Acre
Fazenda garante que servidor vai continuar recebendo dentro do mês trabalhado
Após pagar o salário de dezembro aos servidores públicos estaduais antes do Natal, o Governo do Estado segue com o pagamento da segunda parcela do 13º ao funcionalismo do Estado, previsto para ser concluído nesta sexta-feira, 28.
No próximo mês, o governo pretende divulgar o calendário de pagamento dos servidores para todo o ano de 2013.
De acordo com a Secretaria Estadual da Fazenda, o pagamento vai continuar acontecendo dentro do mês trabalhado.
“Este mês, os salários já foram todos pagos até o dia 24. Até esta sexta-feira será concluído o pagamento do 13º, ou seja, não houve risco nenhum de não-pagamento como chegou a se especular”, declarou o secretário estadual da fazenda, Mancio Lima Cordeiro.
O secretário afastou a possibilidade de novas mudanças no calendário de pagamento dos servidores como a que a aconteceu neste mês, quando o 13º foi pago depois do pagamento dos salários de dezembro.
De acordo com Mâncio Lima Cordeiro, a mudança foi feita porque “ao longo do ano muitos servidores pediram antecipação do 13º e para que eles não ficassem sem dinheiro agora no Natal, o governo preferiu pagar primeiro os salários, e depois o 13º para aqueles que ainda tinham valores a receber”.
Segundo o secretário, em 2012, o repasse de verbas federais para o Acre diminuiu em quase R$ 300 milhões.
A situação foi contornada com mudanças no planejamento financeiro do Estado, priorizando o pagamento dos servidores e os investimentos em setores essenciais para o funcionamento da máquina pública.
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Acre
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Acre
Acre fica fora do ranking dos 100 melhores hospitais públicos do SUS no Brasil
Levantamento nacional aponta desigualdade regional na saúde; apenas Pará e Amazonas representam a Região Norte na lista

Um levantamento nacional divulgado nesta semana revelou que o Acre está entre os sete estados brasileiros que não possuem hospitais classificados entre os 100 melhores do País no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS). Além do Acre, também ficaram fora do ranking Amapá, Rondônia e Roraima, na Região Norte, além de Alagoas, Mato Grosso e Paraíba, evidenciando a desigualdade regional na distribuição de unidades hospitalares de referência.
O estudo foi realizado pelo Instituto Brasileiro das Organizações Sociais de Saúde (Ibross), em parceria com a Organização Pan-Americana da Saúde (Opas), o Instituto Ética Saúde (IES), o Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) e o Conselho Nacional das Secretarias Municipais de Saúde (Conasems). A avaliação considerou hospitais federais, estaduais e municipais com gestão integral pelo SUS, com dados coletados entre agosto de 2024 e julho de 2025.
De acordo com o ranking, São Paulo lidera a lista nacional, concentrando 30% dos hospitais selecionados. Em seguida aparecem Goiás, com dez unidades, Pará e Santa Catarina, com sete cada, além de Pernambuco e Rio de Janeiro, com seis hospitais cada.
Na Região Norte, apenas os estados do Pará e do Amazonas conseguiram inserir unidades entre as 100 melhores, com sete e três hospitais, respectivamente. Os demais estados da região, incluindo o Acre, ficaram de fora da seleção. Ao todo, os hospitais avaliados estão distribuídos em 19 estados e no Distrito Federal, com forte concentração nas regiões Sudeste e Centro-Oeste.
Segundo o Ibross, os critérios utilizados na avaliação incluíram acreditação hospitalar, indicadores de mortalidade, taxa de ocupação, número de leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) e tempo médio de internação. A lista integra a primeira edição do Prêmio Melhores Hospitais Públicos do Brasil, que ainda irá selecionar os dez melhores hospitais públicos do País, com divulgação prevista para o mês de maio.
Ao comentar o resultado, o secretário de Estado de Saúde do Acre, Pedro Pascoal, afirmou que o levantamento reflete um problema histórico enfrentado pelo País, especialmente nas regiões mais distantes dos grandes centros urbanos. Segundo ele, a ausência de hospitais acreanos no ranking revela uma desigualdade estrutural acumulada ao longo de décadas. Ainda assim, destacou que o governo estadual tem adotado medidas para mudar esse cenário.
“O Acre tem desafios importantes, mas estamos trabalhando para fortalecer a rede pública de saúde, com investimentos, modernização das unidades, regionalização dos serviços e melhoria contínua da assistência. Nosso objetivo é garantir que a população do interior tenha acesso ao mesmo padrão de cuidado oferecido nos grandes centros”, afirmou o secretário.
Com informações de AC24horas
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Acre
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Foto: Sérgio Vale


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