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Jovem de Brasiléia desenvolve aplicativo exclusivo para Taxistas e Moto-Taxistas do Acre

O aplicativo recém desenvolvido por Jonys David, morador do município de Brasiléia, tem o objetivo de oferecer um serviço de maior qualidade e segurança aos consumidores uma vez que só poderá ser motorista o Taxista que for concessionado do município.
Jonys construiu o aplicativo sozinho em uma plataforma Nocode, e levou uma média de 1 ano e 3 meses para finalizar o aplicativo. Apesar do aplicativo já estar disponível na Play Store, Jonys afirma que ainda segue em faze de teste e que segue trabalhando para corrigir bugs e delays (demora para respostas).
Taxistas dos municípios de Brasiléia e Epitaciolândia já aderiram ao aplicativo e aprovaram a segurança do mesmo. De acordo com os Taxistas, ainda não existia na região um aplicativo que necessitasse de concessão para ser motorista e com custos tão baixos.
Ao todo, são três aplicativos, um do consumidor, um do motorista e o outro do administrador. O aplicativo do consumidor e do Motorista já esta disponível na Play Store e deverá ir para Apple Store em breve, o aplicativo do administrador ainda esta em fase de desenvolvimento e será concedido exclusivamente aos presidentes dos sindicatos dos municípios para que os mesmos saibam e autorizem os taxistas a usufruir do aplicativo.
“Como ainda estamos em fase de teste, não é necessário por enquanto o aplicativo do administrador que ainda estou terminando, mas será importante o aplicativo do administrador porque cada sindicato vai ter o controle sobre seu município, e se algum motorista não for taxista e for autorizado pelo aplicativo, a responsabilidade será do sindicato e não minha. Ou seja, a mesa do sindicato é quem terá de explicar aos taxistas o por que de terem autorizado um cidadão que não é taxista a usar o aplicativo de motorista!.” Esclarece Jonys ao jornal Oaltoacre.
De acordo com alguns taxistas, os mesmos só não possuíam aplicativo particular por causa do custo alto, os mesmos já receberam propostas por investidores anteriormente, o problema era que a cada viagem feita, o aplicativo te exigia uma porcentagem muito alta, chegava a cobrar até 25% sobre o valor da corrida, o que tornava inviável para os taxistas.
Jonys relata que os aplicativos presentes no Acre, são na verdade franquias onde você paga um valor inicial para a empresa liberar a franquia no seu munícipio e depois terá de pagar uma mensalidade para a empresa franqueadora. Ou seja, o aplicativo não é seu, você só têm uma franquia dela para você e com limitações de motoristas e localizações.
De acordo com Jonys, o preço do aplicativo desenvolvido por ele é de 3% sobre o custo da viagem, ele explica que este valor da para pagar a hospedagem, o Domínio, o Google Maps, Twilio e outros serviços de APIS que o aplicativo necessita para o funcionamento.

O custo de uma viagem terá o valor definido pelo sindicato local mais a soma de R$: 1,00, este R$: 1,00 a mais será para o motorista e servirá como uma “gorjeta” a mais estabelecido pelo aplicativo.
“Se levarmos em consideração esta gorjeta de R$: 1,00, digamos que um Taxista faça uma viagem da escola Belo Porvir até o Hospital Regional de Brasiléia, o valor hipotético definido pelo sindicato é de R$: 20,00, porém o aplicativo cobrará R$: 21,00, o custo desta viagem para o Taxista, será de 3% sobre os R$: 20,00 definido pelo o sindicato que dará R$: 0,60 centavos. Observe que o custo que o motorista vai pagar para o aplicativo é de R$: 0,60 centavos, mas recebera uma gorjeta de R$: 1,00 do próprio aplicativo. Ou seja, muitas vezes o Taxista vai fazer viagens gratuitas dentro do aplicativo e o aplicativo ainda ganhará por isso.” Relata Jonys.
Jonys relata ainda que não conhece até o momento um outro desenvolvedor de aplicativo de mobilidade urbana no Estado e que já recebeu o convite para expandir o seu aplicativo para o Estado de Pando, na Bolívia, onde já esta previsto o lançamento ainda neste mês de Janeiro para o pais vizinho e seguira os mesmos critérios existentes no Brasil.
Você poderá acessar o aplicativo no link abaixo:
https://play.google.com/store/apps/details?id=com.acretaxi.admin
Caso você seja Taxista de um sindicato do município do Estado do Acre e deseja que o aplicativo vá para seu município, você poderá falar com o próprio desenvolvedor através do Número +55 68 99250-0094 ou pelo E-mail [email protected].
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Acre avança no enfrentamento ao fogo com redução de 77,75% dos focos de calor
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Rio Branco concentra quase 90% dos casos de aids do Acre e lidera taxa de detecção entre capitais
Dados do Ministério da Saúde apontam avanço da doença e aumento da mortalidade no estado na última década
Rio Branco concentrou a maior parte dos casos de aids registrados no Acre em 2024 e aparece entre as capitais brasileiras com as maiores taxas de detecção da doença. De acordo com dados do Ministério da Saúde, divulgados em dezembro de 2025, a capital acreana contabilizou 114 casos no período, com taxa de detecção de 29,4 casos por 100 mil habitantes, índice bem acima da média estadual.
No mesmo ano, o Acre registrou 129 notificações de aids, o que significa que quase 90% dos casos ocorreram em Rio Branco, evidenciando a centralização da epidemia na capital. Em 2025, o número total de registros no estado caiu para 83 casos, indicando uma redução no volume absoluto, embora os desafios no controle da doença permaneçam.
Os dados também revelam um cenário preocupante em relação à mortalidade. Entre 2014 e 2024, enquanto o Brasil apresentou uma queda de 37% na taxa padronizada de mortalidade por aids, o Acre registrou aumento de 34,8%, figurando entre as quatro unidades da federação com crescimento desse indicador.
Outro ponto de alerta é o avanço da taxa de detecção no estado. Em uma década, o Acre teve aumento de 65,9%, um dos maiores do país. Em 2024, a taxa estadual foi de 14,6 casos por 100 mil habitantes, enquanto Rio Branco apresentou índice praticamente duas vezes maior, reforçando o papel da capital como principal foco da doença no estado.
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Prefeitura de Brasiléia analisa projeto de regularização fundiária do Bairro Nazaré
Reunião tratou do avanço do REURB, que garante segurança jurídica a centenas de moradores do núcleo urbano informal
A Prefeitura de Brasiléia realizou, na última quarta-feira (21), um encontro técnico na sede do setor de Tributação, Arrecadação e Fiscalização do município para análise do projeto de Regularização Fundiária Urbana (REURB) do núcleo urbano informal do Bairro Nazaré.
Durante a reunião, foi destacada a importância do avanço no processo de regularização fundiária da área, considerada essencial para garantir segurança jurídica aos moradores e demais envolvidos, além de promover a organização urbana e o acesso a direitos básicos.
Participaram do encontro o gerente de Tributação, Arrecadação e Fiscalização do município, Luciano Augusto; a secretária municipal de Meio Ambiente, Liane Chaves; o economista da Secretaria de Planejamento, Nevisson Tavares; a secretária municipal de Assistência Social, Suly Guimarães; o consultor em Engenharia Civil, Anselmo Ricardo; o representante da Secretaria Municipal de Obras, Jefferson Luis Araújo; a consultora em Arquitetura, Leovânia Moraes; e Felipe Braga, da empresa Braga Consultoria e Serviços LTDA.
Apesar da relevância da iniciativa, a ação teve pouca divulgação institucional, mesmo beneficiando centenas de moradores com a regularização definitiva do bairro, que teve origem a partir de uma ocupação irregular e agora caminha para a legalização fundiária.








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