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Brasil

Pagamento do 13º salário deverá injetar R$ 321,4 bilhões na economia, segundo o Dieese

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Para o cálculo do impacto do pagamento do 13º salário, o Dieese não leva em conta autônomos, assalariados sem carteira ou trabalhadores com outras formas de inserção no mercado de trabalho

Cerca de 92,2 milhões de brasileiros serão beneficiados com rendimento adicional de R$ 3.096,78, em média, aponta o Dieese

Com Dieese

O pagamento do 13º salário aos trabalhadores brasileiros deve injetar cerca de R$ 321,4 bilhões na economia do país até o fim de dezembro, segundo projeções do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). O montante representa cerca de 3% do Produto Interno Bruto (PIB).

O montante será pago aos trabalhadores do mercado formal, inclusive aos empregados domésticos; aos beneficiários da Previdência Social e aposentados e titulares de pensões da União, dos estados e municípios.

Cerca de 92,2 milhões de brasileiros serão beneficiados com rendimento adicional de R$ 3.096,78, em média, aponta o Dieese.

Do total de brasileiros beneficiados com o pagamento do 13º salário, 56,9 milhões, ou 61,7% do total, são trabalhadores no mercado formal, entre eles, os empregados domésticos com carteira de trabalho assinada, que somam 1,4 milhão de pessoas, correspondente a 1,6% do conjunto de beneficiários.

No INSS

Aposentados ou pensionistas da Previdência Social (INSS) equivalem a 34,2 milhões de beneficiários, ou 37,1% do total. Além desses, aproximadamente 1,1 milhão de pessoas (ou 1,2% do total) são aposentadas e titulares de pensões da União (Regime Jurídico Único). Há ainda um grupo constituído por aposentados e pensionistas dos estados e municípios (regimes próprios) que vai receber o 13º e que não pode ser quantificado.

Para o cálculo do impacto do pagamento do 13º salário, o Dieese não leva em conta autônomos, assalariados sem carteira ou trabalhadores com outras formas de inserção no mercado de trabalho que, eventualmente, recebem algum tipo de abono de fim de ano, uma vez que não há dados disponíveis sobre esses proventos.

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Brasil

Paranaense volta ao Brasil após 9 meses lutando na guerra da Ucrânia

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Arquivo pessoal
Imagem colorida, Maringaense volta ao Brasil após lutar por 9 meses em guerra na Ucrânia- Metrópoles

O maringaense sargento Dias, de 33 anos, retornou recentemente ao Brasil após passar quase nove meses em combate na guerra na Ucrânia. Instrutor militar e de defesa pessoal, ele integrou um grupo de operações especiais formado por brasileiros e participou de missões em regiões estratégicas do conflito, incluindo a área de Kupiansk, próxima à fronteira com a Rússia.

Antes de seguir para o front europeu, Dias atuava como instrutor credenciado pela Polícia Federal, ministrando treinamentos para forças de segurança pública e privada, clubes de tiro e empresas de segurança. Também é instrutor de Krav Maga e Muay Thai, além de desenvolver projetos voltados à defesa pessoal feminina, em resposta ao aumento dos casos de violência contra mulheres.

Leia a reportagem completa no GMC Online, parceiro do Metrópoles.

Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL

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Brasil

Master: CPI do Crime Organizado pedirá quebras de sigilo e convocações

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VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.foto
Senador Alessandro Vieira (PSDB)

A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Crime Organizado, no Senado Federal, vai apresentar requerimentos sobre o caso do Banco Master.

Em entrevista à TV Metrópoles, o senador e relator da comissão, Alessandro Vieira (MDB), afirmou que o colegiado vai apresentar pedidos de quebra de sigilo e convocações para empresas e pessoas físicas envolvidas no caso.

“Vamos apresentar nesta semana os requerimentos de quebra de sigilo e eventualmente de convocação de pessoas para prestar esclarecimentos, porque é muito grave essa intercessão da quadrilha do Banco Master e de figuras púbicas nos Três Poderes, com destaque para os ministros Dias Toffoli e  Alexandre de Moraes”, declarou.

De acordo com o parlamentar, o plano de trabalho da comissão tem uma área voltada para fintechs, lavagem de dinheiro e escritórios de advocacia, o que coloca o caso do Banco Master no escopo de atuação da CPI do Crime Organizado e do Senado Federal.

Vieira não adiantou nomes de possíveis alvos dos requerimentos, mas afirmou que a atuação da CPI deve ter início nas suspeitas de intercessão do poder público no Banco Master, além de mirar pessoas físicas e jurídicas ligadas à instituição financeira.

“Nós teremos quebra de sigilo das pessoas jurídicas [empresas] que fazem parte dessa atuação, como escritórios de advocacia, fundos imobiliários, o resort vinculado a família do ministro Dias Toffoli e, no passo seguinte, a convocação das pessoas físicas para esclarecimentos”, adiantou o senador.

CPI do Crime Organizado

A CPI foi instalada no início de novembro de 2025, na esteira da megaoperação realizada no Rio de Janeiro que mirou o Comando Vermelho e evidenciou a disputa por controle territorial no estado.

A operação deu fôlego ao pedido de criação da comissão e ampliou a pressão para que o Senado se dedicasse ao tema.

Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL

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Brasil

PMDF defende que Bolsonaro tenha visita aos sábados e faça caminhada

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Fábio Vieira/Metrópoles
Jair Bolsonaro - Metrópoles

A Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) encaminhou ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), um pedido para autorizar mudanças no regime de custódia do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), atualmente preso na Papudinha, em Brasília.

Entre as solicitações estão a realização de visitas aos sábados e a permissão para que Bolsonaro possa fazer caminhadas em áreas controladas da unidade.

O pedido foi feito após avaliação da corporação sobre as condições de segurança envolvendo a custódia do ex-presidente, classificado como “custodiado sensível” em razão do cargo que exerceu, da repercussão institucional do caso e do risco potencial de hostilidades ou incidentes.

Segundo a PMDF, a mudança do dia de visita da quinta-feira para sábado teria como objetivo reduzir riscos à segurança institucional.

Nos dias úteis, segundo a corporação, há fluxo intenso de servidores, atividades administrativas e coincidência com o dia de visita dos demais presos da unidade, o que dificultaria a segregação adequada dos ambientes e o controle rigoroso de acesso.

Nesse sentido, aos sábados, com a redução do fluxo interno, a corporação avalia que seria possível maior previsibilidade operacional e segurança, sem prejuízo ao direito de visita.

“Aos sábados, verifica-se redução expressiva do fluxo interno, inexistência de expediente administrativo regular, ausência de coincidência com o dia de visita dos demais custodiados e maior previsibilidade operacional”, diz o documento.

Além disso, a PMDF defende que Bolsonaro possa realizar caminhadas de forma restrita, supervisionada e em locais previamente definidos, como o campo de futebol ou uma pista asfaltada nos fundos do local.

A solicitação foi feita com base em recomendações médicas e prevê escolta permanente, sem contato com outros custodiados e com baixo impacto operacional.

“Ressalta-se que tais ambientes oferecem melhores condições de controle, visibilidade e previsibilidade dos deslocamentos, permitindo vigilância continua e pronta intervenção do efetivo policial, além de afastar qualquer contato com outros custodiados”, ressalta a PMDF.

O ofício também trata da possibilidade de extensão da assistência religiosa ao ex-presidente, nos mesmos moldes adotados na unidade, com acompanhamento da capelania da PMDF e supervisão do efetivo policial.

A corporação alega que as medidas não configuram privilégio, mas que são ações preventivas voltadas à preservação da segurança institucional, da ordem interna e da integridade física do custodiado, de visitantes e dos próprios policiais militares.

Bolsonaro está preso após ter sido condenado pelo Supremo Tribunal Federal a 27 anos e três meses de prisão por liderar a trama golpista que culminou nos ataques às sedes dos Três Poderes.

Recentemente, o ex-presidente foi transferido da Superintendência da Polícia Federal em Brasília para o Complexo da Papuda, por determinação do ministro Alexandre de Moraes.

Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL

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