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Número de infectados pelo coronavírus no Acre ultrapassa 78 mil e mortes chegam a 1.534
Maio começou com 213 novos casos de Covid-19 neste sábado (1º). O número de mortes também chegou a 1.534 com cinco novos registros em 24 horas. O número de infectados saiu de 77.803 para 78.016, segundo o boletim da Secretaria de Saúde do Acre (Sesacre). Com 267 registros de mortes por Covid, abril foi o mês mais letal desde o início da pandemia.
Os números relacionados aos leitos em uma página que é atualizada pelas próprias unidades de saúde.
O número de exames aguardando análise do Laboratório Central de Saúde Pública do Acre (Lacen) ou do Centro de Infectologia Charles Mérieux é de 601. Há 244 pacientes internados, dos quais 226 possuem teste positivo para a Covid-19. Não há nenhuma pessoa na fila de espera por um leito de UTI. O número de altas subiu para 63.652
O estado está em contaminação comunitária desde o dia 9 de abril, com uma taxa de incidência de 8.722 casos para cada 100 mil habitantes. A taxa de mortalidade em cada 100 mil habitantes é de 172, já a de letalidade – quantidade de mortos dentro dos números confirmados da doença – é de 2%.
Dos 106 leitos de UTI nos hospitais da rede SUS disponibilizados no estado, 74 estão ocupados, fazendo a taxa de ocupação ficar em 70%. Os leitos de UTI estão concentrados na capital, com 80 vagas, e Cruzeiro do Sul, com 26.
Mortes por cidade
| Cidades com óbitos | Óbitos totais | Novos registros |
| Acrelândia | 27 | 0 |
| Assis Brasil | 21 | 0 |
| Brasiléia | 35 | 0 |
| Bujari | 13 | 0 |
| Capixaba | 15 | 1 |
| Cruzeiro do Sul | 144 | 1 |
| Epitaciolândia | 25 | 0 |
| Feijó | 52 | 0 |
| Jordão | 1 | 0 |
| Mâncio Lima | 24 | 0 |
| Manoel Urbano | 10 | 0 |
| Marechal Thaumaturgo | 9 | 0 |
| Plácido de Castro | 15 | 0 |
| Porto Acre | 31 | 0 |
| Porto Walter | 3 | 0 |
| Rio Branco | 946 | 3 |
| Rodrigues Alves | 10 | 0 |
| Santa Rosa do Purus | 5 | 0 |
| Sena Madureira | 57 | 0 |
| Senador Guiomard | 34 | 0 |
| Tarauacá | 31 | 0 |
| Xapuri | 26 | 0 |
| Total | 1.534 | 5 |
Das 1.534 mortes registradas, 882 apresentavam algum tipo de comorbidade, segundo a Saúde, e outras 652 não tinham outras doenças. Do total de mortos, 887 eram homens e 647 mulheres. Do total de vítimas, 1.056 tinham acima de 60 anos.
Neste sábado, dos quatro óbitos registrados, três foram em Rio Branco e os outros dois em Capixaba e Cruzeiro do Sul. Das vítimas, apenas uma era do sexo masculino e o restante era mulher.
Uma mulher de 58 anos, que deu entrada no dia 24 de abril no Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia do Acre (Into-AC) e morreu neste sábado (1).
Também uma mulher de 55 anos. Ela deu entrada no dia 26 de abril no Hospital Regional do Juruá e morreu na sexta-feira (30).
Um homem de 61 anos, que deu entrada no dia 13 de abril no Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia do Acre e morreu uma semana depois, dia 30.
Uma idosa de 72 anos, que deu entrada no dia 19 de abril no Into-AC e morreu também no dia 30.
Outra mulher de 74 anos, que deu entrada no dia 27 de abril, no Into-AC e morreu no mesmo dia.
A subsecretária estadual de Saúde, Paula Mariano, explicou à Rede Amazônica mais uma vez sobre o registro de óbitos diários. Ela explica que existe um período de investigação das mortes por Covid e elas só passam a contar nos registros após confirmação de exames.
“É bom a gente esclarecer com relação ao número de óbitos, que há óbitos em investigação. Esses óbitos em investigação o que acontece, eles não são necessariamente do dia que ele está apresentado. Ele é visto antes, às vezes o paciente entra no hospital, fez só a tomografia e não saiu o resultado do swab ainda e o paciente foi a óbito, esse paciente vai para investigação até entrar no sistema e a equipe fazer essa análise. Só assim ele aparece dentro dos dados, por isso o tempo dele aparecer no boletim”, explica.
Maiores taxas de contaminação a cada 10 mil habitantes:
- Assis Brasil – 2.014
- Tarauacá – 1.447
- Xapuri – 1.440
- Santa Rosa – 1.201
- Sena Madureira – 1.179
Casos de Covid-19 por cidades
| Cidades | Total | Casos novos |
| Acrelândia | 1.496 | 2 |
| Assis Brasil | 1.517 | 25 |
| Brasiléia | 2.464 | 16 |
| Bujari | 1.067 | 0 |
| Capixaba | 568 | 11 |
| Cruzeiro do Sul | 7.258 | 14 |
| Epitaciolândia | 1.251 | 4 |
| Feijó | 2.754 | 1 |
| Jordão | 386 | 3 |
| Mâncio Lima | 1.797 | 0 |
| Manoel Urbano | 883 | 0 |
| Marechal Thaumaturgo | 1.118 | 13 |
| Plácido de Castro | 1.472 | 18 |
| Porto Acre | 1.330 | 4 |
| Porto Walter | 505 | 0 |
| Rio Branco | 34.971 | 76 |
| Rodrigues Alves | 727 | 5 |
| Santa Rosa do Purus | 807 | 3 |
| Sena Madureira | 5.483 | 8 |
| Senador Guiomard | 1.095 | 0 |
| Tarauacá | 6.246 | 3 |
| Xapuri | 2.821 | 7 |
| Total | 78.016 | 213 |
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Polícia Civil integra programação do “Março Delas: Acre pelas Mulheres” promovido pelo governo do Estado
Em alusão ao Dia Internacional da Mulher, celebrado em 8 de março, a Polícia Civil do Acre (PCAC) participa da programação do “Março Delas: Acre pelas Mulheres”, iniciativa promovida pelo Governo do Acre que reúne diversos serviços voltados ao público feminino, com foco no acolhimento, orientação e garantia de direitos.

Durante a ação, a instituição disponibilizou atendimento para emissão da Carteira de Identidade Nacional (CIN), além de orientações às mulheres sobre direitos e formas de buscar apoio em situações de violência. A estrutura montada pela Polícia Civil conta ainda com duas salas específicas de atendimento, sendo uma destinada ao registro de Boletim de Ocorrência (BO) e outra voltada ao encaminhamento de pedidos de medidas protetivas, garantindo mais privacidade e agilidade às vítimas.
O delegado-geral da Polícia Civil do Acre, Dr. José Henrique Maciel, destacou a importância da participação da instituição em iniciativas que ampliam o acesso das mulheres aos serviços de proteção e cidadania.

“Ações como essa aproximam a Polícia Civil da população e fortalecem a rede de proteção às mulheres. Participar do ‘Março Delas’ é reafirmar o compromisso da Polícia Civil com a defesa dos direitos das mulheres. Estamos oferecendo serviços essenciais, orientação e um espaço seguro para que aquelas que precisarem possam buscar ajuda e garantir a proteção que a lei assegura”, afirmou.
A delegada Juliana de Angelis, representante institucional de Políticas Públicas de Proteção a Grupos Vulneráveis da Polícia Civil, ressaltou que a presença da instituição na programação também tem caráter preventivo e educativo.
“A Polícia Civil busca estar cada vez mais próxima das mulheres, oferecendo informação, acolhimento e acesso aos mecanismos de proteção. Eventos como o ‘Março Delas’ fortalecem essa rede de apoio e ajudam a conscientizar sobre os direitos e os caminhos disponíveis para quem precisa de proteção”, destacou.
A programação do “Março Delas: Acre pelas Mulheres” reúne diversas instituições públicas e parceiros com o objetivo de valorizar, apoiar e ampliar o acesso das mulheres a serviços de cidadania, saúde, orientação jurídica e proteção, marcando o mês dedicado à reflexão e ao fortalecimento das políticas públicas voltadas ao público feminino.
Fonte: Conteúdo republicado de POLÍCIA CIVIL - GERAL
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Operação reforça controle migratório em hotéis e alojamentos na cidade de Cobija
Ação conjunta entre Polícia de Pando, INTERPOL e Migração verificou situação de estrangeiros e registro de hóspedes
Uma operação de controle migratório foi realizada em hotéis, pousadas e alojamentos da cidade de Cobija, capital do departamento de Pando. A ação foi coordenada pela Polícia de Pando, por meio de unidade especializada da INTERPOL, em parceria com a Dirección General de Migración de Bolivia.
A operação foi conduzida sob a direção do coronel MSC CAD. Erland Mosteiro Banegas, comandante da Polícia do departamento.
Durante a fiscalização, as equipes realizaram verificações sobre a situação migratória de estrangeiros hospedados nos estabelecimentos, além de conferir o registro correto de hóspedes e a identificação de menores de idade.
De acordo com as autoridades, o objetivo da ação é reforçar a segurança na região de fronteira e garantir o cumprimento das normas migratórias vigentes, além de prevenir possíveis irregularidades em estabelecimentos de hospedagem.
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Mais de 230 denúncias de violência no Acre em 2026 ocorreram dentro de residências, aponta Ministério das Mulheres
Dados de janeiro e fevereiro revelam que 151 casos foram na casa da vítima e 72 em residências compartilhadas com agressores; vítimas são responsáveis por 177 registros

Dados de janeiro e fevereiro mostram que 151 casos aconteceram na casa da vítima e 72 em residências compartilhadas com o agressor; ambiente doméstico concentra maior parte dos registros. Foto: captada
Mais de 230 denúncias de violência registradas no Acre em 2026 aconteceram dentro de residências, segundo dados de atendimentos divulgados pelo Ministério das Mulheres, referentes ao período de 1º de janeiro a 21 de fevereiro de 2026. Desse total, 151 casos ocorreram na casa da própria vítima e 72 em residências onde vítima e suspeito moram juntos, reforçando que a maior parte das ocorrências acontece no ambiente doméstico.
Os registros mostram que outros cenários aparecem com números bem menores. Foram contabilizadas três denúncias em ambientes de lazer ou esporte, três na casa do suspeito, duas em via pública, duas na casa de familiares e duas em ambientes virtuais, como redes sociais. Também houve um caso em estabelecimento comercial, um no transporte público e um registro sem local informado.
Ao todo, o sistema contabiliza 233 protocolos de atendimento no Acre em 2026. Apenas nos dois primeiros meses do ano foram registrados 164 casos em janeiro e 74 em fevereiro, indicando maior concentração de denúncias no início do ano.
Os dados também revelam que a maior parte das denúncias é feita pela própria vítima. Foram 177 registros realizados diretamente por quem sofreu a violência, enquanto 61 foram feitos por terceiros, como familiares, amigos ou testemunhas.
O retrato da violência doméstica
Dos 233 protocolos de atendimento contabilizados no período:
-
151 casos ocorreram na casa da própria vítima;
-
72 casos aconteceram em residências onde vítima e suspeito moram juntos;
-
Apenas 10 registros ocorreram fora do ambiente domiciliar.
Quem denuncia
O levantamento também revela o perfil de quem faz os registros:
- Própria vítima: 177 denúncias (76%)
- Terceiros (familiares, amigos ou testemunhas): 61 denúncias (24%)
Dados do Acre (01/01 a 21/02/2026):
- Total de denúncias: 233
- Casos em residências: 223 (95,7%)
- Principal local: Casa da vítima (151)
- Denúncias feitas pela vítima: 177
- Média mensal: 116,5 casos
Os números acendem um alerta para as políticas públicas de enfrentamento à violência doméstica no Acre. Em menos de dois meses, 223 mulheres sofreram agressões dentro do que deveria ser seu lugar mais seguro — suas próprias casas. O poder público e a sociedade seguem desafiados a frear essa estatística.




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