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Gladson estreia programa de rádio e diz que vai governar em harmonia com prefeitos e o funcionalismo público

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Programa ‘Fale com o Governador’ vai ao ar, todos os sábados, pela Rádio Aldeia FM e pelo Sistema Público de Comunicação

O governador do Estado do Acre, Gladson Cameli, pediu a união de todos, e sobretudo, do funcionalismo público estadual, para que o estado possa voltar a entrar no trilho do desenvolvimento econômico e social com mais geração de emprego e renda para todos, na estreia do programa ‘Fale com o Governador’, pela Rádio Aldeia e Sistema Público de Comunicação, na manhã deste sábado, 23.

Sincero e sem rodeios, como é de sua personalidade, o governador afirmou que está consciente “de que há muita coisa errada” no âmbito do que foi deixado pelo governo passado, mas que tudo será consertado. “Saibam também que o que não estiver dando certo nós vamos trocar”, afirmou ao radialista Jairo Carioca, apresentador do programa.

 

O Fale com o Governador vai ao ar todos os sábados, a partir das 9 horas, e será transmitido em cadeia de rádio para todo o interior do estado, com o governador respondendo a perguntas dos ouvintes em mensagens gravadas pelo número do WhatsApp do programa.

Além de pedir o apoio dos servidores públicos, um dos temas abordados no primeiro programa foi a possibilidade da assinatura de um documento viabilizando a chegada de médicos-alunos acreanos dos cursos de medicina, matriculados na Bolívia, para auxiliar nos hospitais de Rio Branco e do interior.

“Sobre isso, já estive no Ministério da Saúde para verificar essa possibilidade, de contratar os nossos estudantes de medicina, porque esses, sim, gostam do nosso estado”, afirmou Cameli, numa referência aos entraves causados por alguns profissionais médicos que ameaçaram greve na rede pública.

“Quando assumimos, pagamos mais de R$ 9 milhões [em salários atrasados e outras questões trabalhistas] para os nossos médicos, que queriam fazer greve. Mas vejam só, queriam greve por causa do débito da gestão passada. Ora, se não estou conseguindo dar conta de pagar, eles vêm querer paralisar por conta de um problema que nós herdamos?”, questionou Gladson, pedindo paciência para que a questão se resolva da forma mais rápida possível.

E mais à frente completou: “Quero dar condições para que os médicos sejam valorizados, mas não aceito gente morrendo por falta de uma mão especializada em salvar vidas”.

Parceria com as prefeituras

O governador afirmou que vai estar ao lado de todos os 22 prefeitos do Acre, independentemente de cores partidárias. E essa condição se estende ainda à cooperação com a Prefeitura de Rio Branco, que é administrada pela pessebista Socorro Neri. No âmbito da capital acreana, estão previstos termos de cooperação entre o Departamento Estadual de Estradas de Rodagens do Acre, o Deracre e a Empresa Municipal de Urbanização de Rio Branco, a Emurb, para operações tapa-buracos na rodovia AC-40 entre Rio Branco e Senador Guiomard e na BR 364 para o município do Bujari.

“Quero dizer que estive com a prefeita Socorro Neri e estaremos juntos com ela, assim como estarei com a prefeita de Tarauacá ou o prefeito de Marechal Thaumaturgo, que são meus aliados políticos, porque a minha bandeira é da cor da Bandeira Acreana”, pontuou o governador, ressaltando que no passado, as pessoas não tinham o costume de ver essas relações harmoniosas entre partidos diferentes.

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Acreanão terá rodada de estreia sem público devido a impasse entre Federação e Bombeiros

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O Campeonato Acreano de 2026, o Acreanão Sicredi, começa oficialmente no dia 15 de janeiro, com a primeira rodada sem público. A decisão foi tomada após a não liberação do Estádio Antônio Aquino Lopes, o Florestão, em Rio Branco (AC), gerando divergência entre a Federação de Futebol do Acre (FFAC) e o Corpo de Bombeiros do Acre (CBMAC), responsáveis pela avaliação técnica do estádio, sobre as razões do atraso.

O presidente da FFAC, Adem Araújo, utilizou as redes sociais na segunda-feira (12) para explicar a mudança no calendário e justificar a estreia sem torcida. Segundo ele, a principal causa está relacionada à falta de liberação dos laudos técnicos necessários para a realização de partidas oficiais. “Estamos sem o laudo que libera para jogos oficiais no Estádio Florestão. Desde agosto que nós tentamos esse laudo, mas devido às normas, que infelizmente, logo no meu primeiro ano de gestão, houve várias mudanças, tivemos mais de 60 pendências”, afirmou Adem Araújo. Ele acrescentou que a situação “independe totalmente da federação”.

Com a impossibilidade de utilizar o Florestão, a FFAC solicitou a liberação da Arena da Floresta para a abertura do campeonato, prevista inicialmente para 12 de janeiro. O pedido não foi atendido a tempo, e a competição teve início no dia 15, no Florestão, com portões fechados. “Você que gosta de futebol e quer acompanhar o campeonato estadual, a partir do dia 22 nós teremos o Estádio Arena da Floresta disponível. A garantia que nós te damos é que você vai ter um campeonato muito interessante, com bons jogadores, bons times e uma disputa bastante acirrada”, concluiu o dirigente.

Nesta terça-feira (13), a direção de Atividades Técnicas do Corpo de Bombeiros do Acre afirma que o atraso não se deve a entraves burocráticos, mas a falhas no cumprimento das normas técnicas de segurança pelo responsável pelo projeto do estádio. “O projeto do Florestão já está indo para a sétima análise. É um projeto que vem se arrastando, mas nós estamos fazendo o possível e até o impossível, analisando assim que ele chega aqui. O problema é que o engenheiro responsável não está atendendo aos requisitos de segurança exigidos pelo Corpo de Bombeiros”, disse o major Eurico, diretor de Atividades Técnicas da corporação.

Segundo ele, entre as pendências estão itens essenciais como acessos adequados, saídas de emergência, sistema de hidrantes, alarmes e outros dispositivos de prevenção. Enquanto não forem atendidas, o projeto não pode avançar para a vistoria técnica final, etapa necessária para a emissão do laudo de liberação.

“O projeto envolve aspectos estruturais e construtivos que asseguram maior proteção em caso de incêndio ou situações de pânico”, ressaltou o major. Ele reforçou que a atuação do Corpo de Bombeiros “não se trata de vista grossa ou falta de sensibilidade”. Para o Corpo de Bombeiros, “a segurança está sempre em primeiro lugar”.

O major também explicou que alterações no projeto original do estádio exigem nova aprovação: “Houve alteração no projeto inicial. Toda vez que isso acontece, é necessário passar novamente pela aprovação do Corpo de Bombeiros”, finalizou.

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Elenco do Santa Cruz inicia treinos para o Estadual Sub-20

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O elenco do Santa Cruz iniciou nessa segunda, 12, no CT do Cupuaçu, a preparação visando a disputa do Campeonato Estadual Sub-20, competição programada para o mês de abril. A base da última temporada será mantida.

“Perdemos o título em 2025 e esse foi um duro golpe. Fizemos um planejamento para a atual temporada e vamos trabalhar em busca do objetivo”, declarou o técnico do Santa Cruz, Pedro Balu.

Monitoramento da Copa São Paulo

O presidente do Santa Cruz, Léo Raches, confirmou um trabalho de monitoramento da Copa São Paulo.

“A nossa comissão técnica vem acompanhando os jogos da Copa São Paulo e avaliando os atletas. Vamos trazer reforços para o Estadual”, afirmou o dirigente.

Em abril

Os jogadores do Santa Cruz irão trabalhar por 3 meses para a disputa do Estadual. A competição começa no mês de abril e vale as vagas do futebol acreano na Copa São Paulo e na Copa do Brasil em 2027.

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Wendell Barbosa recebe a faixa preta e os desafios serão maiores

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Wendell Barbosa recebeu no domingo, 11, na academia Atitude a faixa preta de jiu-jitsu. O paratleta começou a caminhada dentro dos tatames depois do acidente de moto.

“Depois de oito anos, receber a faixa preta de jiu-jitsu é uma vitória esportiva, mas principalmente na vida pessoal. O acidente poderia ter mudado completamente a minha vida e o esporte por intermédio do jiu-jitsu abriu várias portas e sou muito grato a Deus”, declarou Wendell Barbosa.

Maiores desafios

Wendell Barbosa voltará às competições nacionais e internacionais em 2026 como o faixa preta e os desafios nas competições serão maiores.

“Os desafios serão mais difíceis. Muitos atletas têm oito anos e até mais como faixa prepara e esse é o meu tempo dentro do esporte. Vou treinar mais porque vou em busca de mais títulos importantes para o Acre”, afirmou o paratleta.

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