Acre
Empresas têm 81% de chance de dar certo no Acre
O Acre, com 81,4%, tem a segunda maior taxa de sobrevivência de empresas da região Norte. Perde apenas para Rondônia (82,5). As informações são da pesquisa Demografia das Empresas 2014, divulgada na quarta-feira (14) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Os dados são referentes a 2014 e são retirados do Cadastro Central de Empresas (Cempre).
O estudo aponta o Estado fechou o ano com 8.050 empresas ativas, das quais 6.549 são sobreviventes do ano anterior. O Estado teve a entrada de 1.501 empresas e saída de 2.415, com taxas de 18,6% e 30,0%, respectivamente.
As regiões Norte, Centro-Oeste e Nordeste assinalaram as maiores taxas nas variáveis analisadas. Na Região Norte, a taxa de entrada foi de 19,3%, a taxa de saída 28,1% e a taxa de sobrevivência 80,7% (abaixo da média do país, que foi de 83,9%).
A região Centro-Oeste apresentou taxa de entrada de 17,6%, taxa de saída de 20,9% e taxa de sobrevivência de 82,4% (também abaixo da média nacional).
A região Nordeste apresentou taxa de entrada de 17,3%, taxa de sa- ída de 24,9% e taxa de sobrevivência de 82,7% (também abaixo da média nacional).
As regiões Sudeste e Sul, por outro lado, apresentaram as taxas de entrada e saída mais baixas (abaixo da média do país). As regiões Sudeste e Sul apresentaram as maiores taxas de sobrevivência, contudo as maiores taxas de entrada e saída foram observadas nas regiões Norte (19,3% e 28,1%), Nordeste (17,3% e 24,9%) e Centro-Oeste (17,6% e 20,9%), assim como as menores taxas de sobrevivência (80,7%, 82,7% e 82,4%, respectivamente).
As maiores taxas de entrada e sa- ída do mercado foram observadas nas unidades da federação das regi- ões Norte, Nordeste e Centro-Oeste, que apresentam baixos valores absolutos de unidades locais novas e extintas e também de unidades ativas, resultando em que pequenas variações ocasionem taxas elevadas de entrada e saída do mercado.
Empresas
Em todo o país, de cada dez empresas, seis não sobrevivem após cinco anos de atividade, segundo a pesquisa. Das 694,5 mil empresas abertas, em 2009, apenas 275 mil (39,6%) ainda estavam em funcionamento em 2014. Após o primeiro ano de funcionamento, mais de 157 mil (22,7%) fecharam as portas.
O estudo não investiga os motivos para o fechamento, diz a analista do IBGE Katia Medeiros Carvalho, mas aponta que a sobrevivência das empresas tem relação direta com o tamanho delas.
Empresas com mais empregados tendem a permanecer mais tempo no mercado, enquanto as de menor porte têm taxas de sobrevivência mais baixas.
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