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Líder do governo rebate críticas sobre atraso no Plano de Carreiras da Saúde na Assembleia do Acre

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Manoel Moraes afirma que processo envolve mais de 300 subclasses profissionais e questões técnicas complexas; oposição cobra apresentação do documento

O parlamentar afirmou que o governo está trabalhando para concluir o documento, mas destacou que o processo envolve questões técnicas e jurídicas que exigem tempo. Foto: captada 

O deputado estadual Manoel Moraes, líder do governo na Assembleia Legislativa do Acre, se pronunciou durante sessão ordinária desta terça-feira (18) sobre as críticas relacionadas ao atraso na apresentação do novo Plano de Cargos, Carreiras e Remuneração (PCCR) da Saúde. O parlamentar afirmou que o governo está trabalhando para concluir o documento, mas destacou que o processo envolve questões técnicas e jurídicas complexas que exigem tempo para serem adequadamente resolvidas.

Moraes rebateu as críticas da oposição explicando que a elaboração do plano foi especialmente contratada para atender à complexidade da área da saúde, que reúne mais de 300 subclasses profissionais diferentes. A justificativa busca responder às cobranças sobre o cronograma de entrega do documento, considerado essencial para a reorganização da carreira dos profissionais de saúde do estado.

“A única categoria que foi contratada é uma empresa para fazer um plano que seja justo. Porque dentro da saúde tem mais de 300 subclasses. Nós estamos trabalhando por bem de vocês. Eu já disse uma vez aqui que falar é bom, criticar é fácil. Difícil é resolver. Então, a gente está aqui tentando resolver”, disse o deputado.

O líder do governo também afirmou que o Executivo tem atuado dentro dos limites legais e ressaltou que o PCCR está em análise nos órgãos de controle.

“Onde está o problema? Está na Procuradoria do Estado. Por quê? Porque são muitas classes. Se fizer errado, depois vai ser questionado na Justiça. Hoje, [o plano] está no Ministério Público e na Procuradoria Geral do Estado. Então, o que é que vai acontecer? Quando a Procuradoria mandar de volta, já foi feito o estudo financeiro, o estudo político, já foi feito tudo. E, nós vamos partir para a última fase, que é executar. E vai ser executado, mesmo que alguns sejam contra, mesmo que digam que não, vai ser executado”, declarou Moraes.

Moraes disse ainda que o governo mantém respeito pelos servidores e que não há intenção de prejudicar a categoria. “Nós temos respeito pelos funcionários da saúde e também todos os funcionários do Estado do Acre. Agora, não se faz um plano da saúde da noite para o dia. Só as pessoas de má fé que dizem que faz. Se a pessoa tiver boa fé, não faz”, completou.

Servidores da Saúde protestam na Aleac com bocas tampadas em reação à decisão judicial que suspendeu greve. Foto: captada

O ato na Aleac reúne técnicos, auxiliares e enfermeiros que cobram valorização por parte do Governo do Estado e exigem a conclusão e o envio do novo Plano de Cargos, Carreiras e Remuneração (PCCR) para análise dos deputados estaduais. Segundo os profissionais, o governo já teria informado que o plano está pronto, mas ainda não apresentou o documento oficial.

Entre as principais reivindicações estão:

– Aumento do auxílio-alimentação, que atualmente é de R$ 420, para R$ 1.000;

– Universalização do auxílio-saúde, hoje restrito aos servidores da Saúde, para todos os funcionários públicos, incluindo ativos e inativos;

– Aplicação da Revisão Geral Anual (RGA), com reajuste linear estimado em cerca de 20%, a fim de recompor perdas inflacionárias acumuladas.

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Bancada federal do Acre garante R$ 34 milhões para construção da segunda ponte entre Brasiléia e Epitaciolândia

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Recursos de senadores e deputados viabilizam nova ligação na região de fronteira; primeira ponte também será construída ainda em 2026

O montante foi viabilizado por emendas dos senadores Alan Rick e Márcio Bittar, além dos deputados federais Roberto Duarte, Coronel Ulisses, Antônia Lúcia e Eduardo Veloso. Foto: captada 

A mobilidade urbana no Alto Acre deve dar um salto importante nos próximos anos. A bancada federal do Acre assegurou o aporte de R$ 34 milhões em emendas parlamentares para a construção da segunda ponte interligando os municípios de Brasiléia e Epitaciolândia. O recurso é resultado de uma ação conjunta que envolve senadores e deputados federais do estado.

Articulação da bancada

O montante foi viabilizado por emendas dos senadores Alan Rick e Márcio Bittar, além dos deputados federais Roberto Duarte, Coronel Ulisses, Antônia Lúcia e Eduardo Velloso. A iniciativa reforça a atuação coletiva da bancada em favor de obras estruturantes para a região.

Primeira ponte

Paralelamente, a primeira ponte já tem destino definido e deverá sair do papel ainda este ano. A obra será construída na Avenida Amazonas em Epitaciolândia, com a Avenida Odilon Pratagi em Brasiléia, sub-esquina com a Av. Rui Lino, com recursos provenientes de emenda da ex-deputada federal Mara Rocha. A expectativa é que a nova ligação alivie o tráfego intenso atualmente concentrado na ponte existente, melhorando o fluxo de veículos e pedestres entre os dois municípios.

Segunda ponte

Já a segunda ponte, contemplada pelo aporte de R$ 34 milhões, está em fase de estudos técnicos. O projeto prevê que a estrutura seja erguida nas proximidades da Escola Kairala José Kairala, em Brasiléia. A proposta foi apresentada pelo senador Márcio Bittar e recebeu apoio unânime dos demais integrantes da bancada federal acreana.

Execução e impacto regional

Segundo informações repassadas pelas lideranças políticas, a emenda já está sendo alocada para execução pelo Governo do Estado do Acre, atendendo antigas reivindicações da população da fronteira. A obra é considerada estratégica para o desenvolvimento regional, pois além de melhorar a mobilidade urbana, deve impulsionar o comércio, facilitar o acesso a serviços públicos e fortalecer a integração entre Brasiléia e Epitaciolândia.

Com os investimentos anunciados, a expectativa é que a regional do Alto Acre avance em infraestrutura e qualidade de vida, consolidando uma antiga demanda da população local que há anos reivindica alternativas para o intenso fluxo entre as duas cidades.

Sula, acompanhada dos projetistas da obra, vistoriou possíveis locais de construção da nova ponte. Foto: Thauã Conde/Deracre

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Prefeitura de Assis Brasil abre seleção para cinco vagas temporárias na saúde e assistência social

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Inscrições são gratuitas e presenciais; salários variam de R$ 2.500 a R$ 3.200 para fisioterapeuta, psicólogo, assistente social, nutricionista e supervisor do Criança Feliz

A gestão municipal destaca que o certame busca reforçar equipes multidisciplinares e ampliar o atendimento à população. Foto: captada

A Prefeitura de Assis Brasil, na região de fronteira do Acre, lançou Processo Seletivo Simplificadopara contratação imediata de cinco profissionais de nível superior. As vagas são temporárias e destinadas às áreas de saúde e assistência social, com atuação prevista para 2026.

Os salários variam entre R$ 2.500 e R$ 3.200, conforme o cargo. A gestão municipal destaca que o certame busca reforçar equipes multidisciplinares e ampliar o atendimento à população.

Vagas disponíveis

Estão disponíveis :

  • Fisioterapeuta (30 horas semanais) — 1 vaga;

  • Psicólogo (40h) — 1 vaga;

  • Assistente social (30h) — 1 vaga;

  • Nutricionista (40h) — 1 vaga;

  • Supervisor do Programa Criança Feliz (40h) — 1 vaga.

Inscrições

As inscrições são gratuitas e devem ser realizadas presencialmente no auditório municipal. Antes de comparecer ao local, o candidato precisa preencher o formulário disponível no site oficial da prefeitura.

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Unafisco se manifesta sobre venda de informações da esposa de Moraes

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Beto Barata/Presidência da República
Lei Magnitsky, dos EUA, atinge Alexandre de Moraes e Viviane Barci de Moraes -- Metrópoles

A Associação Nacional dos Auditores-Fiscais da Receita Federal do Brasil (Unafisco) se manifestou, nesta sexta-feira (27/2), pela suspensão das medidas cautelares imposta pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), contra o servidor que vendeu dados da advogada Viviane Barci de Moraes, esposa de Moraes, e do advogado Rodrigo Fux, filho do ministro Luiz Fux.

Em nota, a entidade definiu as notícias sobre o servidor como “alarmistas”, no qual definem a repercussão do caso como insinuações graves e exposição pública de um auditor-fiscal com “nome, imagem e reputação colocados sob suspeita”.

“O que se tem até agora é a informação de que o caso investigado envolve a venda irregular de dados por funcionários terceirizados, e não um esquema estruturado de vazamento de dados fiscais visando ataques à nossa Suprema Corte”, diz nota.

Conforme publicado pelo Metrópoles, na coluna Andreza Matais, os dados fiscais da advogada Viviane Barci de Moraes foram vendidos por apenas R$ 250. O mesmo montante foi cobrado pela declaração de Imposto de Renda do advogado Rodrigo Fux, filho do ministro Luiz Fux.

O acesso aos dados de Viviane e Rodrigo por um funcionário do Serpro cedido à Receita foi revelado pela coluna.

A informação consta dos depoimentos à Receita de um vigilante terceirizado e de um empregado do Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro), cedido à Receita Federal. Os dois atuavam na agência da Receita no bairro de Laranjeiras, na zona sul do Rio de Janeiro (RJ).

“A exposição precoce do nome do auditor fiscal produziu danos morais e profissionais evidentes. A reputação de um agente público, construída ao longo de anos, não pode ser tratada como detalhe colateral de uma investigação. E mais do que a exposição do nome, esse auditor-fiscal está sofrendo a punição equivalente ao cumprimento de uma pena de regime semi-aberto, sem que tenha havido sequer o início da instrução processual”, diz Unifisco.

Os dois disseram que apenas receberam o número de CPF a ser pesquisado e fizeram a busca, sem saber que se tratavam de parentes de ministros do STF.

No depoimento, os dois admitiram operar o esquema de venda de informações sigilosas há anos. Disseram ainda que também vendiam lugares na fila de atendimento da Receita Federal. As informações foram publicadas pela jornalista Malu Gaspar, no jornal O Globo, e confirmadas pelo Metrópoles.

Por fim, a Unifisco diz que o “combate a ilícitos não pode prescindir de equilíbrio, proporcionalidade e responsabilidade na divulgação de informações”.

Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL

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