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Cotidiano

OMS pede que China esclareça aumento de doenças respiratórias em crianças

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Oficiais do país relataram aumento em doenças respiratórias durante uma coletiva de imprensa na semana passada

CNN-Brasil

A Organização Mundial da Saúde (OMS) informou que solicitou mais informações às autoridades chinesas sobre um aumento nos casos de doenças respiratórias e de agrupamentos de casos de pneumonia entre crianças no país.

Oficiais da Comissão Nacional de Saúde da China relataram um aumento em doenças respiratórias durante uma coletiva de imprensa na semana passada, conforme declarado pela OMS em um comunicado na quarta-feira.

“As autoridades chinesas atribuíram esse aumento à suspensão das restrições da Covid-19 e à circulação de patógenos conhecidos, como influenza, pneumonia por Mycoplasma pneumoniae (uma infecção bacteriana comum que afeta tipicamente crianças mais jovens), vírus sincicial respiratório (VSR) e Sars-CoV-2 (o vírus que causa a Covid-19)”, afirmou a OMS.

A organização também mencionou a ocorrência de agrupamentos de casos de pneumonia pediátrica não diagnosticada no norte do país, mas não está claro se esses casos estão relacionados às infecções respiratórias.

A China manteve a política conhecida como “Covid zero” — marcada por lockdowns e quarentenas rigorosas, testes em massa e rastreamento de contatos rigoroso — até abandonar a estratégia em dezembro. Essas medidas anti-Covid também limitam a propagação de germes mais comuns, o que, segundo especialistas, cria uma “lacuna de imunidade” que pode tornar as pessoas mais vulneráveis a infecções quando deixam de tomar tais precauções.

Relatos da mídia indicam “um surto generalizado de uma doença respiratória não diagnosticada em várias áreas da China”, de acordo com o Programa de Monitoramento de Doenças Emergentes da Sociedade Internacional de Doenças Infecciosas, conhecido como ProMED. “Não está claro quando esse surto começou, pois seria incomum tantas crianças serem afetadas tão rapidamente”, mas os relatos de doença predominantemente em crianças sugerem “alguma exposição nas escolas”.

O ProMED afirma que aguarda mais informações sobre a extensão do problema, mas que é muito cedo para fazer projeções ou especulações.

A OMS afirma ter solicitado à China informações epidemiológicas e clínicas, resultados laboratoriais desses casos, detalhes sobre as tendências na circulação de patógenos e o impacto nos sistemas de saúde.

A agência aconselha que as pessoas na China tomem medidas de precaução para reduzir o risco de doenças respiratórias, incluindo a obtenção das vacinas recomendadas, ficar em casa quando estiverem doentes, usar máscaras na presença de outras pessoas e lavar as mãos regularmente.

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Cotidiano

Mãe de Gladson Cameli chama política de “nojenta” após prefeita apoiar Alan Rick

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Linda Cameli criticou alianças e rompimentos em rede social; declaração foi vista como reação ao apoio da prefeita de Senador Guiomard ao senador

A declaração foi publicada em um espaço de comentários de uma postagem que discutia o cenário político local e repercutiu entre apoiadores e críticos do governo estadual. Foto: captada 

A mãe do governador Gladson Cameli, Linda Cameli, publicou uma crítica contundente ao ambiente político em suas redes sociais na manhã desta quarta-feira (4), classificando a política como “nojenta” em meio à discussão sobre alianças e apoios no cenário eleitoral acreano.

“Política é nojenta. Quando a pessoa está precisando é toda boazinha. Depois que se elege, esquece quem ajudou”, escreveu ela em comentário em uma postagem sobre o assunto, em aparente referência às mudanças de alianças entre grupos políticos do estado.

A manifestação ocorreu após a prefeita de Senador Guiomard, Rosana Gomes, declarar apoio ao senador Alan Rick, em entrevista ao site ContilNet, em meio às articulações para as eleições de 2026. O gesto foi interpretado nos bastidores como um realinhamento e um distanciamento do grupo do governador Gladson Cameli.

Embora não cite nomes diretamente, a declaração de Linda Cameli repercutiu entre aliados e críticos do governo, refletindo a tensão nas relações políticas no estado em um ano de movimentação pré-eleitoral.

O gesto foi lido nos bastidores como sinal de realinhamento político em Senador Guiomard, onde a prefeita vinha mantendo diálogo com diferentes grupos. Foto: captada 

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Cotidiano

Incra abre chamamento para compra de terras no Acre e criação de novos assentamentos rurais

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Edital publicado no DOU busca propriedades a partir de 400 hectares com aptidão agrícola e acesso a rodovias; prazo para ofertas é de 11 meses

O chamamento público consta no Edital nº 55/2026, publicado no Diário Oficial da União (DOU) desta quarta-feira (4). O prazo para ofertas é de 11 meses. Foto: captada 

O Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) manifestou oficialmente interesse na aquisição de imóveis rurais no Acre para a criação de novos projetos de assentamento de famílias beneficiárias do Programa Nacional de Reforma Agrária. O chamamento público consta no Edital nº 55/2026, publicado no Diário Oficial da União (DOU) desta quarta-feira (4).

As áreas devem estar localizadas nas regionais do Alto Acre, Baixo Acre, Sena Madureira e Cruzeiro do Sul, abrangendo municípios como Rio Branco, Brasiléia, Xapuri, Senador Guiomard, Porto Acre, Plácido de Castro, Acrelândia, Capixaba, Bujari, Assis Brasil, Epitaciolândia, Sena Madureira e Cruzeiro do Sul.

Os imóveis precisam ter no mínimo 400 hectares, apresentar aptidão agrícola compatível com exploração de baixo nível tecnológico, predominância de solos de classes I a IV, abundância de recursos hídricos e acesso facilitado – preferencialmente às margens de rodovias federais ou estaduais. Também devem estar livres de restrições jurídicas ou administrativas.

Os proprietários interessados podem apresentar proposta diretamente à Superintendência Regional do Incra no Acre, em Rio Branco. O prazo para ofertas é de 11 meses, a partir da publicação do edital, seguindo os critérios do Decreto nº 433/1992.

Critérios para os imóveis:
  • Aptidão agrícola: Solos das classes I a IV, compatíveis com exploração de baixo nível tecnológico;

  • Recursos hídricos: Abundância de água para consumo e irrigação;

  • Acesso: Preferencialmente às margens de rodovias federais ou estaduais;

  • Situação jurídica: Livres de embargos, litígios ou restrições ambientais.

Municípios abrangidos:

Rio Branco, Brasiléia, Xapuri, Senador Guiomard, Porto Acre, Plácido de Castro, Acrelândia, Capixaba, Bujari, Assis Brasil, Epitaciolândia, Sena Madureira e Cruzeiro do Sul.

Prazo e local para ofertas:
  • Período: 11 meses a partir da publicação (até 4 de janeiro de 2027);

  • Endereço: Superintendência Regional do Incra no Acre (Rua Santa Inês, 135 – Aviário, Rio Branco).

O Acre tem 56 projetos de assentamento já regularizados, mas a demanda por terra ainda supera a oferta, com milhares de famílias acampadas à espera de lotes. O Incra fará vistoria técnica e avaliação de preços nas propriedades ofertadas. Os valores seguirão tabelas de mercado e poderão ser pagos em títulos da dívida agrária.

A abertura de novos assentamentos pode reduzir tensões fundiárias em áreas de conflito, mas também depende de recursos orçamentários federais – hoje limitados – para efetivar as compras e a instalação de infraestrutura básica (estradas, água, energia) nas áreas adquiridas.

As propriedades devem ter mínimo de 400 hectares e estar localizadas nas regiões do Alto Acre, Baixo Acre, Sena Madureira e Cruzeiro do Sul. Foto: captada 

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Rio Juruá permanece estável, mas Defesa Civil alerta para possível elevação em Cruzeiro do Sul

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Manancial está em 13,43 metros; monitoramento passa a ser feito por régua instalada no bairro da Várzea

O Rio Juruá, em Cruzeiro do Sul, marcou 13,43 metros nesta quarta-feira (4), conforme a Defesa Civil Municipal. O nível é o mesmo registrado desde a manhã de terça-feira (3), às 9h, indicando estabilidade momentânea do manancial. Apesar disso, a tendência ainda é de elevação.

De acordo com o coordenador da Defesa Civil Municipal, Júnior Damaceno, a expectativa de subida está relacionada à chegada das águas provenientes dos municípios de Porto Walter e Marechal Thaumaturgo. “O rio está estabilizado desde ontem, mas a tendência é de subir hoje ainda, porque a água de Porto Walter e de Marechal Thaumaturgo vai chegar até aqui”, explicou.

Desde a terça-feira, a Defesa Civil, em conjunto com o Corpo de Bombeiros, passou a realizar a medição do nível do Rio Juruá por meio de uma régua instalada no bairro da Várzea, em Cruzeiro do Sul. A medida foi adotada devido a falhas, inconsistências e oscilações nas leituras do aplicativo HidroWeb, administrado pela Agência Nacional das Águas (ANA).

Segundo o coordenador de desastres da Defesa Civil de Cruzeiro do Sul, Iranilson Neri, a diferença entre a régua física e o sistema chegou a 13 centímetros. “Diante disso, optamos pela medição direta por meio da régua”, afirmou.

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