Brasil
Empresário fundador da Folha de Rondônia é assassinado na Bolívia
Em 1999 fundou o jornal Folha de Rondônia, em Ji-Paraná, com a mesma estrutura gráfica e editorial dos grandes jornais da capital, com circulação diária e estadual. Também foi don

Pedro André de Souza foi ex-vereador em Ji-Paraná, mas não seguiu na carreira política preferindo continuar no ramos empresarial. Também foi dono de crostrutora e se consolidou como grande pecuarista em Vilhena. Foto: arquivo
O empresário e pecuarista Pedro André de Souza foi assassinado na noite de sábado (28), com vários tiros, enquanto dormia em sua fazendo na Bolívia. O crime é investigado pela polícia boliviana com suspeita que a execusão tenha sido por um funcionário. Grande destaque na pecuária rondoniense, Pedro estava residindo atualmente no país vizinho onde adquiriu grande área de terra e formou fazenda para expandir com a pecuária.
A tragedória em Rondônia começou logo na infância com trabalhos ambulantes e depois ingressou numa gráfica como ajudante, cresceu no ramo e se tornou dono da empresa que foi uma das maiores do interior de Rondônia.
Pedro André era empresário e foi fundador do Jornal Folha de Rondônia, em 1.999. Era dono de construtora, foi vereador em Ji-Paraná e tinha muitos desafetos. Vendeu o jornal para empresários da capital rondoniense e entrou na Justiça alegando que não recebeu o combinado.
Nos últimos anos se radicou em Vilhena, onde fez negócios. Na Bolívia era dono de uma fazenda.
Pedro André de Souza foi ex-vereador em Ji-Paraná, mas não seguiu na carreira política preferindo continuar no ramos empresarial. Em 1999 fundou o jornal Folha de Rondônia, em Ji-Paraná, com a mesma estrutura gráfica e editorial dos grandes jornais da capital, com circulação diária e estadual. Também foi dono de crostrutora e se consolidou como grande pecuarista em Vilhena.
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Região Norte captou 117,2 milhões de reais por meio da Lei Rouanet, em 2025
O ano de 2025 registrou mais um volume recorde de captação de recursos por meio da Lei Rouanet
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Preço da castanha oscila entre 900 e 1,2 mil bolivianos em Cobija; camponeses esperam alta com compra de empresários peruanos
Produtores rurais da Bolívia aguardam incremento na cotação com entrada de compradores do Peru; castanha é um dos principais produtos da economia regional

A alta esperada pode aquecer a economia local, mas também pressionar a cadeia de suprimentos e afetar os preços em países vizinhos como Brasil e Peru. Foto: captada
O preço da castanha no departamento de Pando, na Bolívia, está oscilando entre 900 e 1,2 mil bolivianos por carga, variando conforme a qualidade e a região de produção. Camponeses e extrativistas locais esperam que a cotação suba com a chegada de empresários compradores do Peru, que tradicionalmente adquirem o produto para processamento e exportação.
A castanha (também conhecida como castanha-do-brasil ou noz amazônica) é um dos principais produtos da economia pandina, especialmente para comunidades rurais e indígenas. A expectativa de incremento no preço movimenta o setor extrativista, que depende da safra para geração de renda.

Camponeses e seringueiros dependem da safra para renda; possível compra por empresários peruanos pode elevar cotação do produto. Foto: captada
A atividade tem forte ligação com a dinâmica fronteiriça entre Bolívia, Brasil e Peru, sendo comum o comércio transfronteiriço de castanha in natura e processada. A entrada de compradores peruanos pode aquecer o mercado local, mas também aumenta a competição por estoques, o que pode elevar os preços na região.
Veja vídeo reportagem com Kike Navala:
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PF pede ajuda da AGU contra decisão de Toffoli, mas não é atendida

A Polícia Federal (PF) buscou a ajuda da Advocacia-Geral da União (AGU) para apoio jurídico com o objetivo de questionar uma decisão do ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), que definiu nominalmente os peritos da corporação responsáveis pela análise das provas colhidas no caso Banco Master.
A AGU, no entanto, descartou apresentar qualquer recurso em nome da União e orientou a corporação a levar o questionamento diretamente ao Supremo, caso considere necessário. Fontes da AGU confirmaram ao Metrópoles o pedido de ajuda negado.
A decisão do magistrado está dentro da investigação que apura suspeitas de fraudes financeiras envolvendo o Banco Master, no âmbito da Operação Compliance Zero.
Toffoli autorizou quatro peritos da PF a terem acesso integral aos documentos e dados apreendidos, determinando ainda que eles contem com o acompanhamento da Procuradoria-Geral da República (PGR) durante os trabalhos periciais.
“Ressalto que os referidos peritos terão livre acesso ao material apreendido e deverão contar com o apoio da Procuradoria-Geral da República para acompanhamento dos trabalhos periciais”, escreveu Toffoli na decisão que causa incômodo dentro da PF.
Queda de braço
As provas recolhidas na segunda fase da operação também foram encaminhadas à PGR, responsável por acompanhar a extração dos dados.
Inicialmente, Toffoli havia determinado que todo o material ficasse lacrado e sob custódia do STF. Em seguida, reviu a decisão e transferiu a guarda para a PGR.
Somente em um terceiro momento autorizou o acesso direto dos peritos da PF, após a corporação alertar para possíveis prejuízos à apuração.
Toffoli reduz prazo para depoimentos
A mudança ocorreu após a PF informar limitações de pessoal e de salas disponíveis no STF.
Desde dezembro, o ministro tem cobrado publicamente o cumprimento dos prazos, chegando a mencionar “falta de empenho” da Polícia Federal. A corporação, por sua vez, atribui os atrasos a dificuldades operacionais. Para Toffoli, os depoimentos são fundamentais para o avanço da investigação e para a proteção do Sistema Financeiro Nacional.
O inquérito, que tramita sob sigilo no STF, apura suspeitas de fraudes envolvendo o banco controlado pelo empresário Daniel Vorcaro, um dos principais alvos da investigação.
A primeira fase da Operação Compliance Zero ocorreu em novembro e resultou em sete prisões. Vorcaro chegou a ser detido no Aeroporto Internacional de Guarulhos quando, segundo investigadores, tentava deixar o país em um avião particular com destino à Europa, mas foi solto dias depois por decisão judicial.
Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL


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