da Polícia Federal, a PCAC passa a contar com recursos essenciais como o cruzamento de dados transnacionais, a verificação de possíveis travessias de fronteiras e a inclusão de registros na difusão amarela da Interpol, ferramenta que amplia as chances de localização em âmbito internacional.

No âmbito estadual, o trabalho é coordenado pelo Departamento de Inteligência da Polícia Civil, que oferta assessoramento aos Delegados de Polícia Civil e suas equipes nas investigações. A atuação desse setor foi fundamental para os resultados expressivos alcançados nos últimos anos. Em 2023, a PCAC conseguiu localizar 215 pessoas desaparecidas. Em 2024, esse número já subiu para 288, reforçando a eficácia das estratégias adotadas.

“Esse trabalho realizado de maneira conjunta entre as Polícias Judiciárias do estado do Acre (Polícia Civil) e do Brasil (Polícia Federal) representa um importante passo no trabalho de localização de pessoas desaparecidas, já que o estado possui fronteira com dois países e é rota de deslocamento de pessoas para outros países”, destacou o Diretor do Departamento de Inteligência, Dr. Nilton César Boscaro.

Para o delegado da Polícia Federal, Dr. Felipe Peres Fachineli, a integração com a Polícia Civil do Acre tem se mostrado um elemento essencial para enfrentar o desafio dos casos de pessoas desaparecidas, um problema que afeta milhares de famílias anualmente. “Essa interface é fundamental para otimizar recursos, unificar informações e agilizar a resolução de casos. Um dos pilares dessa integração é o compartilhamento de bancos de dados, pois essa troca de informações permite uma visão mais ampla e detalhada, essencial para localizar desaparecidos, especialmente em situações que cruzam fronteiras estaduais ou nacionais”, destacou.

Com essa nova aliança, a expectativa é que as ações de busca ganhem ainda mais agilidade e precisão, beneficiando diretamente as famílias que aguardam por respostas.

Fonte: PCAC

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Polícia Civil recupera 36 celulares roubados e furtados em Rio Branco nos primeiros três meses de 2025

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DCORE recupera dezenas de celulares roubados na capital. Aparelhos foram devolvidos aos legítimos proprietários. Foto: cedida.

A Polícia Civil do Estado do Acre, por meio da Delegacia de Combate a Roubos e Extorsões (DCORE), recuperou 36 aparelhos celulares provenientes de furtos e roubos ocorridos na capital Rio Branco durante os três primeiros meses de 2025. Os dispositivos, avaliados em mais de R$ 100 mil no total, foram devolvidos aos respectivos proprietários após identificação e comprovação da origem.

A ação é resultado de um trabalho contínuo de investigação realizado pela equipe da DCORE, que monitora redes de comercialização ilegal, rastreia os aparelhos por meio de sistemas especializados e apura as ocorrências registradas. Os celulares são, em sua maioria, smartphones de diversas marcas, visados por criminosos devido ao alto valor agregado e facilidade de revenda no mercado informal.

O delegado Leonardo Santa Bárbara, titular da DCORE, destacou que a receptação é um crime grave e alertou a população sobre os riscos de adquirir produtos de origem duvidosa.

“Quem compra um celular roubado está contribuindo diretamente com a cadeia do crime. Receptação é crime, e quem for flagrado pode responder criminalmente. Além disso, esses aparelhos são facilmente rastreáveis, o que facilita nossa identificação e responsabilização dos envolvidos. O barato pode sair muito caro”, afirmou o delegado.

A Polícia Civil reforça que o combate à receptação é uma das formas mais eficazes de enfraquecer os crimes patrimoniais, como furtos e roubos, e pede à população que desconfie de preços muito abaixo do mercado, sempre solicite nota fiscal e verifique a procedência do produto.

Denúncias anônimas podem ser feitas por meio do número 181. A identidade do denunciante é preservada.

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