Cotidiano
Polícia pede apoio e compreensão para realizar Operação Fecha Fronteiras

A operação acontece em 11 pontos estratégicos além de abordagens em bairros da capital Foto: Elenilson Oliveira
O comando-geral da Polícia Militar está pedindo a compreensão e apoio dos acreanos para realização da Operação Fecha Fronteiras, que entrou em curso nesta sexta-feira (3) e seguirá por tempo indeterminado. A PM deixa claro que as barreiras policiais não aplicarão multas.
Em nota, o comando explica que a operação visa realizar um cerco tático na cidade de Rio Branco, bem como nos acessos do Estado de Rondônia e nas fronteiras com a Bolívia, objetivando a contenção da violência e a diminuição dos homicídios, latrocínios, sequestros, roubos e furtos.
“Pedimos a compreensão de toda a população acreana, para que apoiem e colaborem com as ações da Polícia Militar do Estado do Acre, inerentes à “Operação Fecha Fronteiras”, para que possamos trazer de volta a nossa cidade, a segurança e a paz social que todos merecem”, diz a nota, assinada pelo coronel Ulyesses Araújo, comandante-geral da PM.
Veja:
NOTA DA POLÍCIA MILITAR
A Polícia Militar do Acre, sob as diretrizes do planejamento estratégico do Sistema Integrado de Segurança Pública, iniciou nesta sexta-feira, 3 de Janeiro, a Operação Fecha Fronteiras.
A operação visa, precipuamente, realizar um cerco tático na cidade de Rio Branco, bem como nos acessos do Estado de Rondônia e nas fronteiras com a Bolívia, objetivando a contenção da violência, no tocante à diminuição dos homicídios, latrocínios, sequestros, roubos e furtos.
Com esse fito, a operação se desenvolverá em pontos estratégicos da capital acreana, possuindo caráter contínuo e com tempo de duração indeterminada, ressaltando-se, portanto, que a mesma não tem o objetivo de arrecadar ou multar.
Sendo assim, pedimos a compreensão de toda a população acreana, para que apoiem e colaborem com as ações da Polícia Militar do Estado do Acre, inerentes à “Operação Fecha Fronteiras”, para que possamos trazer de volta a nossa cidade, a segurança e a paz social que todos merecem.
Ulysses Araújo – CMT GERAL DA PMAC
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Ivan Mazzuia quer tirar treinamentos do Marinho Monte
Com a definição da data do confronto diante do Águia, em Marabá, no Pará, na quarta, 25, às 18 horas (hora Acre), pela 2ª fase da Copa do Brasil, o técnico Ivan Mazzuia quer tirar os próximos treinamentos do Marinho Monte. A ideia é trabalhar na Arena da Floresta, Tonicão e CT do Cupuaçu. “Vamos oficializar os pedidos nesta quarta(18) e o objetivo é elevar o nível …
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Fonte: Conteúdo republicado de PHD ESPORTES - ESPORTES
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Atletas flagram sucuri gigante durante treino de canoagem em MS. Veja vídeo

O presidente da Confederação Brasileira de Canoagem Rafael Girotto e outros três atletas viveram momentos emocionantes no último domingo (15/2) ao encontrarem umasucuri gigante durante um treino de canoagem. Eles faziam o trecho da Barra do Rio Mimoso até a foz do Rio Formoso, na região conhecida como Baixo Formoso, em Bonito (MS).
Ao Metrópoles, Girotto informou que, na hora do flagra, estava acompanhado dos atletas Gabriel Girotto, Joelson Ricaldes e Paulinho Reis, e que, em um primeiro momento, o grupo não percebeu que se tratava de uma cobra.
“A gente avistou de longe, a gente imaginou que era um bote até, um outro caiaque, alguma coisa, ‘acho que tem um caiaque ali’ e tal. Quando a gente chegou perto, foi uma surpresa: era uma sucuri, né, bem grande, parecia ter se alimentado de algum animal e estava ali fazendo a digestão, tomando sol”, explica o canoísta.
O atleta relata, ainda, que o que mais impressionou foi o tamanho da serpente e que, na hora, a primeira reação do grupo foi gravar o momento.
“Ela é bem grande, assim, a gente chegou até a ficar surpreso com o tamanho dela, né, e a gente conseguiu fazer essas imagens aí, tomando uma certa distância, por precaução e por segurança nossa e também do animal. Mas foi uma grata surpresa ir para um treino e um passeio de domingo, em meio ao Carnaval. Enquanto o Brasil está comemorando o Carnaval, ali em Bonito ainda a natureza se mantém praticamente intacta, né, e bem preservada, com toda a sua tranquilidade”, diz ele.
Apesar da surpresa, Girotto diz que não é a primeira vez que se depara com sucuris, mas, segundo ele, nunca havia visto uma tão grande. O grupo fez questão de manter certa distância do animal para evitar qualquer reação.
Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL
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Ucraniano desclassificado de Olímpiadas de Inverno recebe doação de US$ 200 mil

Após desclassificação nos Jogos de Inverno de Milano Cortina, o atleta de skeleton Vladyslav Heraskevych recebeu nesta terça (17) uma doação de cerca de US$ 200 mil do dono do clube de futebol ucraniano Shakhtar Donetsk.
A desclassificação do atleta de 27 anos pelo Comitê Olímpico Internacional (COI) aconteceu pelo uso de capacete que retratava atletas ucranianos mortos na guerra com a Rússia. As imagens no capacete violavam as regras sobre expressão durante a competição.
“Vlad Heraskevych foi privado da oportunidade de competir pela vitória nos Jogos Olímpicos, mas retorna à Ucrânia como um verdadeiro vencedor”, afirmou o presidente do Shakhtar, Rinat Akhmetov, em comunicado do clube. A doação foi realizada no valor equivalente ao prêmio em dinheiro que a Ucrânia pagaria a atletas que conquistam medalha de ouro nos Jogos, segundo a Reuters.
O atleta também recebeu elogios do presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky.
Recurso na Corte Arbitral do Esporte
Heraskevych havia recebido autorização para treinar com o capacete em Cortina d’Ampezzo, onde fica o centro de esportes de gelo. Na véspera do início da competição, o Comitê Olímpico decidiu que ele não poderia utilizar durante a competição. O atleta tentou recorrer na Corte Arbitral do Esporte, mas perdeu poucas horas antes da prova.
A alternativa fornecida pelo COI foi o uso de uma braçadeira preta e a exibição do capacete antes e depois da corrida, mas não durante a competição. O argumento seria que o uso violaria as regras que vetam manifestação políticas nas áreas de competição.
O atleta foi desclassificado, então, quando a Federação Internacional de Bobsled e Skeleton decidiu que as imagens no capacete violavam as regras sobre a expressão de atletas nos Jogos.

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