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Flávio Dino troca indicação de Edmar Camata após polêmica por apoio à Lava Jato

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Flávio Dino e Marivaldo Pereira durante os anúncios no CCBB
LUIZ CALCAGNO/ R7 BRASÍLIA

O futuro ministro da Justiça anunciou o policial rodoviário Antônio Fernando Oliveira como novo chefe da PRF para o próximo ano

O futuro ministro da Justiça, Flávio Dino (PSB), desistiu da indicação do delegado Edmar Camata para a chefia da Polícia Rodoviária Federal (PRF) por causa de apoios declarados dele à operação Lava Jato. Dino anunciou nesta quarta-feira (21) que o chefe da corporação será o policial rodoviário Antônio Fernando Oliveira.

Dino declarou que esse não era um critério determinante, mas que a indicação gerou polêmica e poderia trazer problemas futuros. Ele disse, ainda, que Camata tinha experiência técnica para ocupar o cargo, apesar dos posicionamentos.

Além de Antônio Fernando Oliveira, o futuro ministro anunciou a professora da Fundação Getulio Vargas e fundadora do núcleo de justiça racial da fundação, Marta Machado, para a Secretaria de Política Nacional Sobre Drogas. O secretário nacional de Segurança Pública será o deputado federal Tadeu Alencar (PSB). Já o deputado federal Elias Vaz (PSB) será o secretário nacional de Assuntos Legislativos.

O coronel Nivaldo César Restivo será secretário nacional de Políticas Penais. O setor substituirá o atual Departamento Penitenciário Nacional (Depen).

Leia mais: PEC do estouro prevê distribuição de orçamento secreto entre deputados e senadores

Marivaldo Pereira foi escolhido para a Secretaria Nacional de Acesso à Justiça. Ele indicou a economista Roseli Faria para a diretoria de Promoção de Direitos do setor e o advogado Jonata Galvão para o cargo de diretor de Acesso à Justiça e Mediação de Conflitos.

Indicações

Na última sexta-feira (16), Dino já havia indicado Ricardo Cappelli como secretário-executivo — o número 2 da pasta — e Diego Galdino como adjunto da secretaria-executiva — o número 3.

No encontro, o senador eleito também anunciou o nome de Marivaldo e informou que criará um grupo no ministério para discutir direitos digitais. Marivaldo foi escolhido para a Secretaria Nacional de Acesso à Justiça, em prol dos segmentos mais vulneráveis da população.

Veja, abaixo, outros nomes anunciados por Dino:

• Tamires Sampaio: coordenadora do Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania (Pronasci);

• Sheila de Carvalho: presidente do Comitê Nacional para os Refugiados (Conare) e assessora especial do ministro com ênfase em temas ligados ao combate de racismo; e

• Wadih Damous: secretário nacional do Consumidor.

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Dique da Vale se rompe entre Congonhas e Ouro Preto, em Minas Gerais

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Divulgação/Vale
Fachada de prédio da Vale

Um dique da mineradora Vale se rompeu neste domingo (25/1), entre as cidades de Congonhas e Ouro Preto, em Minas Gerais.

A água chegou a cerca de 1,5 m de altura, interrompeu a captação de água e paralisou as operações da Companhia Siderúrgica Nacional (CSN), que possui uma represa nas proximidades.

O rompimento acontece no dia em que a tragédia de Brumadinho, também em Minas Gerais, completou 7 anos.

Cerca de 200 trabalhadores que estavam no local, neste domingo, foram retirados em segurança.

Segundo informações, a represa da CSN estaria segurando a água proveniente do rompimento, evitando o agravamento da situação.

De acordo com a Vale, o ocorrido não tem qualquer relação com as barragens da empresa na região, que seguem sem alterações nas suas condições de estabilidade e segurança e monitoradas 24 horas por dia, 7 dias por semana.

“A Vale esclarece que, na madrugada deste domingo (25), houve extravasamento de água com sedimentos de uma cava da mina de Fábrica, em Ouro Preto (MG). O fluxo alcançou algumas áreas de uma empresa. Pessoas e a comunidade da região não foram afetadas. Como é praxe nessas situações, a Vale já comunicou os órgãos competentes e prioriza a proteção das pessoas, comunidades e meio ambiente. As causas do extravasamento de água estão sendo apuradas”, diz o texto.

Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL

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Gayer diz que após derrubada de veto da dosimetria, pauta será anistia

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VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.foto
Deputado federal Gustavo Gayer (PL-GO) participou da manifestação

O deputado federal, Gustavo Gayer (PL-GO), afirmou neste domingo (24/1), que a prioridade da oposição no Congresso Nacional será derrubar o veto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sobre o Projeto de Lei da Dosimetria, que prevê penas mais brandas para os acusados de tentativa de golpe de Estado no caso do dia 8 de janeiro.

De acordo com Gayer, a articulação para a derrubada do veto acontecerá já nas primeiras semanas de trabalho legislativo, que retorna em fevereiro.

“A anistia ela continuará sendo uma pauta. Agora, primeiro ponto, derrubar o vento da dosimetria. Logo agora no início das sessões, nós estamos trabalhando, articulando para que nas primeiras duas semanas a gente já consiga derrubar o veto”, disse durante a caminhada promovida pelo deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG).

Ele afirmou também que o movimento iniciado por Nikolas dá espaço não apenas para a anistia, mas para “todas as pautas que realmente importam pra população brasileira, que há muito tempo tem medo até de defender por ser perseguido”.

O deputado citou a liberdade de expressão, o fim da corrupção e o desejo por um sistema judiciário mais sério.

“Obviamente, as injustiças, os prisioneiros, [o ex-presidente Jair] Bolsonaro, continuam sendo a nossa prioridade”. afirmou.

Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL

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Nikolas inicia o último dia da caminhada pela liberdade

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BRENO ESAKI/METRÓPOLES @BrenoEsakiFoto
Imagem colorida mostra o deputado Nikolas Ferreira durante "caminhada pela liberdade" - Metrópoles

O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) iniciou, neste domingo (25/1), o último dia da mobilização intitulada “caminhada da liberdade”, que saiu do interior de Minas Gerais, na segunda-feira (19/1), em direção a Brasília (DF).

O ponto de partida foi o Park Way, a cerca de 20 km do destino final. No local, os apoiadores usavam trajes verde e amarelo e bandeiras do Brasil amarradas ao corpo.

Ambulantes também vendiam camisetas com mensagens de “Fora Lula”, “Acorda Brasil” e homenagens ao ex-mandatário e ao senador e pré candidato à Presidência Flávio Bolsonaro. Bandeiras brasileiras com união de Estados Unidos e Israel também eram comercializadas.

O grupo saiu por volta das 9h40 em direção à Praça do Cruzeiro, onde está prevista uma manifestação em prol do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e dos presos do 8 de Janeiro.

A mobilização contou, ao longo de seu percurso, com a presença de aliados políticos e apoiadores do ex-presidente.

Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL

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