Acre
Indevidamente, jornalista Almir Andrade é detido por agentes da PF em Brasiléia

Almir Andrade foi detido ao filmar diligencia no hospital de Brasiléia – Foto: Arquivo pessoal/facebook
Alexandre Lima
Era por volta das 10 horas desta segunda-feira, dia 20, o jornalista Almir Andrade, funcionário da rede pública de comunicação do Estado do Acre e representante da Tv Gazeta, afiliada da Rede Record, foi detido quando filmava uma diligencia da Polícia Federal.
Devidamente fardado, o jornalista estava tentado obter informações sobre uma mulher estrangeira que foi presa na noite deste domingo, quando tentava se deslocar para a Capital, com cerca de 16 quilos de cocaína. Na delegacia localizada em Epitaciolândia, os jornalistas do sitio oaltoacre.com e da Tv Gazeta, foram informados que as informações só seriam passadas pela assessoria da PF na Capital.
Por coincidência, Almir Andrade passava em frente ao hospital de Brasiléia e viu quando a mulher foi levada par fazer exames de corpo delito. Ao perceberem que o jornalista filmava com seu celular, o mesmo recebeu voz de prisão, foi detido e conduzido para a sede da PF.
Somente cerca de 40 minutos depois, Almir Andrade foi liberado após conversar com dois delegados. O mesmo acredita que existe uma rixa entre o agente que o deteve devido um fato ocorrido num posto de gasolina, no período de escassez de combustível no período da alagação do Rio Madeira.
Diante dos fatos, o jornalista que devidamente registrado no Sindicato dos Jornalistas do Acre – SINJAC e Federação Nacional dos Jornalistas – FENAJ, deverá se manifestar junto ao Ministério Público Federal, por acreditar que houve abuso de autoridade por parte dos agentes.
O caso foi comunicado na Polícia Federal em Rio Branco, na pessoa do assessor de comunicação, Edkarlen Albuquerque, que não estaria a par dos acontecimentos e iria se manifestar posteriormente.
O Sindicato dos Jornalistas do Acre (SINJAC), estará se manifestando sobre o caso.
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Acre
Polícia Civil apreende adolescente de 13 anos com 4,5 kg de drogas em Rodrigues Alves
Crack e cocaína estavam escondidos no forro da casa; menor era usado por traficantes, segundo denúncia anônima recebida pela polícia

Segundo o delegado Marcílio Laurentino, a equipe policial recebeu uma denúncia anônima informando que o menor estaria sendo utilizado para guardar drogas a mando de traficantes da região. Foto: captada
Um adolescente de 13 anos foi apreendido pela Polícia Civil de Rodrigues Alves na quinta-feira (29) após ser encontrado com aproximadamente 4,5 quilos de drogas, entre crack e cocaína, além de balanças de precisão e material para acondicionamento. A ação partiu de uma denúncia anônima que indicava que o menor estava guardando entorpecentes a mando de traficantes da região.
Os policiais foram até a residência do adolescente e, com autorização da mãe, realizaram a busca, localizando as drogas escondidas no forro da casa. O adolescente foi encaminhado à delegacia e responderá por ato infracional análogo ao tráfico. O caso será analisado pela Vara da Infância e da Juventude.
A Polícia Civil destacou o papel das denúncias anônimas no combate ao tráfico e reforçou que a ação evidencia a utilização de menores por facções criminosas no interior do estado.

Durante as buscas, foram localizados os entorpecentes, além de balanças de precisão e diversos materiais utilizados para o acondicionamento das drogas. Foto: captada
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Acre
Morador de Manoel Urbano grava vídeo mostrando casa alagada pela cheia do rio Purus e critica falta de apoio da prefeitura
Família foi socorrida apenas por vizinhos, que ajudaram a retirar móveis e cederam abrigo temporário; região da baixada do porto é uma das mais atingidas no município

As imagens mostram a água já dentro da residência, obrigando os moradores a retirar móveis e objetos às pressas. Foto: captada
Um morador da baixada do porto, em Manoel Urbano, registrou em vídeo a água do rio Purus dentro de sua residência na manhã desta sexta-feira (30) e denunciou a falta de apoio do poder público durante a enchente. Nas imagens, é possível ver móveis e pertences sendo retirados às pressas com a ajuda de vizinhos, que também cederam um local provisório para a família.
“Tá tudo alagado já, muita água dentro de casa. A gente não teve apoio de ninguém, só dos vizinhos”, relata o morador, que ironizou a ausência de assistência municipal. A cheia do Purus tem atingido principalmente áreas baixas do município, forçando famílias a deixarem suas casas.

A situação tem causado apreensão na população, principalmente entre famílias ribeirinhas que acompanham de perto a elevação do rio. Foto: captada
A Defesa Civil de Manoel Urbano ainda não se pronunciou sobre medidas de socorro específicas para a região. Enquanto isso, a solidariedade entre moradores tem sido a principal rede de apoio para quem perdeu o acesso a suas casas.

Com o avanço das águas, moradores de áreas mais baixas já começaram a deixar suas residências em busca de locais mais seguros. Foto: captada
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Acre
Sena Madureira decreta emergência e cria comitê para enfrentar cheia do Rio Iaco, que atingiu 14,70 m
Nível do rio ainda não chegou à cota de transbordamento, mas já causa impactos; prefeitura autoriza medidas emergenciais, abrigos e contratações rápidas

O decreto autoriza a mobilização total do Sistema Municipal de Proteção e Defesa Civil, a abertura de abrigos públicos e medidas excepcionais, incluindo a entrada em imóveis para salvamento de pessoas. Foto: captada
A Prefeitura de Sena Madureira decretou situação de emergência e criou um comitê específico para coordenar ações de resposta à cheia do Rio Iaco, que atingiu 14,70 metros na quinta-feira (29). Os decretos nº 78 e 79/2026, publicados no Diário Oficial do Estado nesta sexta (30), autorizam a mobilização total da Defesa Civil, a abertura de abrigos e medidas excepcionais para socorro à população afetada.
O Comitê de Enfrentamento à Enchente do Rio Iaco (CEERI/2026), liderado pela Secretaria de Administração, terá representantes de diversas pastas, Bombeiros, PM e Câmara Municipal. Suas atribuições incluem assistência às famílias, logística, saúde e combate à desinformação.
Ainda que o rio esteja abaixo da cota de transbordamento, a elevação já provoca inundações em áreas de risco, como o bairro Praia do Amarilho. A emergência tem vigência de até 180 dias e permite agilizar compras de alimentos, água, medicamentos e transporte, conforme a lei de licitações.

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