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Governo do Acre garante a participação de 156 estudantes nos Jogos Escolares Brasileiros em Uberlândia

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O governo do Acre, por meio da Secretaria de Estado de Educação e Cultura (SEE), garantiu a participação de 156 estudantes-atletas da rede estadual na edição 2025 dos Jogos Escolares Brasileiros (JEBs), realizados em Uberlândia (MG). A competição, iniciada no domingo, 5, reúne jovens de todo o país em 18 modalidades, das quais o Acre participa em 16.

De Rio Branco ao Juruá, cada atleta carrega, mais do que o nome da sua escola, a representação do estado, competindo em modalidades como atletismo, natação, futsal, basquete, vôlei, ciclismo, karatê, taekwondo e xadrez. O governo do Estado garantiu passagens, hospedagem e todo o suporte logístico à delegação, reforçando a premissa de que o talento dos estudantes acreanos não pode ser limitado pela distância geográfica das metrópoles dos país.

Alunos-atletas de 16 modalidades participam do Jogos Escolares Brasileiros, em Uberlândia. Foto: cedida

Para o secretário de Educação e Cultura, Aberson Carvalho, o esporte estudantil é uma ferramenta essencial de transformação: “É um espaço de descoberta. Cada partida, cada prova, ensina mais sobre respeito, disciplina e superação do que qualquer pódio. O governo do Acre investe nos nossos alunos porque acredita na formação completa do ser humano”.

O chefe da Assessoria de Desporto Escolar da SEE, Júnior Santiago, destaca o trabalho coletivo que tornou possível a presença da equipe acreana. “Foram meses de preparação e seleção em todo o estado. O que vemos aqui é o resultado de um esforço conjunto entre professores, técnicos, escolas e famílias que acreditam na educação integral. Essa é uma conquista de todos”, diz.

Alunos da rede estadual de ensino representam o Acre na natação, em Uberlândia. Foto: acervo pessoal

Entre os atletas está Ana Luiza Duarte, estudante do 7º ano e atleta de natação: “É um sonho estar aqui. Treinei muito para esse momento e quero fazer valer cada braçada. Representar o Acre é uma honra”.

A mãe, Tatiana Figueiredo, não esconde o orgulho. “Ver minha filha viajar para competir fora do estado é emocionante. É a prova de que o incentivo certo muda destinos. O apoio da escola e da Secretaria fez tudo isso possível”, observa.

A delegação é coordenada pelo professor Rener Araújo, chefe da equipe responsável pela inscrições na Confederação Brasileira do Desporto Escolar (CBDE), repetindo o modelo bem-sucedido da edição anterior. São 16 modalidades representadas: badminton, natação, wrestling, futsal, taekwondo, voleibol, vôlei de praia, atletismo, atletismo adaptado, ciclismo, xadrez, basquete, handebol, karatê e ginástica rítmica.

As disputas prosseguem até o dia 28, e a expectativa é de bons resultados e muitas histórias para o retorno ao Acre. A participação dos alunos-atletas nos JEBs assegura um espaço de afirmação do esporte como parte da formação cidadã e de desenvolvimento de talentos.

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Fase de classificação da Copinha Arasuper terá sequência no Sesc

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Depois da parada para o Carnaval, a fase de classificação da Copinha Arasuper volta a ser disputada neste domingo, 21, a partir das 8 horas, no ginásio do Sesc. A 5ª rodada do torneio nas categorias Sub-10, 12 e 14 deve definir os primeiros classificados para a segunda fase. “Vamos ter jogos decisivos. Isso valoriza ainda mais a rodada deste domingo”, declarou o coordenador da …

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Fonte: Conteúdo republicado de PHD ESPORTES - ESPORTES

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Semulher do Acre repudia decisão do TJMG que absolveu homem acusado de estuprar criança de 12 anos

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Secretária Márdhia El Shawwa afirma que entendimento da Corte mineira “fragiliza o sistema de proteção às vítimas” e contraria legislação brasileira

Secretária Márdhia El Shawwa se manifestou após decisão do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) que absolveu um homem acusado de estupro de vulnerável contra uma criança de 12 anos. Foto: captada 

A Secretaria de Estado da Mulher (Semulher) se manifestou publicamente neste sábado (21) após decisão do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) que absolveu um homem de 35 anos acusado de estupro de vulnerável contra uma criança de 12 anos .

Em nota assinada pela secretária Márdhia El Shawwa, a pasta lamentou o entendimento da Corte mineira e afirmou que decisões dessa natureza fragilizam o sistema de proteção às vítimas e podem desestimular denúncias .

Fundamentação jurídica e reação

Segundo a secretaria, a legislação brasileira é clara ao estabelecer que menores de 14 anos não podem consentir relações sexuais, sendo essa uma proteção considerada absoluta . O artigo 217-A do Código Penal tipifica como estupro de vulnerável a conjunção carnal ou ato libidinoso com menor de 14 anos, independentemente de consentimento, experiência sexual anterior ou existência de relacionamento amoroso.

A decisão do TJMG, proferida pela 9ª Câmara Criminal Especializada, aplicou a técnica do distinguishing para afastar a aplicação da Súmula 593 do Superior Tribunal de Justiça (STJ), que estabelece a presunção absoluta de violência nesses casos. O relator, desembargador Magid Nauef Láuar, argumentou que o relacionamento entre o acusado e a vítima teria sido “consensual” e contaria com “aquiescência dos genitores”.

Para a Semulher, qualquer interpretação que relativize essa regra coloca em risco a garantia de direitos de crianças e adolescentes.

Impactos e repercussão nacional

A manifestação também destaca preocupação com os impactos sociais da decisão, apontando que ela pode gerar insegurança jurídica e transmitir uma mensagem de permissividade a possíveis agressores .

O Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) já informou que vai recorrer da decisão, sustentando que a vulnerabilidade de menores de 14 anos é absoluta e que a dignidade sexual é bem jurídico indisponível. O caso também gerou reações de parlamentares de diferentes espectros políticos e do Ministério dos Direitos Humanos, que repudiaram a relativização do crime.

A secretaria declarou solidariedade à vítima e à família e reafirmou compromisso com a defesa dos direitos de meninas e mulheres.

Confira a nota na íntegra:

Nota pública sobre decisão proferida pelo TJMG

A Secretaria de Estado da Mulher, no cumprimento de sua missão institucional de zelar pela integridade, lamenta a decisão proferida pelo Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG), que absolveu um homem de 35 anos do crime de estupro de vulnerável contra uma criança de 12 anos.

Decisões desta natureza ignoram o trauma sofrido, invalidam a voz da vítima e, principalmente, adulteram a infância de nossas crianças. E para além disso, abre-se um precedente perigoso, criando brechas jurídicas que fragilizam o Sistema de Garantia de Direitos. Adicionalmente, a referida decisão gera insegurança jurídica, visto que desestimula a denúncia e passa uma mensagem de permissividade a potenciais agressores em todo o país.

A legislação brasileira é muito clara ao afirmar que menores de 14 anos não podem consentir relações sexuais. É uma proteção que deve ser absoluta, impedindo a transferência de responsabilidade para as vítimas, uma vez que crianças e adolescentes não possuem maturidade psicológica para tal.

Como instituição pública, não podemos aceitar que o Judiciário, guardião da Constituição e das leis, caminhe em sentido contrário à proteção integral de meninas e mulheres, especialmente na fase da infância e juventude. A justiça deve servir para amparar os vulneráveis, e não para validar abusos sob justificativas subjetivas que ignoram o texto legal.

Manifestamos nossa solidariedade à vítima e sua família e reafirmamos, mais uma vez, o nosso compromisso público na luta pela proteção e garantia de direitos de meninas e mulheres.

Márdhia El Shawwa
Secretária de Estado da Mulher

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Vídeo de criança indígena comendo tanajura encanta redes e valoriza tradição alimentar amazônica

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Na gravação, a pequena Yandra Mawe aparece segurando o inseto e explica que “é uma delícia”; tanajura é iguaria típica de comunidades tradicionais do Norte e Nordeste

Nas imagens, a pequena aparece segurando o inseto e afirma que considera a iguaria “uma delícia”. Foto: captada 

Um vídeo publicado no perfil de Yandra Mawe chamou atenção e repercutiu nas redes sociais ao mostrar uma criança indígena comentando, de forma espontânea, sobre o consumo de tanajura — formiga tradicionalmente apreciada em diversas regiões do Brasil, principalmente na Amazônia .

Nas imagens, a pequena criança indígena aparece segurando o inseto e afirma que considera a iguaria “uma delícia” . Com naturalidade, ela ainda orienta que não se deve comer a cabeça da formiga, explicando que apenas a parte inferior pode ser consumida .

Valor cultural e nutricional

A tanajura, também conhecida em algumas regiões como içá ou saúva, é consumida principalmente durante o período de revoada e faz parte da cultura alimentar de comunidades indígenas e de populações do Norte e Nordeste do país. Rica em proteínas, a formiga é geralmente torrada antes de ser ingerida .

O vídeo repercutiu pela espontaneidade da criança e também por valorizar um costume tradicional que, para muitos, ainda desperta curiosidade .

Veja vídeo:

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