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Garantida por Bolsonaro, liberação do saque do FGTS aos alagados não deve contemplar cidades do Alto Acre

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Por Wanglézio Braga, Especial para oaltoacre.com

Com o objetivo de anunciar ações emergenciais para atender as vítimas da alagação no Acre, o presidente Jair Bolsonaro (Sem Partido) esteve na capital, na manhã de hoje (24), para cumprir agendas o que incluiu sobrevoo às cidades de Rio Branco, Sena Madureira e Tarauacá. Na comitiva formada por ministros e parlamentares do Congresso Nacional, Bolsonaro deu garantias de liberação do auxílio como, por exemplo, do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) às famílias atingidas pelas cheias dos rios em pelo menos 10 cidades.

O anúncio foi proferido durante uso da palavra pelo Presidente da Caixa Econômica Federal, Pedro Guimarães. “Ano passado, em 2020, nós pagamos vários tipos de benefícios para 410 mil pessoas aqui no Acre, o que corresponde a R$ 1,6 bilhões de reais. Agora, neste momento, a Caixa Econômica está contratando pessoas, estamos trazendo um caminhão para ajudar as cidades que obviamente estão alagadas. Nós temos 10 agências que estão inundadas, e hoje anunciamos uma série de pausas para pessoas físicas ou jurídicas em seus contratos. Estamos liberando também para as dez cidades o FGTS. Esse é um esforço conjunto do Governo Federal e a Caixa. O valor do saque vai a R$ 6 mil a R$ 200 reais”, informou.

A medida do Governo é contemplar pelo menos as cidades que decretaram Situação de Emergência mediante o “Estado de Calamidade Pública” decretada pelo Governo Acreano. Devem ser beneficiados, os moradores de Rio Branco, Sena Madureira, Santa Rosa do Purus, Feijó, Tarauacá, Jordão, Cruzeiro do Sul, Porto Walter, Mâncio Lima e Rodrigues Alves. Nenhuma cidade do Alto Acre foi citada na seleta lista.

Já o futuro Ministro da Cidadania, João Roma, que será nomeado ainda hoje, o Governo Federal também vai liberar a antecipação do  Benefício de Prestação Continuada (BPC) que é um acesso de crédito aos beneficiários do Programa Bolsa Família. Segundo Roma, o ministério repassou ao Governo do Estado R$ 1,2 milhão de reais, dos quais R$ 800 mil já podem ser usados devido ao recém decreto de Calamidade.

CRISE EM ASSIS BRASIL.                                                           

Ao fazer uso da palavra, o Ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, relatou brevemente sobre a situação vivenciada pela cidade de Assis Brasil, na Fronteira com o Peru, que vêm recebendo um número grande de haitianos que almejam sair do Brasil, rumo aos Estados Unidos, México, mais que são impedidos de entrar no país vizinho, nos Andes, por causa da Pandemia. Um grupo de aproximadamente 300 pessoas vivem intensos impasses com a Força Nacional Peruana, na Ponte da Integração, tentando atravessar.

Imigrantes estão acampados na ponte que liga o Peru ao Brasil – Foto: Raylanderson Frota

“Nossa equipe, há semanas, está analisando e vendo a situação da pandemia, da dengue, do fluxo migratório que tem impactado na Saúde. Nós tiramos uma radiografia completa e percebemos que a estrutura funciona. O estado e o município estão melhorando, claro que existem vários aspectos que podem ser feitos da melhor maneira. Mas, estamos apoiando, dando orientações, e pedimos aos senhores moradores do Acre que confiem no Governo Federal”, enfatizou.

PONTE DO ABUNÃ

Durante o ato presidencial, Jair Bolsonaro anunciou que retornará à agenda na região norte, no próximo mês, para inaugurar a Ponte sobre o Rio Madeira, no distrito do Abunã, em Porto Velho (RO). A entrega definitiva da obra, que começou no Governo Dilma Rousseff (PT), deve ocorrer em 18 de março. A ponte ligará definitivamente o Acre ao restante do país, via terra, bem como ao Pacífico.

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Acre amplia base de investidores na Bolsa de Valores com alta acima da média nacional em 2025

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Estado registrou crescimento de 6,14% no número de pessoas físicas na B3, passando de 8.764 para 9.302 investidores no período

Apesar de ainda apresentar uma base menor em números absolutos quando comparado a estados do Sudeste e do Sul, o crescimento percentual mostra a ampliação do interesse da população acreana pelo mercado de capitais. Foto: captada 

O Acre encerrou 2025 com 9.302 pessoas físicas investindo em renda variável na Bolsa de Valores (B3), um aumento de 6,14% em relação ao ano anterior, quando tinha 8.764 investidores. O crescimento percentual superou a média nacional, que foi de 3,92%, e posicionou o estado entre as unidades da federação com expansão acima de 5%.

Apesar de ainda ter uma base absoluta menor comparada a estados do Sul e Sudeste, o desempenho reflete a tendência de interiorização e popularização do mercado de capitais, especialmente nas regiões Norte e Nordeste. Estados como Piauí, Amazonas, Pará e Paraíba lideraram o ranking de crescimento percentual, e o Acre integra o grupo que vem ganhando espaço no cenário de investimentos.

Comparativo regional:
  • Média Brasil: +3,92%

  • Acre: +6,14%

  • Líderes nacionais: Piauí, Amazonas, Pará e Paraíba (com índices superiores a 8%)

O avanço reflete a interiorização e democratização do mercado de capitais no país, impulsionada por:

  • Facilidade de acesso via plataformas digitais de bancos e corretoras;

  • Popularização de minicontratos e fundos de investimento com aportes iniciais baixos;

  • Campanhas educativas da B3 e de influenciadores financeiros.

Perfil do investidor acreano:

Ainda predominam aplicadores de perfil conservador, com preferência por ações de grandes empresas (como Vale, Petrobras) e fundos imobiliários (FIIs), mas já há crescimento na procura por criptomoedas e ETFs.

Desafios locais:
  • Baixa renda média limita volume aplicado;

  • Acesso à internet ainda precário em áreas rurais;

  • Pouca oferta local de educação financeira especializada.

A B3 planeja ampliar parcerias com Sicredi, Bancredi e cooperativas de crédito para levar treinamentos presenciais ao interior do estado em 2026.

Apesar de representar apenas 0,1% do total de investidores pessoas físicas do Brasil, o crescimento percentual do Acre sinaliza uma mudança cultural – de uma economia historicamente baseada em funcionalismo público e aposentadorias para a busca por alternativas de renda no mercado financeiro.

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Servidores do Acre já recebem salário de janeiro com novas regras do Imposto de Renda e da Previdência

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O cálculo do Imposto de Renda considera o total da remuneração mensal do servidor, incluindo horas complementares e gratificações

As novas regras já estão sendo aplicadas no pagamento de janeiro de 2026, sem previsão de ajustes retroativos. Foto: captada 

Os servidores públicos estaduais do Acre já recebem o salário referente ao mês de janeiro com a aplicação das novas regras do Imposto de Renda (IR) e da Previdência Social, em vigor desde 1º de janeiro de 2026. As alterações seguem a legislação federal e estão sendo aplicadas na folha de pagamento organizada pelo governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado de Administração (Sead) e da Secretaria de Estado da Fazenda (Sefaz).

As mudanças beneficiam principalmente os servidores com remuneração mensal de até R$ 5 mil, que passam a contar com isenção total do Imposto de Renda na retenção mensal. Na prática, o desconto do imposto no contracheque desses servidores passa a ser zero. Também houve atualização das faixas de contribuição previdenciária, refletindo os novos parâmetros nacionais.

Para rendimentos entre R$ 5.000,01 e R$ 7.350,00, o imposto continua sendo calculado pela tabela progressiva, porém com redução do valor final, por meio da aplicação de um redutor previsto na Lei nº 15.270/2025. Já para salários acima de R$ 7.350,01, não há aplicação de redutor, permanecendo as regras tradicionais do Imposto de Renda.

O cálculo do Imposto de Renda considera o total da remuneração mensal do servidor, incluindo horas complementares e gratificações. Ficam fora da base de cálculo o auxílio-alimentação e a contribuição previdenciária. As novas regras já estão sendo aplicadas no pagamento de janeiro de 2026, sem previsão de ajustes retroativos.

Como funciona a nova isenção

A mudança segue a Regra Básica de Isenção Mensal do Imposto de Renda em 2026, que ampliou a faixa de isenção do IR Retido na Fonte (IRRF) para rendimentos tributáveis de até R$ 5 mil mensais. Nessa faixa, não há imposto retido em razão de uma redução automática no cálculo mensal, que pode chegar a até R$ 312,89, após as deduções legais, como contribuição previdenciária e dependentes.

Conforme a regra, o cálculo mensal considera a soma de todos os rendimentos tributáveis recebidos no mês. Caso o servidor possua mais de um contrato ou receba valores em folha regular e complementar, todos os rendimentos são somados para fins de apuração do imposto, que é calculado com base no total mensal.

O chefe do Departamento de Contabilidade e Gastos Públicos da Sead, Marcelo Jorge, explica que o novo modelo torna o cálculo mais alinhado à renda efetivamente recebida. “Após os descontos obrigatórios, como a contribuição previdenciária, aplica-se a tabela progressiva e, quando previsto em lei, o redutor, que pode reduzir ou zerar o imposto mensal. Esse procedimento garante mais transparência e facilita a compreensão do salário líquido”, destacou.

Já o secretário adjunto de Pessoal da Sead, Guilherme Duarte, reforçou que a forma de recolhimento do imposto não mudou. “O Imposto de Renda continua sendo calculado e descontado mensalmente. O que mudou foram os critérios legais utilizados para definir o valor final”, afirmou.

A isenção ou redução do Imposto de Renda refere-se apenas à retenção mensal. Na declaração anual, o valor devido pode variar conforme o total de rendimentos e a existência de outras fontes de renda.

Atualização nos descontos previdenciários

Além das mudanças no Imposto de Renda, houve atualização na tabela de contribuição previdenciária, conforme a Portaria Interministerial MPS/MF nº 13, de 9 de janeiro de 2026, aplicável aos trabalhadores vinculados ao Regime Geral de Previdência Social (RGPS).

As faixas do RGPS foram reajustadas em 3,9%, acompanhando a inflação, e o salário mínimo nacional passou a ser de R$ 1.621,00. Em 2026, o teto de contribuição do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) é de R$ 8.475,55, com alíquotas progressivas definidas pela legislação federal.

Os servidores vinculados ao Regime Próprio de Previdência Social (RPPS) contribuem para o Fundo de Previdência Social ou para o Instituto de Previdência do Estado do Acre (Acreprevidência), conforme as normas estaduais. Essas contribuições influenciam o cálculo do Imposto de Renda, mas não alteram o direito à isenção ou à redução do imposto, quando previstas em lei.

Etapas do cálculo do Imposto de Renda

O cálculo do Imposto de Renda na folha de pagamento segue as seguintes etapas:

  • identificação da remuneração bruta tributável;

  • desconto da contribuição previdenciária (INSS ou RPPS/Acreprevidência);

  • desconto de valores legais permitidos em folha, como pensão alimentícia, quando houver;

  • definição da base de cálculo do imposto, considerando deduções legais, como dependentes (R$ 189,59 por dependente);

  • aplicação da tabela progressiva, com alíquotas de 7,5% a 27,5%;

  • desconto da dedução padrão mensal, no valor de R$ 908,73;

  • aplicação do redutor do Imposto de Renda, quando previsto:

    • até R$ 5.000,00: imposto zerado;

    • de R$ 5.000,01 a R$ 7.350,00: aplicação da fórmula
      R$ 978,62 – (0,133145 × renda mensal);

  • definição do valor final do imposto conforme a faixa de renda.

Os servidores podem realizar simulações por meio do simulador da Receita Federal. As informações detalhadas sobre os descontos estão disponíveis no contracheque, permitindo o acompanhamento de todas as etapas do cálculo.

O secretário de Administração, Paulo Roberto Correia, afirmou que as mudanças fortalecem a gestão da folha. “Com as alterações implementadas a partir de 2026, o governo do Acre consolida o compromisso com a transparência, a previsibilidade e a clareza na gestão da folha de pagamento dos servidores públicos estaduais”, declarou.

Por Redação Juruá em Tempo

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Pix tem instabilidade, fica fora do ar, e clientes reclamam nas redes

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dinheiro e pix parcelado

Luh Fiuza/Metrópoles @luhfiuzafotografia

O Pix está apresentado instabilidades nesta segunda-feira (19/1). Usuários nas redes sociais estão reclamando que o sistema está fora do ar e que não conseguem processar transações.

O Banco Central (BC), responsável pelo sistema, ainda não se pronunciou sobre o assunto.

De acordo com o site DownDetector, responsável por monitorar problemas em serviços digitais, a instabilidade começou por volta das 14h e mais de 7 mil reclamações já haviam sido registradas até às 14h52.

Entre os problemas identificados, segundo o site, 56% são referentes a transferências, 34% a pagamentos, e 11% sobre aplicativos.

Veja algumas reclamações nas redes sociais:

pix com bugue q ódio

— Bea da Tuf 🦁 (@beazinha91) January 19, 2026

O Pix caiu pic.twitter.com/fZLLfyuUUx

— Andrew Juan 📺 (@Andrew_juan89) January 19, 2026

mds eu querendo fazer a comprinha e o pix indisponível 🤡🤡🤡

— lili🦋 (@_laeishyla) January 19, 2026

Alguém da Sonserina faz um pix aí pra mim vê se essa droga voltou a funcionar no mundo dos trouxas. Chave: [email protected]

— Albus Dumbledore (@ProfessorDum) January 19, 2026

Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL

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