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Policiais do 2º Batalhão são agraciados com medalha de tempo de serviço

A Polícia Militar do Acre (PMAC) condecorou, na manhã desta quarta-feira, 3, cinquenta policiais do 2º Batalhão (2º BPM) com medalhas alusivas aos 10 e 20 anos de serviços prestados à população acreana. A solenidade, realizada na sede da unidade, reuniu familiares, que acompanharam de perto um dos momentos mais simbólicos da carreira militar.

Atualmente, a unidade é comandada pelo coronel Russo, à direita. Foto: Davi Silva Barbosa/PMAC.
As medalhas de tempo de serviço representam mais do que a marca temporal: simbolizam dedicação, disciplina e compromisso diário com a segurança pública. Para recebê-las, o policial passa por seleção criteriosa e deve cumprir diversos requisitos ao longo da trajetória profissional — um reconhecimento que valoriza quem enfrenta desafios constantes para proteger a sociedade.

O subcomandante-geral da PMAC, coronel Kleison Albuquerque, prestigiou o evento. Foto: Davi Silva Barbosa/PMAC.
Para o comandante do 2° BPM, coronel Russo, a solenidade reforça o espírito de valorização dos profissionais que atuam na linha de frente. “Quero parabenizar todos os policiais militares condecorados com a medalha de tempo de serviço, concedida mediante o cumprimento de vários requisitos. Também agradeço à senhora Comandante-Geral pela realização do evento, que renova nosso ânimo e fortalece nossa missão de servir com dedicação no 2º Distrito”, destacou.

O 2°BPM é conhecido por sua operacionalidade e ações efetivas. Foto: Davi Silva Barbosa/PMAC.
A PMAC prevê, ainda este ano, a entrega de outras 385 medalhas por tempo de serviço nos batalhões da capital, do interior e nas unidades especializadas, como o Batalhão de Operações Especiais (Bope), Batalhão de Policiamento Ambiental (BPA) e Batalhão de Policiamento de Trânsito (Bptran), ampliando o reconhecimento aos profissionais que seguem firmes na proteção da sociedade.

Comandante-geral da PMAC, coronel Marta Renata Freitas, entregando a medalha ao sargento W. Borges. Foto: Davi Silva Barbosa/PMAC.
Entre os agraciados, o sargento Walison Borges relatou a emoção de alcançar uma década de serviço militar. “É uma honra inenarrável receber a medalha pelos 10 anos de serviço. O tempo passou rápido; parece que foi ontem que eu sonhava em ser policial, e hoje já completei pouco mais de uma década de caserna. Meu coração se enche de gratidão por tudo o que vivi na PMAC, pelos irmãos de farda e pelos comandantes que me ensinaram o verdadeiro significado de ser policial militar”, afirmou.
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Imunização de Assis Brasil é destaque no Alto Acre e celebra resultados em reunião de alinhamento para 2026
A Coordenação Municipal de Imunização de Assis Brasil realizou, nesta semana, uma importante reunião de agradecimento e alinhamento estratégico com a equipe de vacinadores e profissionais da rede municipal de saúde. O encontro marcou o encerramento do ciclo de ações de 2025 e deu início ao planejamento das estratégias de imunização para o ano de 2026.
O principal objetivo da reunião foi reconhecer o empenho e a dedicação dos profissionais que garantiram ao município o título de maior cobertura vacinal do Alto Acre em 2025, alcançando e, em diversos imunobiológicos, superando as metas estabelecidas pelo Programa Nacional de Imunizações (PNI).
Graças ao trabalho integrado da equipe, Assis Brasil obteve resultados expressivos em vacinas estratégicas do calendário nacional, como:
•BCG
•Pneumo 10
•Meningo C
•Tríplice viral (1ª dose)
•DTP
•Pólio VIP
•HPV
Esses avanços representam mais proteção à população, fortalecem a prevenção de surtos e garantem maior segurança sanitária para o município.
Durante a reunião, o Diretor Municipal de Imunização, Missias da Costa, destacou que os resultados alcançados são fruto de um trabalho que vai além da sala de vacina, contando com o apoio de diversos setores da Secretaria Municipal de Saúde. O diretor ressaltou o papel fundamental dos Agentes Comunitários de Saúde (ACS) e das equipes que atuam diariamente nas unidades de saúde do município, contribuindo de forma direta para o alcance das metas.
A Prefeitura de Assis Brasil, por meio da Secretaria Municipal de Saúde de Assis Brasil, tem sido peça-chave nesse avanço, garantindo apoio institucional, planejamento estratégico e melhores condições de trabalho às equipes. O compromisso da gestão municipal com a saúde pública reflete-se nos investimentos contínuos em ações preventivas e na valorização dos profissionais, resultando em uma cobertura vacinal de excelência.
O encontro também foi um momento de alinhamento das metas para 2026, com foco no fortalecimento de estratégias como:
•Vacinação nas escolas, por meio do Programa Saúde na Escola (PSE);
•Ações extramuros;
•Busca ativa de faltosos;
•Intensificação da vacinação em áreas rurais;
•Ampliação da cobertura da vacina contra o HPV em adolescentes.
A reunião reforçou ainda o compromisso da gestão municipal com a valorização dos profissionais da imunização, reconhecendo que o sucesso do programa é resultado direto do trabalho técnico, humano e responsável de cada servidor.
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Defesa Civil de Rio Branco já retirou 18 famílias de áreas de risco desde janeiro
Alagamentos, desmoronamentos e chuvas intensas mantêm capital em alerta; rios nas cabeceiras devem influenciar nível do Rio Acre nos próximos dias

Foto: ac24horas
O coordenador da Defesa Civil Municipal de Rio Branco, tenente-coronel Cláudio Falcão, informou que 18 famílias já foram removidas de áreas de risco desde o início de janeiro em razão de alagamentos e desmoronamentos provocados pelas fortes chuvas na capital acreana. A declaração foi feita em entrevista ao repórter David Medeiros, do ac24horas Play, nesta quarta-feira (14).
As famílias foram encaminhadas para aluguel social transitório, por meio de ação conjunta entre a Defesa Civil e a Secretaria Municipal de Assistência Social, após a constatação de que não havia condições seguras de permanência nos imóveis atingidos.
“São famílias impactadas por alagamentos de igarapés e por desmoronamentos, consequência direta do excesso de chuvas”, explicou Falcão.
Segundo o coordenador, o encaminhamento segue critérios técnicos rigorosos. Inicialmente, a família indica um local para moradia temporária; em seguida, o imóvel de origem passa por vistoria da Defesa Civil, que avalia a impossibilidade de retorno; por fim, é realizada avaliação socioeconômica pela Assistência Social. “Muitas dessas casas, mesmo após a vazante, ficam estruturalmente comprometidas e com risco iminente de desmoronamento”, afirmou.
Os desmoronamentos foram registrados principalmente nos bairros Preventório, Aeroporto Velho, Mocinha Magalhães e Parque das Palmeiras. Em outras áreas, embora não tenha ocorrido colapso total, o risco permanece elevado, exigindo monitoramento constante.
Falcão também atualizou a situação dos abrigos emergenciais construídos no Parque de Exposições a partir de dezembro de 2025. Ao todo, foram construídos 74 abrigos pela Secretaria Municipal de Infraestrutura. Durante o período mais crítico, 156 famílias foram retiradas de áreas de risco, sendo 103 acolhidas em escolas devido às enxurradas.
“Restou um saldo de 53 famílias, e por isso construímos pelo menos 20 abrigos a mais do que o necessário naquele momento. Caso o Rio Acre volte a atingir a cota de transbordamento, de 15,40 metros, ainda teremos estrutura para atender a população”, garantiu.
Segundo o coordenador, em situação de emergência, é possível construir até 50 abrigos em 24 horas, seguindo orientação do prefeito Tião Bocalom.
Chuvas nas cabeceiras elevam preocupação
A Defesa Civil segue atenta ao comportamento dos rios nas cabeceiras. Em Brasiléia, o nível subiu 3,5 metros nas últimas 24 horas, situação semelhante à registrada em Xapuri, além da elevação do Rio Xapuri e do Riozinho do Rola, considerado um dos mais perigosos para a capital.
Apesar de Brasiléia já apresentar vazante, a preocupação é com o volume de água que ainda deve chegar a Rio Branco. “Essa água leva cerca de 60 horas para chegar e pode elevar ainda mais o nível do Rio Acre”, explicou Falcão.
A previsão da Defesa Civil é de que o impacto mais significativo ocorra a partir de sexta-feira, considerando o tempo de deslocamento das águas: Assis Brasil (72h), Brasiléia (60h), Xapuri (48h), Capixaba (24h) e Riozinho do Rola (3h).
Solo saturado agrava cenário
O coordenador destacou ainda que o solo de Rio Branco está cerca de 90% saturado, o que agrava a situação. “As chuvas intensas, como os 20,8 milímetros registrados na terça-feira, fazem com que a água escoe diretamente para os igarapés e para o rio, impedindo a vazante”, concluiu.














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