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Acre

Gonzaga e Nicolau se reúnem com produtores de café no Juruá e destacam potencial agrícola do Acre

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O presidente e o primeiro-secretário da Assembleia Legislativa do Acre (Aleac), deputados Luiz Gonzaga e Nicolau Júnior, reuniram-se neste sábado (2), em Cruzeiro do Sul, com produtores de café do Juruá.

O encontro teve como objetivo fortalecer a parceria entre o Legislativo e a Cooperativa de Cafeicultores do Juruá, presidida pelo ex-deputado Jonas Lima. O evento contou com a participação do senador Alan Rick.

Luiz Gonzaga destacou o potencial agrícola do Acre e lembrou o papel da Aleac de ser uma ponte entre o governo e o produtor rural em busca de investimentos para o setor do agronegócio.

“Chegou a vez do Acre entrar de vez no agronegócio e a produção de café tem um futuro promissor em nosso estado. A Aleac está à disposição para buscar investimentos para melhorar a vida dos produtores rurais. O que mais importa é o desenvolvimento econômico do estado”, disse Gonzaga.

Nicolau Júnior afirmou que a união entre os poderes públicos e os trabalhadores fará com que o Acre se destaque ainda mais na produção agrícola.

“Tenho certeza que essa cooperativa será um sucesso. Com o apoio do Gladson ela tende a crescer ainda mais. União é o caminho. Temos deputados apaixonados pela agricultura. O que tiver ao nosso alcance vamos apoiar. A Aleac fará a parte dela, podem contar com os deputados”, disse.

O senador Alan Rick aproveitou a ocasião para apresentar notícias importantes para o setor do agronegócio no Acre. O senador anunciou investimentos no setor cafeeiro e demais campos da agricultura. Alan também lembrou do trabalho que a Aleac faz em favor do desenvolvimento do estado.

“O café rende mais que a soja e o gado se tiver estrutura e apoio dos órgãos públicos. O Acre tem esse viés de produção conhecido no país inteiro. Preciso exaltar o trabalho da Aleac. Certeza que temos uma das mesas diretoras mais atuantes da história. Precisamos avançar para dar apoio aos produtores plantarem e colherem”, disse.

O secretário de Agricultura do Estado, Luiz Tchê, afirmou que o governador Gladson está empenhado em transformar o Acre em um grande produtor de café e demais produtos.

“Sempre acreditamos no cooperativismo. O espelho do cooperativismo é o Coopercafé. Podem contar com a Secretaria de Agricultura. O governador Gladson apoia a agricultura”, disse.

Participaram da reunião o senador Alan Rick, deputados Luiz Gonzaga, Nicolau Júnior e Edvaldo Magalhães, prefeito de Cruzeiro do Sul, Zequinha Lima, secretários de Estado, Assurbanipal e Luiz Tchê, e demais autoridades.

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Acre

Polícia Civil prende três suspeitos de homicídio em Tarauacá; dois são irmãos da etnia Kaxinawá

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Crimes foram esclarecidos após mais de um mês de investigação; suspeitos confessaram participação no assassinato de Gilberlândio de Castro Souza

Os mandados de prisão preventiva foram cumpridos contra M.A.O.V. e dois irmãos pertencentes à etnia Kaxinawá. Foto: captadas

A Polícia Civil do Acre prendeu, nesta segunda-feira (12), três pessoas suspeitas de envolvimento no assassinato de Gilberlândio de Castro Souza, ocorrido há mais de um mês em Tarauacá. Os mandados de prisão preventiva foram cumpridos contra M.A.O.V. e dois irmãos da etnia Kaxinawá, que confessaram a participação no crime durante as investigações.

O delegado José Ronério, responsável pelo inquérito, destacou que o caso foi solucionado após diligências como oitiva de testemunhas, análises de provas e conduções à delegacia. Com base nas confissões e no conjunto de evidências, a polícia solicitou e obteve autorização judicial para a prisão preventiva dos três.

Os três suspeitos encontram-se sob custódia e permanecem à disposição da Justiça do acre, onde deverão responder pelo crime, conforme previsto na legislação penal.

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Acre

Feijó, no Acre, lidera rebanho suíno da Região Norte e sinaliza nova fase da produção de carne na Amazônia, aponta IBGE

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Dados do IBGE de 2024 mostram transição da criação de subsistência para modelo comercial; interiorização da atividade ganha força no estado e em Rondônia

Em um cenário de recordes nacionais de produção e abate, o ranking liderado por Feijó mostra que a Amazônia, aos poucos, entra no mapa da suinocultura brasileira. Foto: captada 

Feijó, município do Acre, é o maior produtor de suínos da Região Norte, superando cidades tradicionais do Pará e colocando o estado no centro da nova geografia da carne suína na Amazônia. Dados da Pesquisa da Pecuária Municipal (PPM) do IBGE, processados em 2026 com base em 2024, mostram que a região vive uma virada: de criação de subsistência, avança para um perfil comercial, com investimentos em genética, manejo e organização da cadeia.

O desempenho de Feijó tem peso simbólico e econômico, acompanhado pela interiorização da produção em municípios como Porto Velho (RO), que também aparece entre os maiores rebanhos da região. Apesar de o Norte ainda representar fatia menor do total nacional comparado a estados como Santa Catarina e Paraná, a mudança de patamar é clara: produtores amazônicos começam a atuar como fornecedores regulares, abrindo espaço para frigoríficos, cooperativas e políticas de sanidade.

No Acre, o protagonismo de Feijó — somado a outros municípios locais no ranking — indica uma vocação produtiva que gera renda no campo, fortalece a agricultura familiar e reduz a dependência de carnes importadas. Em um cenário de recordes nacionais de abate, o estado deixa de ser coadjuvante para se tornar referência suinícola no Norte.

O protagonismo de Feijó não é isolado – reflete um movimento coletivo de municípios acreanos que estão redesenhando a economia rural da região. Foto: art

Mudança de patamar:
  • Do local para o regional: A produção, antes voltada para subsistência e mercado local, agora avança para um modelo comercial, com investimentos em genética, manejo, nutrição e organização da cadeia;

  • Interiorização: Além de Feijó, outros municípios acreanos e até capitais como Porto Velho (RO) começam a aparecer entre os maiores rebanhos, indicando uma diversificação produtiva fora do eixo Sul-Sudeste.

Impacto econômico e social:
  • Geração de renda no campo: A atividade fortalece a agricultura familiar e reduz a dependência de carnes importadas de outros estados;

  • Atração de investimentos: Aumenta a demanda por frigoríficos, cooperativas, crédito rural e políticas de sanidade;

  • Posicionamento estratégico: O Acre se torna referência regional em uma cadeia de valor com alto potencial de crescimento.

Apesar de o Norte ainda representar uma fatia modesta do rebanho brasileiro (ante gigantes como SC, PR e RS), a ascensão de Feijó simboliza a entrada da Amazônia no mapa nacional da suinocultura.

A Secretaria de Agricultura do Acre e entidades do setor devem estruturar políticas de fomento, incluindo assistência técnica, regularização fundiária e acesso a mercados formais.

O protagonismo de Feijó não é isolado – reflete um movimento coletivo de municípios acreanos que estão redesenhando a economia rural da região, com potencial para transformar o estado em um hub de proteína animal sustentável na Amazônia.

O avanço do município acreano indica transição para um perfil mais comercial, com produtores investindo em genética, manejo, ração e organização da cadeia. Foto: captada 

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Acre

Sucuri de grande porte é flagrada atravessando rua no bairro Pentecoste, em Cruzeiro do Sul

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Vídeo mostra serpente de cerca de três metros entrando em área de mata e chama atenção de moradores

Um vídeo enviado à redação no fim de semana chamou a atenção de moradores do bairro Pentecoste, em Cruzeiro do Sul, no interior do Acre. As imagens mostram uma sucuri de grande porte, com aproximadamente três metros de comprimento, atravessando uma via urbana antes de entrar em uma área de mata.

No registro, o animal aparece se deslocando de forma tranquila pela rua, sem demonstrar comportamento agressivo, e em seguida desaparece na vegetação próxima. Pessoas que presenciaram a cena relataram surpresa com o tamanho da serpente e registraram o momento em celulares.

Apesar do susto, não houve registro de feridos nem de danos. Especialistas alertam que o aparecimento de animais silvestres em áreas urbanas tem se tornado mais frequente devido à expansão das cidades sobre áreas naturais e às mudanças ambientais.

A recomendação das autoridades ambientais é que, ao encontrar animais silvestres, a população mantenha distância, não tente capturá-los ou afugentá-los por conta própria e acione os órgãos responsáveis, como o Corpo de Bombeiros ou o Batalhão de Policiamento Ambiental, para que o resgate seja feito de forma segura.

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