Cotidiano
Mutirão busca vacinar mais de 3,6 mil pessoas em comunidades de difícil acesso no Acre
Helicóptero do Ministério da Defesa levará agentes do PNI a comunidades de oito municípios entre os dias 29 de agosto e 2 de setembro. Objetivo é atualizar aplicações previstas no calendário de vacinação

Operação Gota: público alvo é de mais de 3,6 mil pessoas no interior do Acre. Foto: cedida
Uma operação vai levar vacinas a 49 comunidades ribeirinhas e indígenas de oito municípios do Acre a partir desta sexta-feira (29). O objetivo é atualizar aplicações previstas no calendário de vacinação dos habitantes destas comunidades com doses contra raiva,sarampo e outras doenças.
Um helicóptero do Ministério da Defesa vai levar agentes do Plano Nacional de Imunizações do Acre (PNI-AC) aos locais para o mutirão que deve durar cerca de 17 dias.
Conforme a Secretaria Estadual de Saúde (Sesacre), a Operação Gota vai disponibilizar doses para toda a população das comunidades, que somam mais de 3,6 mil pessoas.
“A operação Gota é uma missão que é uma parceria do Ministério da Saúde, Ministério da Defesa, através do governo federal, o estado do Acre, entre outros estados da região norte do país”, explicou a coordenadora do PNI no estado, Renata Quiles, em entrevista à Rede Amazônica Acre.
Segundo a Sesacre, a operação vai passar pelos seguintes municípios:
- Sena Madureira – 29 de agosto a 2 de setembro
- Xapuri – 2 de setembro
- Tarauacá – 4 e 5 de setembro
- Feijó – 6 e 7 de setembro
- Jordão – 8 e 9 de setembro
- Cruzeiro do Sul – 10 de setembro
- Marechal Thaumaturgo – 11 e 12 de setembro
- Porto Walter – 13 e 14 de setembro
“Todas as vacinas que o Ministério da Saúde nos fornece serão levadas para essa missão. Para a população ribeirinha indígena, está incorporada ao calendário a vacina contra a raiva, não só diante de acidente. Ela já é uma vacina de rotina, então a gente espera reforçar a campanha de intensificação contra o sarampo, e também a vacina contra a raiva para os ribeirinhos”, acrescentou a coordenadora.

O objetivo é atualizar aplicações previstas no calendário de vacinação dos habitantes destas comunidades com doses contra raiva, sarampo e outras doenças. Foto: arquivo
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Polícia e Bombeiros intensificam apoio a famílias desabrigadas por enchente no Acre
Ações integradas garantem segurança, assistência e patrulhamento fluvial em Sena Madureira; monitoramento continua durante emergência

A atuação conjunta envolve ainda outros órgãos municipais, além do Ministério Público e da Defesa Civil, que trabalham de forma integrada para assegurar os direitos fundamentais das famílias afetadas. Foto: captada
Em Sena Madureira, Polícia Militar e Corpo de Bombeiros atuam em conjunto para auxiliar famílias afetadas pela enchente do Rio Iaco. As equipes fazem visitas periódicas aos abrigos, com o objetivo de assegurar ordem pública, apoio institucional e a proteção dos desalojados.
Além das rondas nos locais de acolhimento, as forças de segurança realizam patrulhamentos fluviais integrados para inibir crimes e preservar o patrimônio nas áreas atingidas. A operação conta ainda com a participação de Defesa Civil, Ministério Público e órgãos municipais.

As ações visam coibir práticas ilícitas, preservar a tranquilidade da população e salvaguardar o patrimônio dos moradores das áreas atingidas pela cheia do rio. Foto: captada
As instituições afirmam que o monitoramento será mantido enquanto durar a situação de emergência, reforçando o compromisso com a segurança da população.

As equipes estão realizando visitas periódicas aos abrigos onde a população desalojada está acolhida, com o objetivo de garantir segurança, ordem pública e assistência institucional. Foto: captada
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MPF abre inquérito para apurar precariedade em escolas indígenas atingidas por cheias em Santa Rosa do Purus
Investigação terá duração de um ano e vai avaliar condições da Escola da Aldeia Estirão e de outras três unidades; aulas seguem em casa de madeira improvisada

O MPF considerou inviável a construção de uma escola fixa na aldeia, já que há risco de desbarrancamento e destruição da estrutura durante as cheias. Foto: captada
O Ministério Público Federal (MPF) abriu inquérito civil para apurar a precariedade da Escola Municipal da Aldeia Estirão, do povo Jaminawa, em Santa Rosa do Purus, no interior do Acre. A investigação, que terá duração inicial de um ano, foi motivada por denúncias acompanhadas de fotos que mostram a falta de estrutura adequada também nas aldeias Nova Mudança, Boa União e Nova Aliança.
Segundo a Funai, a Aldeia Estirão fica em área baixa sujeita a cheias anuais do rio Purus, o que inviabiliza a construção de uma escola fixa. Além disso, áreas mais altas pertencem a particulares, impedindo novas edificações até a regularização fundiária. Enquanto isso, a comunidade mantém as aulas em uma casa de madeira coberta com telhas, com apoio da Secretaria Municipal de Educação.
O MPF vai apurar se há violação de direitos à educação digna e condições adequadas de ensino para crianças e adolescentes indígenas. A portaria foi assinada pelo procurador da República Luidgi Merlo Paiva dos Santos e publicada nesta segunda-feira (2).
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Campeonato Rainhas da Bola terá 8 equipes na disputa

Foto João Valente: Competição vai colocar em quadra algumas das melhores atletas acreanas
O Campeonato Rainhas da Bola de Futsal começa no próximo dia 8 na quadra da escola Instituto Educacional Lourenço Filho e terá 8 equipes na disputa. Os times foram divididos em duas chaves de quarto e os dois primeiros avançam às semifinais da competição.
“O futsal feminino vem crescendo muito no Estado e resolvemos promover essa competição para movimentar a modalidade”, declarou o coordenador Marcelo Fontenele.
Premiação definida
A equipe campeã do Rainhas da Bola vai receber R$ 2 mil a vice receberá mil reais.
“Definimos a premiação e agora é esperar o início das disputas. Vamos ter grandes jogos”, afirmou Marcelo Fontenele.
Grupos do Rainhas da Bola
A
Borussia
Real Sociedade
Calafate
Porto Acre
B
RB HuniKuin
Assermurb
Veneza
Boleiras

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