O ex-secretário de Obras Públicas do Estado, Wolvemar Camargo Filho (esquerda), esteve em Brasiléia em 2012 para anunciar o início das obras que iriam durar 7 meses - Foto: Arquivo/oaltoacre
O ex-secretário de Obras Públicas do Estado, Wolvemar Camargo Filho (esquerda), esteve em Brasiléia em 2012 para anunciar o início das obras que iriam durar 7 meses – Foto: Arquivo/oaltoacre

Wolvemar foi preso pela Polícia Federal durante a Operação G-7.

Da redação, com agências

O Diário Oficial do Estado do Acre divulgou nesta segunda-feira (17) o decreto de nomeação do ex-secretário de Obras Públicas do Estado, Wolvemar Camargo Filho, para exercer o cargo de assessor especial do governador Tião Viana (PT).

Nomeação de Wolvemar publicado no Diário Oficial
Nomeação de Wolvemar publicado no Diário Oficial

Wolvemar Camargo Filho, na época secretario de obras do Estado, esteve na cidade de Brasiléia em setembro de 2012, para anunciar junto com o governador Sebastião Viana, o início das obras de construção das encostas do Rio Acre, na época, no valor de pouco mais de R$ 11 milhões de reais que iriam durar cerca de sete meses.

As obras estão paradas a cerca de dois anos e meio por falta de pagamento para a empresa que ganhou a licitação. Os barrancos continuam desmoronando e levando os comércios existentes que ainda teima em resistir.

O decreto entrou em vigor a partir de sexta-feira (14). Wolvemar vai receber do governo do Acre cerca de R$ 18 mil mensais.

O novo assessor de Tião Viana foi um dos presos por envolvimento na “Operação G-7”, deflagrada pela Polícia Federal no ano passado, e que prendeu empreiteiros, secretários e assessores do governo do Estado, acusados de formação de cartel, falsidade ideológica, corrupção ativa e passiva, formação de quadrilha, fraude em licitação e desvio de verba públicas.

Após ficar preso por quase um mês na Papudinha, Wolvemar foi exonerado do cargo de secretário do Estado.

Wolvemar (esquerda) vai receber do governo do Acre cerca de R$ 18 mil mensais.
Wolvemar (esquerda) vai receber do governo do Acre cerca de R$ 18 mil mensais.

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