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Polícia Civil desvenda crime ocorrido dia 2 em Epitaciolândia

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Filho de 12 anos é apontado como autor e teria tentado defender a mãe de ser espancada

Custódio não resistiu ao ferimento e foi a óbito dentro de sua casa.

Se encontra a disposição do Ministério Público na fronteira, o principal acusado de ter matado Custódio Silva, de 41 anos, morto com um golpe na barriga por uma arma branca (faca) na manhã do dia 2 (quarta-feira), em sua casa na zona rural de Epitaciolândia.

Várias versões foram contadas após o crime, sendo que os agentes da delegacia do município de Epitaciolândia, partiram para uma outra linha de investigação. Foi levantado que Custódio teria passado o final do ano ingerindo bebida alcoólica com vários colegas, e quando chegou em casa na quarta-feira pela manhã, iniciou uma discussão com a companheira (nome não divulgado), com quem tinha dois filhos menores.

Facão usado pelo menor foi localizada pelos agentes.

Foi relatado que o relacionamento era conturbado com vários casos de agressões quando chegava em casa alcoolizado e, até os filhos eram vítimas do pai. “Neste caso, o filho que tem 12 anos e que testemunhou várias agressões contra a mãe, teria tentado defende-la do pai que chegou bêbado e começou a bater nela, sendo que ele também foi agredido”, segundo ele.

Delegado Alex Danny está a frente do caso – Foto: Divulgação/Secom

Revoltado com a situação após ser agredido, pegou um facão que estava ao lado do sofá, e o atingiu na altura do estômago. Devido a gravidade do ferimento, Custódio não resistiu antes mesmo de receber o socorro, indo a óbito.

O adolescente foi ouvido pelo delegado Alex Danny, que está respondendo pela regional do Alto Acre, e ainda está ouvindo pessoas que viram a vítima antes de ser morta, além de casos de agressões contra a companheira. O Juizado da Comarca analisando o caso.

Mais informações a qualquer momento.

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Mais de 140 cidades do RS já limitam serviços por falta de diesel

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Vinícius Schmidt/Metrópoles
Posto de combustivel gasolina etanol Metrópoles

A Federação das Associações de Municípios do Rio Grande do Sul (Famurs) realizou um levantamento que aponta que 142 prefeituras gaúchas enfrentam falta de diesel em veículos funcionais.

O número representa 45% do estado e leva à limitação de serviços nas cidades.

Segundo a federação, 315 dos 497 municípios do Rio Grande do Sul responderam ao questionamento.

A Famurs apontou que, no levantamento, prefeitos afirmaram priorizar serviços na área da saúde, como o transporte de pacientes.

Obras e atividades que dependem de maquinário foram suspensas em parte das cidades por causa da escassez de combustível. A federação também registrou preocupação com a manutenção do cenário nos próximos dias.

Dados da Agência Nacional do Petróleo (ANP) indicam que o diesel foi vendido, em média, a R$ 7,26 por litro na semana iniciada em 15 de março.

Trata-se do maior patamar desde agosto de 2022, período marcado pela alta global do petróleo após o início da guerra entre Rússia e Ucrânia, que também pressionou os preços no Brasil.

Neste sábado (21/3), o preço médio por litro estava em R$ 6,89.

O principal fator por trás da alta do diesel hoje é a escalada do conflito no Oriente Médio, que elevou o preço do petróleo no mercado internacional.

O barril do tipo Brent, referência global, voltou a superar os US$ 100 em meio às tensões envolvendo Estados Unidos, Israel e Irã.

Com a alta do Brent, os custos de importação de combustíveis aumentam e pressionam os preços no Brasil, que depende parcialmente do diesel importado.

O movimento reflete temores de interrupção na oferta e no transporte de petróleo na região.

Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL

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Defensoria Pública do Acre empossa novas defensoras públicas e reforça compromisso com acesso à justiça

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Durante a cerimônia, a subdefensora pública-geral de Gestão Administrativa, Simone Santiago, realizou a leitura do termo de posse. Em seguida, as novas defensoras assinaram o documento e receberam a carteira funcional e o broche institucional

“A Defensoria Pública tem uma missão essencial de garantir que os direitos alcancem quem mais precisa. A chegada de novas defensoras fortalece esse compromisso e amplia nossa capacidade de atuação”. Foto: captada

A Defensoria Pública do Acre empossou, na manhã de sexta-feira, 20, as novas defensoras públicas Andréa Kessler Gonçalves Volcov e Vanessa Cristina Santiago Rivero, em cerimônia realizada na sede da instituição, em Rio Branco.

A solenidade, realizada no mês em que se destacam as lutas das mulheres e no ano em que a instituição completa 25 anos, foi marcada não apenas pelo ato formal de posse, mas pelas histórias que chegam com ele e pelo compromisso que se renova a partir de agora. Em uma instituição onde mulheres são maioria entre os membros e ocupam todos os cargos da Administração Superior, o momento reforça a presença feminina na construção do acesso à justiça no estado.

Durante a cerimônia, a subdefensora pública-geral de Gestão Administrativa, Simone Santiago, realizou a leitura do termo de posse. Em seguida, as novas defensoras assinaram o documento e receberam a carteira funcional e o broche institucional, em ato conduzido pela administração superior.

Ao falar sobre o significado da posse, a presidente da Associação das Defensoras e Defensores Públicos do Acre, Bárbara Araújo de Abreu, destacou o impacto coletivo da chegada de novas mulheres à instituição.
“A posse de vocês representa não apenas uma conquista individual, mas um movimento coletivo. Cada mulher que ocupa um espaço como este amplia possibilidades e inspira outras tantas a acreditarem que também podem chegar lá”, afirmou.

Entre os discursos, a fala de Vanessa Cristina Santiago Rivero trouxe à tona a dimensão mais concreta do que representa o acesso à justiça. Ao relembrar sua trajetória, marcada por origem em situação de vulnerabilidade, ela destacou o sentido da função que passa a exercer.

“Para mim, que venho de uma família em situação de extrema vulnerabilidade, esse momento tem um significado ainda mais profundo. A partir de hoje, minha atuação está voltada às pessoas que chegam à Defensoria em momentos de fragilidade, e que precisam ser atendidas com respeito, escuta e dedicação”, disse.

A nova defensora também ressaltou que, por trás de cada demanda, há histórias que precisam ser reconhecidas.

“Por trás de cada processo existe uma vida. Por trás de cada decisão existe a possibilidade de restaurar a dignidade”, afirmou.

Já a defensora pública Andréa Kessler Gonçalves Volcov conduziu sua fala a partir de um conceito central da atuação da Defensoria: o acesso à justiça. Ao recordar sua aproximação com a instituição, destacou o papel da escuta e da atuação técnica na garantia de direitos.

“O acesso à justiça começa na escuta. É a partir dela que conseguimos compreender as demandas e garantir que cada pessoa seja tratada com dignidade, tendo seus direitos efetivamente reconhecidos”, afirmou.

Ao complementar, Andréa ressaltou que a atuação da Defensoria ultrapassa o aspecto formal do processo. “A diferença está em ouvir, compreender e agir com responsabilidade, para que as pessoas não apenas tenham resposta, mas tenham seus direitos reconhecidos com dignidade”, pontuou.

Encerrando os pronunciamentos, a defensora pública-geral do Acre, Juliana Marques Cordeiro, destacou o significado institucional da posse e o fortalecimento da atuação da Defensoria.“A Defensoria Pública tem uma missão essencial de garantir que os direitos alcancem quem mais precisa. A chegada de novas defensoras fortalece esse compromisso e amplia nossa capacidade de atuação”, afirmou.

Ao reunir histórias de origem, estudo, esforço e compromisso público, a posse das novas defensoras evidencia o papel da Defensoria Pública do Acre como instrumento de transformação social. Mais do que o início de uma trajetória na carreira, o momento marca a continuidade de uma missão que se constrói diariamente no atendimento à população em situação de vulnerabilidade.

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PM intensifica segurança fluvial no Rio Purus e amplia presença em regiões isoladas de Santa Rosa do Purus

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Operação do 8º Batalhão reforça patrulhamento em comunidades ribeirinhas durante período do inverno amazônico

Durante a ação, os policiais realizaram abordagens a embarcações e visitaram comunidades ao longo do trajeto. Foto: captada 

A presença da Polícia Militar nas regiões mais isoladas do Acre foi ampliada nos últimos dias com uma operação fluvial realizada pelo 8º Batalhão da Polícia Militar em Santa Rosa do Purus. A ação, que contou com a participação do comandante, capitão Fábio Diniz, teve como principal objetivo reforçar a segurança ao longo do Rio Purus.

Com o uso de embarcações, os policiais realizaram fiscalizações em barcos que circulam pela região, além de manter contato direto com comunidades ribeirinhas. A iniciativa buscou não apenas coibir possíveis crimes, mas também fortalecer o vínculo entre a corporação e os moradores que vivem em áreas de difícil acesso.

O 8º Batalhão da Polícia Militar do Acre (8º BPM) promoveu uma operação fluvial no Rio Purus, entre Manoel Urbano e Santa Rosa do Purus, com o objetivo de reforçar a segurança nas regiões rurais e ribeirinhas. Foto: captada 

Patrulhamento no período da cheia

O período do inverno amazônico, marcado pela cheia dos rios, foi apontado como um dos fatores que motivaram a intensificação do patrulhamento. Com o nível das águas mais alto, o tráfego fluvial aumenta, o que exige maior atenção das forças de segurança.

Ação social

Outro ponto destacado pela Polícia Militar é o caráter social da operação. Durante as visitas, os agentes também levaram orientações e apoio às famílias ribeirinhas, muitas vezes afastadas dos serviços básicos oferecidos nos centros urbanos.

A ação integra o planejamento estratégico da corporação para ampliar a cobertura policial no interior, garantindo mais segurança e presença do Estado em localidades onde o acesso, na maioria das vezes, só é possível por via fluvial.

De acordo com a assessoria do 8° BPM, a operação visa garantir mais tranquilidade à população, sobretudo no período do inverno amazônico, quando o patrulhamento fluvial se torna essencial. Foto: captada/arquivo 

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