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Coronavírus: erros e acertos na hora de usar máscara

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Dicas de prevenção

Para ajudar a reduzir os riscos de contaminação por coronavírus, o Ministério da Saúde, nos últimos meses, passou a recomendar o uso de máscaras à população em geral. No Acre, com pouco mais de 1.700 casos confirmados, o uso é obrigatório em espaços públicos e privados, principalmente onde há atendimento ao público. Como se trata de um hábito novo, que geralmente se via o uso apenas por profissionais de saúde, muita gente ainda tem dúvida sobre como usar corretamente. Afinal, é mesmo necessário?

No Acre, com pouco mais de 1.700 casos confirmados, o uso da máscara é obrigatório em espaços públicos e privados Fotos: Odair Leal/Secom

Lavar frequentemente as mãos e proteger a boca e o nariz ao tossir, falar e espirrar são medidas que ajudam a evitar a propagação da doença. A máscara funciona como barreira: evita que pessoas doentes espalhem o vírus pelo ar, bem como pessoas saudáveis de serem contaminadas ao proteger o rosto. Podem ser de tecido, costuradas em casa ou descartáveis, o mais importante é que as pessoas façam o uso correto, pois com o manuseio inadequado, ao invés de diminuir, pode causar um efeito reverso e aumentar os riscos de contaminação.

Abaixo estão listadas as principais orientações feitas pelo Ministério da Saúde:

Não use máscaras largas

Para que a proteção seja efetiva, o ideal é que a máscara cubra do queixo ao nariz, sem que fique frouxa ou se mova pelo rosto. Por isso, na hora da escolha, atentem ao tamanho e se o elástico ficar frouxo, fazendo com que a máscara caia frequentemente sobre l nariz, dê pequenos nós no elástico ou dê pontos com linha no tamanho ideal.

Para que a proteção seja efetiva, o ideal é que a máscara cubra do queixo ao nariz, sem que fique frouxa ou se mova pelo rosto Fotos: Odair Leal/Secom

Lave bem as mãos antes e depois de tirar a máscara

Antes de colocar ou tirar a máscara, é necessário lavar bem as mãos ou se estiver na rua, usar álcool em gel para higieniza-las. As mãos podem contaminar o tecido ou o material descartável que estiver usando. Então é necessário atentar-se a esse cuidado.

Não encoste na máscara, apenas nos elásticos

Devemos evitar ao máximo tocar na parte da máscara que cobre a boca e o nariz, seja para adaptá-las ao rosto ou simplesmente colocá-las. A parte em que devemos manusear é pelo elástico, evitando o contato com o tecido. Sem ter álcool em gel ou sabão para higienizar as mãos por perto, o contato direto torna-se um risco eminente.

Não retire a máscara deixando-a no queixo ou no pescoço

Ao fazer uma pausa para comer ou beber as pessoas tem o péssimo hábito de colocar as máscaras no queixo ou abaixa-las até o pescoço. Ao fazer isso, o tecido entra em contato com outra parte da pele, que pode estar contaminada, levar o vírus de volta para o nariz ou a boca quando recoloca-la. O ideal é retirá-la completamente através do elástico.

Evite deixar a máscara sobre qualquer superfície

É claro que depois do uso, ou quando estiver na rua, em algum momento vai precisar tirar a máscara. Contudo, ao retirar não se deve largá-las em qualquer lugar, caso pretenda usá-las novamente. O recomendado é que sejam guardadas em um saquinho plástico limpo. Caso seja algo rápido, como já foi dito anteriormente, evite tocar no tecido, segure-a pelos elásticos.

Ao retirar não se deve largá-las em qualquer lugar, caso pretenda usá-las novamente. O recomendado é que sejam guardadas em um saquinho plástico limpo Fotos: Marcos Vicentti/Secom

Em caso de máscara de tecido, lavar imediatamente após o uso

Lave as máscaras com água potável, água sanitária e sabão. O ideal é que permaneçam imersas com água sanitária por até 30 minutos, depois de lavar com água e sabão, ainda vem o período de secagem em um local seguro. Após esse procedimento, é recomendado o uso do ferro de passar, a fim de esterilizar o material.

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Homem é morto a golpes de facão durante bebedeira na zona rural de Guajará (AM)

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Vítima morreu no local antes de receber socorro; motivação do crime ainda é desconhecida

Rômulo Silva da Costa, de 36 anos, foi morto na tarde desta segunda-feira (23) durante uma bebedeira na zona rural do município de Guajará, no interior do Amazonas.

Segundo informações preliminares, Rômulo — filho de um morador da comunidade Gama conhecido como “Surubim” — foi atingido por vários golpes de facão. Ele sofreu múltiplas perfurações, perdeu grande quantidade de sangue e morreu ainda no local, antes de qualquer atendimento médico.

Após o crime, o corpo foi removido e encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) de Cruzeiro do Sul, onde passou por exames periciais. Em seguida, foi liberado para os familiares realizarem o velório e sepultamento.

As circunstâncias e a motivação do homicídio ainda não foram esclarecidas. O caso está sob investigação das autoridades competentes.

Até o momento, não há confirmação sobre suspeitos identificados ou prisões relacionadas ao crime.

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Estatuto dos Cães e Gatos prevê penas para quem maltratar animais

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A proposta define regras sobre tutela responsável, proíbe práticas como abandono e mutilação e amplia punições para maus-tratos

A proposta define regras sobre tutela responsável, proíbe práticas como abandono e mutilação e amplia punições para maus-tratos. Foto: captada 

O projeto de lei (PL 6.191/2025), que institui o Estatuto dos Cães e Gatos, estabelece pena de seis meses a dez anos de reclusão para quem matar ou torturar cães ou gatos. O texto já foi aprovado por unanimidade na Comissão de Direitos Humanos (CDH) do Senado e está em análise na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ).

O estatuto, que foi elaborado com a participação de entidades de defesa dos animais e especialistas em direito animal, está estruturado em 12 capítulos e 60 artigos. A proposta define regras sobre tutela responsável, proíbe práticas como abandono e mutilação e amplia punições para maus-tratos.

Ao tratar da importância da proposta, nesta segunda-feira (23) o relator do PL, senador Paulo Paim (PT-RS), citou o episódio recente de violência contra um cão em Florianópolis (SC), que, segundo ele, gerou repercussão nacional e internacional. O senador questionou a influência de conteúdos violentos sobre jovens e defendeu resposta firme do Estado.

“O Estatuto dos Cães e Gatos é um passo fundamental para assegurar direitos essenciais a esses seres que dependem muito de nós. Enfatizo a importância de se estabelecer direitos fundamentais à vida, integridade, o bem-estar dos nossos amigos de quatro patas e, além disso, a obrigação dos Poderes sobre os mesmos”, disse.

Veja algumas propostas incluídas no texto:
  • Estabelece princípios, garantias, direitos e deveres voltados à proteção, bem-estar, saúde e convivência harmoniosa de cães e gatos com os seres humanos, nos âmbitos familiar e comunitário.
  • Estabelece um marco regulatório abrangente para o tratamento digno e responsável dos cães e gatos.
  • Proíbe abandono, agressões, mutilações estéticas, uso em rinhas, restrição injustificada de liberdade, uso em testes com sofrimento.
  • Proíbe confinamento inadequado, comercialização clandestina e negação de acesso à água e comida para animais em áreas comuns.
  • Traz o conceito de “animais comunitários”, que são cães e gatos em situação de rua com vínculos de dependência com a comunidade.
  • Prevê a “custódia responsável”, compromisso legal e ético de garantir o bem-estar do animal.
  • A adoção responsável exige que o adotante tenha mais de 18 anos, com condições adequadas e sem antecedentes por maus-tratos.
  • Adoções devem atender aos interesses do animal, principalmente em casos de trauma ou abandono.

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PRF: quase 44% das mortes nas estradas envolvem veículos de carga

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Os dados foram apresentados em evento na cidade de Aracaju (SE) no encerramento da operação

Os números mostraram ainda um aumento de 8,54% nos acidentes de trânsito graves durante os dias de folia. A  maioria das vítimas estava em automóveis e motocicletas. Foto: captada 

No balanço da Operação Rodovida, a Polícia Rodoviária Federal (PRF) informou, nesta segunda-feira (23), que das 1.172 mortes nas estradas federais brasileiras registradas nos últimos 66 dias, um total de 514 vítimas esteve em acidentes que envolveram veículos de carga. O número representou 43,93% do total.

Os acidentes com esse tipo de veículo totalizaram 3.149  casos. Eles representam 23,81% do total de sinistros nas estradas. Os dados foram apresentados em evento na cidade de Aracaju (SE) no encerramento da operação.

A Operação Rodovida começou em 18 de dezembro do ano passado e durou até o último domingo (22).

A corporação afirmou que, dentre esses acidentes com veículos de carga, as colisões frontais foram as que mais resultaram em mortes, com 288 no total (o maior número).

Mortes no carnaval

Durante o período carnavalesco, pelo menos 130 pessoas morreram nas estradas. Segundo a corporação, foi o carnaval mais violento da década.

Os números mostraram ainda um aumento de 8,54% nos acidentes de trânsito graves durante os dias de folia. A  maioria das vítimas estava em automóveis e motocicletas.

Alta velocidade

Durante toda a Operação Rodovida, ao menos 1,2 milhão de veículos dos mais diferentes tipos apresentaram excesso de velocidade. Outros números que trouxeram preocupação à corporação foram de  58,7 mil ultrapassagens irregulares e 11,1 mil motoristas embriagados ao volante.

Segundo a PRF, a proposta da operação foi de fazer a segurança nos períodos de maior movimentação nas estradas, o que incluiu as férias escolares e as operações Natal, Ano Novo e Carnaval.

Celular ao volante

Segundo ainda a corporação, foram flagrados também 9,6 mil condutores utilizando o celular enquanto dirigiam. Além disso, 54,5 mil pessoas não usaram o cinto de segurança ou a “cadeirinha” para crianças até quatro anos de idade.

Entre os ocupantes de motocicletas, 10,3 mil pessoas não usaram o capacete. Entre os motoristas profissionais (de ônibus ou caminhão, por exemplo), 17,1 mil não respeitaram a Lei do Descanso (que estabelece ao menos 11 horas de pausa em um dia).

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