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Em carta, Correinha agradece Gladson após deixar presidência da FEM e faz breve balanço

Depois de deixar a presidência da Fundação Elias Mansour, o servidor público Manoel Pedro, o Correinha, escreveu uma carta agradecendo ao governador Gladson Cameli pelo apoio.
Correinha diz que comandar o setor “foi uma honra imensurável”. Ele também faz um breve balanço de sua gestão.
Filiado ao PSDB, Correinha assumiu o cargo no início do primeiro governo Gladson a partir de articulação política e pela experiência que tem no setor, onde é servidor efetivo há mais de 30 anos. Em seu lugar assumiu o professor Minoru Kinpara, também do PSDB.
Abaixo a carta de Correinha
Cuidar da cultura do nosso estado, especialmente da Fundação Elias Mansour da qual sou servidor de carreira há mais de 30 anos, foi uma honra imensurável para mim. E essa honra, no entanto, não consiste propriamente na natureza do cargo que exerci, mas na forma como tive autonomia, confiança e respeito por parte do governador Gladson Cameli para conduzir esse setor tão importante para o nosso povo.
Entre reinaugurações de espaços, aplicação de milhões de reais na aprovação de centenas de projetos de cultura, investimentos em capacitações, realização de dezenas de projetos que beneficiaram direta e indiretamente toda uma cadeia produtiva, nós viramos páginas e escrevemos outras páginas na cultura, mas sempre preservando e enaltecendo a história construída por quem nos antecede.
A cada um dos amigos, secretários, equipes e fazedores de cultura que tanto nos ajudaram e foram fundamentais nesse desafio, muito obrigado!
Minha gratidão ao governador Gladson Cameli por tudo já citado, mas, especialmente, pelo olhar sensível que teve para com a cultura na sua gestão.
Sigo à sua disposição para, assim como na FEM, dar o meu melhor na construção de um Acre mais justo e mais próspero para o nosso povo. Esse sempre foi o compromisso do nosso governo, e sei que assim continuará sendo pelos próximos 4 anos.
– Manoel Pedro de Souza Gomes (Correinha)
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Sessão solene na Câmara de Rio Branco destaca direito à moradia na Campanha da Fraternidade 2026
Por Tácio Júnior
Da assessoria
A Câmara Municipal de Rio Branco realizou, nesta segunda-feira (16), uma sessão solene em alusão à Campanha da Fraternidade 2026, que neste ano traz como tema “Fraternidade e Moradia”. A atividade foi proposta pelo vereador André Kamai e reuniu representantes da Igreja Católica, lideranças comunitárias e membros da sociedade civil para refletir sobre o direito à moradia digna e os desafios sociais relacionados ao tema.
Durante a sessão, Kamai destacou que a garantia da moradia é um direito fundamental e que não é possível falar em defesa da família sem assegurar condições mínimas de dignidade às pessoas. “A moradia é um direito fundamental. Não é possível falar em defesa da família se não garantimos o mínimo de dignidade, como alimentação e moradia digna. Uma família precisa de uma casa para morar, e é papel do poder público garantir esse direito”, afirmou.
O vereador também lembrou que políticas públicas de habitação já tiveram impacto importante na melhoria das condições de vida de muitas famílias acreanas. “Nos governos do presidente Lula e da presidenta Dilma tivemos investimentos importantes na habitação popular, que resultaram na Cidade do Povo e em outros conjuntos habitacionais que tiraram muitas pessoas de situações extremamente precárias”, ressaltou.
O reitor da Catedral de Rio Branco, padre Manoel de Jesus, destacou que o compromisso social é consequência direta da fé cristã. “A fé cristã se baseia em amar a Deus e amar o próximo. O compromisso social nasce justamente desse amor ao irmão e da luta pela dignidade do outro”, explicou.
Segundo o sacerdote, a moradia é um direito essencial que garante acesso a outros direitos básicos. “A moradia é como a porta de acesso aos demais direitos. Uma pessoa sem moradia acaba privada de muitas outras condições básicas de vida”, disse.
Para o padre Antônio Menezes, a espiritualidade cristã exige compromisso com os mais pobres e com a justiça social. “Quem diz que ama a Deus, mas não ama o seu irmão, é mentiroso. A espiritualidade verdadeira nos compromete com os mais pobres e nos leva a levantar a voz diante das injustiças”, afirmou.
Já a coordenadora da Campanha da Fraternidade 2026, Sônia Cabral, ressaltou que o debate sobre moradia também passa pela forma como os recursos públicos são distribuídos. “É preciso priorizar as políticas públicas de habitação, juntamente com saúde e educação, porque todos esses direitos fazem parte das condições básicas de moradia”, afirmou.
A sessão integrou as atividades de mobilização da Campanha da Fraternidade, que todos os anos propõe à sociedade brasileira reflexões sobre temas sociais à luz da fé cristã.




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