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Morre Monteirinho, o ‘forrozeiro da floresta’, voz histórica do Acre e ativista ao lado de Chico Mendes

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Cantor e acordeonista acreano faleceu aos 76 anos; legado une defesa da Amazônia e sucessos como ‘Bicharada’ e ‘A Luta Não Foi em Vão’

Nascido no Seringal Cachoeira, em Xapuri, Monteirinho atuou ao lado de Chico Mendes na luta pela preservação da floresta e dos povos tradicionais. Foto: captada 

Morreu na última quinta-feira (25), aos 76 anos, o cantor e acordeonista Francisco Monteiro de Morais, o Monteirinho, conhecido como o ‘forrozeiro da floresta’. Artista popular e ativista histórico, ele era uma das vozes mais emblemáticas do Partido dos Trabalhadores (PT) no Acre e deixou um legado que une música e defesa da Amazônia.

Nascido no Seringal Cachoeira, em Xapuri, Monteirinho atuou ao lado de Chico Mendes na luta pela preservação da floresta e dos povos tradicionais. Em mais de cinco décadas de carreira, embalou gerações com forrós que falavam da vida na selva, dos rios e das lutas sociais. Seus maiores sucessos, como “Bicharada” e “A Luta Não Foi em Vão”, permanecem disponíveis no YouTube e são cantados como hinos regionais.

Quem era Monteirinho:

Francisco Monteiro de Morais, conhecido como Monteirinho, foi um cantor, acordeonista e ativista acreano. Ele faleceu na quinta-feira, 25 de [mês não especificado], aos 76 anos de idade. Era conhecido pelo apelido de “forrozeiro da floresta”.

Legado e Atuação:

Monteirinho era uma das maiores vozes do Partido dos Trabalhadores (PT) no Acre. Seu legado é tanto cultural quanto social. O PT, em suas redes sociais, o descreveu como um “homem simples, de sorriso largo e sanfona sempre a postos”, destacando que sua música animava o povo “nos seringais, nas colônias e nas cidades” por mais de cinco décadas.

Trajetória e Ativismo:

Nascido no Seringal Cachoeira, em Xapuri (interior do Acre), Monteirinho compreendeu cedo o conceito de “florestânia” (a cidadania da floresta). Essa consciência o levou a atuar ao lado do lendário líder seringueiro Chico Mendes na defesa da Floresta Amazônica.

Carreira Musical:

Foi através da música que ele deixou sua maior herança. Suas canções não apenas celebravam as maravilhas da Amazônia, mas também alertavam para problemas ambientais e sociais, como a seca do Rio Acre. Sua música era uma forma de resistência, fortalecimento e esperança.

Principais Sucessos:

Dentre seus maiores sucessos estão as músicas “Bicharada” e “A Luta Não Foi em Vão”, que estão disponíveis no YouTube. O velório e o enterro do artista aconteceram na capital do estado.

Em nota, o PT acreano destacou:

“Homem simples, de sorriso largo e sanfona sempre a postos para animar a vida da nossa gente. Monteirinho cantava para resistir, para fortalecer e para lembrar que a vida é dura, mas também cheia de esperança”.

O velório e sepultamento ocorreram em Rio Branco.

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OAB dos Médicos: residência é caminho para resolver baixo desempenho, diz secretário do Ministério da Saúde

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Pasta de Felipe Proenço quer aumentar número de vagas e bolsas para residência médica
Valter Campanato/Agência Brasil – arquivo

Felipe Proenço aposta em capacitação dos médicos recém-formados na residência para garantir eficiência dos profissionais

A residência médica é apontada como o principal caminho para qualificar profissionais que apresentaram baixo desempenho nas avaliações do MEC (Ministério da Educação). A avaliação é do secretário de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde do Ministério da Saúde, Felipe Proenço.

Em entrevista exclusiva ao R7 Planalto, Proenço comentou o cenário da formação médica no Brasil após a realização do Enamed (Exame de Avaliação da Formação Médica) — chamado também de OAB dos Médicos, conhecido como a “OAB dos Médicos”. Os dados divulgados mostram que quatro em cada dez estudantes de medicina de instituições privadas não atingiram a nota mínima de proficiência.

Isso significa que esses estudantes acertaram menos de 60% das 100 questões da prova, aplicada no segundo semestre do ano passado pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep).

Segundo Proenço, mesmo sem alcançar a nota mínima, a legislação atual permite que o médico recém-formado exerça a profissão. “Por isso, a gente avalia que a residência médica é o grande caminho para enfrentar essa questão”, afirmou.

Apesar disso, o déficit de vagas de residência preocupa o Ministério da Saúde. “Em 2023, cerca de 32 mil estudantes concluíram o curso de medicina. Já em 2024, havia vagas de residência para apenas 16 mil desses novos médicos”, explicou.

Proenço acrescentou que essa falta de vagas ajuda a explicar a alta procura pelo Enamed no ano passado. “Dos mais de 89 mil inscritos, 39 mil eram concluintes do curso de medicina, enquanto outros 49 mil já eram médicos formados que buscavam uma vaga na residência médica”, disse.

Falta de investimento

Para o secretário, o problema está ligado à falta de investimentos em anos anteriores. Ele lembrou que a Lei do Mais Médicos, de 2013, previa a universalização das vagas de residência médica, com uma vaga para cada egresso do curso de medicina. No entanto, essa regra foi revogada em 2019, com a criação da lei do Médicos pelo Brasil.

Segundo Proenço, a mudança reduziu o número de vagas, já que deixou de existir a exigência de que novos cursos de medicina criassem vagas de residência equivalentes ao número de formandos. “Isso não foi fiscalizado. Muitos desses cursos, além de terem notas insatisfatórias, oferecem poucas vagas de residência para seus próprios egressos”, afirmou.

Ao R7 Planalto, Proenço adiantou que o Ministério da Saúde estuda a criação de até 5 mil novas bolsas de residência médica. “O atual governo retomou o investimento nessa área, abriu mais mil bolsas em 2024 e outras 3 mil em 2025. Agora, estamos avaliando a possibilidade de criar pelo menos 5 mil novas vagas, para reduzir esse desequilíbrio”, concluiu.

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Rivera “desiste” e New City é campeão Estadual de 2025

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Foto FEAB: Grandes partidas marcaram o Campeonato Estadual

A fase final do Campeonato Estadual de 2025 foi cheia de “imprevistos” e nesta sexta, 30, o filme acabou se repetindo. Os Dirigentes do Rivera, de Tarauacá, comunicaram a Federação Acreana de Basquete(FEAB) a falta de condições para se deslocar até Rio Branco e desta maneira a equipe não poderia jogar a final do Campeonato Estadual, no masculino. A decisão estava programada Neste sábado, 31, a partir das 13 horas, no ginásio do IFAC, e o New City fica com o título sem entrar em quadra.

Final no feminino

AAB e ABMAC decidem o título do Campeonato Estadual, no feminino. As duas equipes entram em quadra sem favoritismo e devem realizar uma final equilibrada.

Torneios programados

A FEAB vai promover torneios de 3 pontos, agilidade e enterradas durante a programação deste sábado, no IFAC.

“Tínhamos pensando em uma grande programação e vamos promover mesmo com a ausência do Rivera. O New City fará um amistoso contra a seleção do campeonato para podermos fechar a temporada de 2025”, declarou o diretor técnico da FEAB, professor Manieldem Távora.

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Wanderson Jordão é seleção da 6ª rodada do Paulistão A2

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Foto arquivo pessoal: Wanderson Jordão vive grande fase no Monte Azul

O acreano Wanderson Jordão pegou a seleção da 6ª rodada do Campeonato Paulista da A2. O atacante disputa a competição pelo Monte Azul em seis jogos, marcou um gol e deu duas assistências.

“Fui seleção em três das seis rodadas da competição. Venho trabalhando duro e o nosso objetivo é tentar o acesso. O campeonato é muito disputado, mas temos um time capaz de lutar pelos objetivos”, declarou o atacante acreano.

Mais duas temporadas

Wanderson Jordão vive grande e acabou de renovar seu vínculo com o Monte Azul por mais duas temporadas.

“A nossa estrutura é excelente e podemos trabalhar com muita tranquilidade. Tenho uma identificação com o clube e a torcida e isso acabou facilitando a renovação do contrato”, afirmou Wanderson Jordão

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