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Acre

Gladson critica atitude do Governo diante das cheias e diz que violêcia só aumenta no Acre

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Gladson-Cameli-Fot.-Brizza-Cavalcante_20110427_019BO_LCxDezesseis anos de governo é pouco?

* Gladson Cameli

Hoje, meus amigos, quero convidar a população acreana a fazer uma reflexão sobre capacidade, honestidade, competência e gestão administrativa, ingredientes que uma boa administração tem por obrigação oferecer em contrapartida ao exercício do mandato público outorgado pelos votos de confiança depositados nas urnas em período de eleições.

Faço esse convite porque neste ano – como é sabido por todos – temos eleições gerais no nosso País e é nessa hora que temos o poder de mudar ou continuar alimentando as velhas promessas de melhor saúde, segurança, educação. O governo não pode mais ficar alardeando aos quatro cantos do Acre “que vivemos num paraíso” e que não existe lugar melhor no mundo para se viver”.

Peço a todos que comecem esse exercício pela nossa administração local. Em primeiro lugar, respondam: 16 anos é pouco tempo ou é o suficiente para saber que continuarão com as velhas promessas? Porque há 16 anos, é isso mesmo, há 16 anos o PT vem administrando o Acre e afirmando que os serviços públicos estão padrão Fifa. Estamos há quase duas décadas sendo manipulados por um grupo familiar que quando não está governando coloca um subordinado direto para dar continuidade a seu plano de poder por poder.

Hoje, o Acre vive uma das maiores alagações dos últimos anos. Famílias e mais famílias desabrigadas e alocadas, sem as mínimas condições, em tendas improvisadas pelo governo que a cada ano são montadas e feitas de depósitos de seres humanos.

Devemos atentar para esse problema vivido a cada inverno e tentar compreender porque uma administração – que já está no governo há 16 anos – não planejou durante esse longo período ações voltadas para, no mínimo, minimizar os sofrimentos de centenas de famílias.

Não podemos conviver com gestores públicos que só acordam durante os efeitos de cada enchente dos seus rios e afluentes. Não podemos mais permitir que governantes vistam o colete da Defesa Civil e posem para fotos para mostrar o que não fizeram e ainda apareçam como umas das vítimas das águas.

Mas continuemos com nossas avaliações nas outras esferas dos serviços públicos. O governo de continuidade nos últimos 16 anos bate no peito para dizer que acabou com o clima de insegurança que pairava no Acre, mas não é isso que se vê. Hoje, no Acre, ninguém se sente seguro. A violência cresce a cada dia e não se vê policiais nas ruas. O que se tem notícia é de polícia contra polícia, sem contar com o caos que impera em outros setores da sociedade. E o que vemos, ano após ano, é o silêncio como resposta!

* Gladson Cameli é deputado federal pelo PP/AC.

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Acre

Acre fica fora dos 50 destinos mais desejados do Brasil em 2026, aponta índice nacional

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Levantamento destaca hubs turísticos e destinos de ecoturismo, mas nenhum município acreano aparece no ranking

Domingo no Acre será de calor e céu parcialmente nublado, com chuvas pontuais em algumas regiões, sem previsão de chuvas fortes/Foto: Raylanderson Frota

Nenhum dos 22 municípios do Acre aparece entre os “50 Lugares para Viajar no Brasil em 2026”, segundo o Índice de Visibilidade Turística (IVT), divulgado pelo Brasil em Mapas. O estudo traça um panorama dos destinos mais procurados do país em um cenário de crescimento do setor, com recorde no número de voos, aumento da circulação de turistas entre regiões e maior competitividade internacional.

O levantamento é baseado em dados públicos, plataformas globais de viagem e rankings internacionais, considerando quatro grandes dimensões distribuídas em 15 parâmetros. Entre os critérios analisados estão fluxo turístico, realização de grandes eventos, conectividade e acesso, porte de aeroportos, visibilidade internacional, avaliações de viajantes, presença em guias globais, diversidade de atrativos e capacidade de atratividade.

Entre os destinos que lideram o ranking estão grandes hubs internacionais como Rio de Janeiro, São Paulo, Fortaleza, Salvador, Manaus e Recife, que mantêm forte presença no turismo nacional e estrangeiro.

Também ganharam destaque destinos impulsionados pelo ecoturismo e turismo de experiência, como Lençóis Maranhenses, Fernando de Noronha, Gramado, Jalapão e Florianópolis.

Segundo o estudo, segmentos como ecoturismo, praias menos exploradas, turismo em áreas de chapadas, festivais e roteiros no interior estão entre as tendências que mais crescem. A Amazônia surge como um dos polos de interesse, mas o desempenho dos destinos depende de fatores como acesso aéreo, infraestrutura e estratégias de promoção turística.

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Acre

No Acre, bancos reabrem a partir das 10h nesta Quarta-Feira de Cinzas

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No Acre, as agências bancárias voltam a funcionar a partir das 10h nesta Quarta-Feira de Cinzas (18), retomando o atendimento presencial ao público após o feriado de Carnaval. O horário segue a orientação nacional, que prevê a abertura a partir das 12h no horário de Brasília, o que corresponde às 10h no estado.

Em todo o país, os bancos permaneceram fechados na segunda e na terça-feira de Carnaval (14 a 17). Nas localidades onde o expediente normal se encerra antes das 15h, as instituições financeiras devem antecipar a abertura, garantindo pelo menos três horas de atendimento presencial aos clientes.

Com a suspensão do atendimento nos últimos dias, boletos de cobrança e contas de consumo com vencimento entre sábado (14) e terça-feira (17) podem ser pagos nesta quarta-feira sem acréscimo.

Já os boletos bancários de clientes cadastrados como sacados eletrônicos seguem disponíveis para quitação por meio do DDA (Débito Direto Autorizado).

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Acre

Rio Acre sobe 62 centímetros em 24 horas, aponta Defesa Civil

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Nível passou de 7,41 metros para 8,03 metros em Rio Branco, mas segue abaixo das cotas de alerta

Foto: Sérgio Vale

O nível do Rio Acre apresentou elevação entre a manhã de terça-feira (17) e quarta-feira (18), em Rio Branco, conforme boletins divulgados pela Defesa Civil Municipal de Rio Branco.

Na terça-feira, às 5h20, o rio marcou 7,41 metros, após registrar volume de chuva de 11,20 milímetros nas 24 horas anteriores. O nível permanecia abaixo das cotas de alerta (13,50 metros) e de transbordo (14,00 metros).

Já na manhã desta quarta-feira, às 5h18, o manancial atingiu 8,03 metros, indicando elevação de 62 centímetros em relação ao dia anterior. Nas últimas 24 horas, o acumulado de chuva foi de 13,20 milímetros.

Apesar da subida, o nível segue distante das marcas consideradas críticas pelas autoridades, que continuam monitorando o comportamento do rio.

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