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Microsoft desativa serviços usados por unidade militar de Israel

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Em um comunicado, o CEO da empresa disse que não fornece tecnologia “para facilitar a vigilância em massa de civis”

Um logotipo da Microsoft é visto em Issy-les-Moulineaux, perto de Paris • Um logotipo da Microsoft visto nos escritórios da empresa em Issy-les-Moulineaux, perto de Paris, França, em 21 de março de 2025. REUTERS/Gonzalo Fuentes

A Microsoft anunciou nesta quinta-feira (25) que desativou um conjunto de serviços de computação em nuvem e de inteligência artificial usados por uma unidade do Ministério da Defesa de Israel (IMOD).

A medida acontece depois que a empresa, através de uma análise interna, encontrou evidências que apoiam relatos da mídia sobre um sistema de vigilância em Gaza e na Cisjordânia.

Em uma declaração publicada no blog da empresa, o presidente da Microsoft, Brad Smith, disse que a empresa havia “cessado e desativado um conjunto de serviços para uma unidade dentro do Ministério da Defesa de Israel”.

Em 15 de agosto, a Microsoft anunciou que havia iniciado uma revisão das alegações.

Smith afirmou que a Microsoft não fornece tecnologia “para facilitar a vigilância em massa de civis”, um princípio que aplica “em todos os países do mundo”.

A revisão, disse Smith, concentrou-se em registros comerciais, demonstrações financeiras, documentos internos e outros registros, sem acesso ao conteúdo do material armazenado.

Um oficial de segurança israelense disse: “Não há danos às capacidades operacionais das IDF”.

A medida ocorre após uma investigação do The Guardian e da revista israelense +972 no início de agosto relatar que a unidade de inteligência militar de Israel, conhecida como 8200, dependia do Microsoft Azure para armazenar milhões de chamadas telefônicas feitas por palestinos em Gaza e na Cisjordânia ocupada.

Fonte: CNN

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Jorge Viana articula adesão do Podemos ao campo progressista e redesenha cenário político no Acre

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Partido deixa órbita de Madson Cameli e se alinha a PT, PCdoB e PV para eleições de 2026; empresário Murilo Leite deve assumir presidência da legenda

A partir de agora, o partido integra o bloco alinhado ao PT, PCdoB e PV para as eleições de 2026

O Podemos deixa a base de influência ligada ao ex-secretário Ney Amorim, sob o comando de Madson Cameli e passa a integrar o bloco alinhado ao PT, PCdoB e PV para as eleições de 2026

Uma reviravolta no cenário político acreano redefine os rumos do Podemos no estado. O ex-governador Jorge Viana (PT) confirmou à imprensa que articulou, junto à direção nacional do partido, a adesão da sigla ao campo progressista no Acre.

Com a mudança, o Podemos rompe com a base de influência ligada ao ex-secretário Ney Amorim, que vinha conduzindo a legenda para a órbita do grupo político da governadora Mailza Assis, sob o comando de Madson Cameli. A partir de agora, o partido integra o bloco alinhado ao PT, PCdoB e PV para as eleições de 2026.

Nos bastidores, a movimentação representa uma perda direta de espaço político para Madson Cameli, que era apontado como peça central na reorganização da legenda no estado.

Madson Cameli perde o Podemos no Acre após articulação de Jorge Viana. Foto: captada 

A articulação de Jorge Viana inclui ainda o convite ao empresário Murilo Leite para assumir a presidência do Podemos no Acre, com oficialização prevista para os próximos dias. A expectativa é de que a nova configuração fortaleça a oposição ao atual governo estadual e reacenda alianças históricas no estado.

A articulação de Jorge Viana inclui ainda o convite ao empresário Murilo Leite para assumir a presidência do Podemos no Acre. Foto: captada 

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Governo do Acre estuda nomear José Bestene para secretaria de Saúde, diz líder na Aleac

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Deputado Manoel Moraes afirma que Executivo ouve base aliada; reunião presencial está marcada para amanhã, segunda-feira (6)

Deputado Manoel Moraes, afirmou que o Executivo estuda nomear José Bestene como novo secretário de Saúde

Moraes e outros deputados da base de apoio a Mailza Assis na Assembleia se reuniram de forma virtual com Abserson Carvalho no sábado

O líder do governo na Assembleia Legislativa do Acre (Aleac) , deputado Manoel Moraes, revelou que o Executivo estadual estuda nomear José Bestene como novo secretário de Saúde. A informação foi dada neste sábado (3), após reunião virtual entre parlamentares da base aliada e o secretário adjunto Abserson Carvalho.

Segundo Moraes, os deputados governistas estão sendo consultados sobre a indicação. “O nome dele é cotado. O governo optou por ouvir os deputados da base”, declarou. Ele adiantou que haverá uma reunião presencial na segunda-feira (6) para avançar na discussão.

Deputado Manoel Moraes, revelou que o Executivo estadual estuda nomear José Bestene como novo secretário de Saúde. Foto: captada 

A possível troca no comando da Secretaria de Estado de Saúde (Sesacre) ocorre em meio a desafios na gestão da pasta, que enfrenta pressões por melhorias na rede hospitalar e no atendimento à população. José Bestene é um nome conhecido no cenário político e administrativo do Acre, tendo ocupado cargos anteriores no governo.

A confirmação ou não do novo secretário deve sair após o encontro de segunda-feira, quando a base aliada deverá dar sinal verde ou apresentar ressalvas à indicação.

A possível troca no comando na Sesacre ocorre em meio a desafios na gestão da pasta, que enfrenta pressões por melhorias na rede hospitalar e no atendimento à população. Foto: captada 

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Ex-secretário de Saúde Pedro Pascoal deixa base governista e se filia ao PSDB, fortalecendo projeto de Tião Bocalom para 2026

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Movimento evidencia fissuras no grupo que comanda o Estado e consolida articulação do prefeito da capital rumo à disputa pelo governo do Acre

Ex-secretário de Saúde do Acre deixa base governista e se filia ao PSDB. Foto: captada 

Prefeito da capital se consolida como peça central do PSDB no Acre, estruturando candidatura competitiva ao governo do estado

A saída do ex-secretário de Saúde do Acre, Pedro Pascoal, da base governista e sua filiação ao PSDB não representam apenas uma mudança partidária. O movimento sinaliza, na prática, uma inflexão estratégica no tabuleiro político rumo às eleições de 2026.

A decisão evidencia fissuras internas no grupo que hoje comanda o Estado e, ao mesmo tempo, reforça a articulação do prefeito Tião Bocalom na disputa pelo governo. Pascoal migra após um período de desgaste nos bastidores.

Ao se alinhar a Bocalom no PSDB, Pascoal passa a integrar um projeto que vem sendo estruturado com foco claro na ampliação de bancadas e na consolidação de uma candidatura competitiva ao governo. O movimento fortalece diretamente o projeto político do prefeito da capital, que agora se torna peça central do PSDB no Acre.

Prefeito da capital se consolida como peça central do PSDB no Acre, estruturando candidatura competitiva ao governo do estado. Foto: captada 

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