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Com salários que ultrapassam R$ 3 mil, concurso do IBGE tem 162 vagas para três cidades do Acre; veja detalhes

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Inscrições começaram no dia 19 de novembro e vão até 11 de dezembro. Vagas são para Rio Branco, Cruzeiro do Sul e Tarauacá

IBGE: vagas para profissionais em todo o Brasil. Foto: Agência Brasil

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) abriu 162 vagas temporárias no Acre para atuar em área de pesquisas e supervisão. As oportunidades estão distribuídas entre a capital Rio Branco e as cidades de Cruzeiro do Sul e Tarauacá, ambas no interior do estado.

Os detalhes das vagas foram divulgados no Diário Oficial da União da última quarta-feira (19).

As inscrições iniciaram no último dia 19 de novembro, seguem até às 23h59 do dia 11 de dezembro e devem ser feitas através do site da banca organizadora, a Fundação Getúlio Vargas (FGV). A taxa de inscrição é de R$ 38,50.

Já as provas serão aplicadas em 22 de fevereiro de 2026 e o resultado final será divulgado entre março e abril do mesmo ano.

Segundo o edital, os aprovados serão contratados para a “realização de pesquisas de natureza estatística efetuadas pelo IBGE em todo o território nacional”.

O prazo de duração dos contratos será de um ano, prorrogável para até no máximo três anos. O recrutamento vai acontecer por meio de um Processo Seletivo Simplificado (PSS), que será amplamente divulgado.

A distribuição de vagas no Acre segue os critérios de ampla concorrência e cotas, no mesmo modelo aplicado nacionalmente.

A função ‘Agente de Pesquisas e Mapeamento’ atua com a coleta de informações, tem remuneração de R$ 2.676,24 e conta com 140 vagas, sendo:

  • Rio Branco: 111 vagas
  • Cruzeiro do Sul: 16 vagas
  • Tarauacá: 13 vagas

Já a função de Supervisão de Coleta e Qualidade tem remuneração de R$ 3.379,00 e conta com 22 vagas ao total, sendo:

  • Rio Branco: 18 vagas
  • Cruzeiro do Sul: 2 vagas
  • Tarauacá: 2 vagas

A prova objetiva valerá 60 pontos e vai cobrar conteúdos básicos de nível médio. Em língua portuguesa, cai interpretação de texto e regras de gramática.

Em raciocínio lógico e matemática, o candidato responde questões de porcentagem, proporcionalidade, análise de gráficos e problemas simples do dia a dia.

Também há conteúdos de ética no serviço público, baseados no Código de Ética do IBGE e na Lei 8.112.

O exame inclui ainda noções de geografia, como cartografia e aspectos físicos do Brasil, e informática básica, com uso do Windows, Word, Excel e PowerPoint, além de noções de segurança da informação.

Em todo o Brasil, são 9.590 vagas temporárias de nível médio. O instituto destaca que o processo seletivo é o “maior” da história.

Cronograma:
  • 19/11 a 11/12/2025 – Inscrições e pedidos de isenção
  • 12/12/2025 – Prazo final para pagamento da taxa
  • 18/12/2025 – Resultado preliminar dos pedidos de isenção
  • 19 a 22/12/2025 – Recursos sobre isenção
  • 02/01/2026 – Resultado final da isenção
  • 02 a 05/01/2026 – Pagamento da taxa (para quem teve isenção negada)
  • 13/01/2026 – Divulgação das inscrições preliminares (todas as modalidades)
  • 14 e 15/01/2026 – Recursos contra indeferimento de inscrição
  • 23/01/2026 – Resultado final das inscrições
  • 16/02/2026 – Divulgação do Cartão de Confirmação de Inscrição (CCI)
  • 22/02/2026 – Prova objetiva
  • 24/02/2026 – Gabarito preliminar
  • 25 e 26/02/2026 – Recursos contra questões e gabarito
  • 27/03/2026 – Respostas aos recursos e resultado definitivo da prova objetiva
  • 27/03/2026 – Convocação para verificação de cotas
  • 01 a 07/04/2026 – Realização das verificações
  • 14/04/2026 – Resultado preliminar das verificações
  • 15 e 16/04/2026 – Recursos
  • 30/04/2026 – Resultado definitivo das verificações e publicação

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Moraes volta a negar pedido de Malta para visitar Bolsonaro na prisão

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KEBEC NOGUEIRA/METRÓPOLES @kebecfotografo
Senador Magno Malta presta declarações à imprensa, de dentro do carro, após visitar o ex-presidente Jair Bolsonaro, condenado por tentativa de golpe de Estado Metrópoles

O ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes manteve a decisão de negar autorização de visita do senador Magno Malta (PL-ES) ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) na prisão. Segundo Moraes, não restam dúvidas de que ” houve tentativa de ingresso no estabelecimento prisional sem autorização judicial” por parte do senador, em 17 de janeiro.

Malta havia protocolado, nessa quarta-feira (25/2), um pedido de reconsideração ao ministro por decisão anterior e afirma que ela foi baseada em “premissa fática equivocada”. De acordo com ele, o próprio ofício da PMDF, juntado ao processo, registra que não houve ingresso em área de custódia, descumprimento de ordem, uso de força ou de prerrogativa parlamentar.

Na decisão, o ministro do STF citou que o indeferimento anterior baseou-se no ofício da PMDF que detalha a tentativa do senador de entrar no 19º Batalhão da Polícia Militar do Distrito Federal (19º BPM), conhecido como Papudinha, dois dias após Bolsonaro ter sido encaminhado ao local.

De acordo com os relatos dos policiais, Malta tentou ingressar no local e foi informado de que apenas membros da família previamente autorizados têm direito à visitação regular e que quaisquer outras visitas dependem de cadastro prévio e autorização judicial. Mesmo após a resposta, o senador afirmou querer fazer uma oração no local, o que também foi negado.

O embate entre os policiais e o senador durou cerca de 30 minutos, quando Malta teria manifestado ciência das cautelares e deixado o local. No entanto, posteriormente foi relatado que um veículo oficial do Senado Federal estava filmando o entorno das instalações.

“Em que pese as alegações do requerente, não restam dúvidas de que houve tentativa de ingresso no estabelecimento prisional sem autorização judicial e, mesmo depois de informado quanto ao correto procedimento para obtenção de autorização para ingresso, portou-se de maneira a colocar em risco a segurança institucional, por meio de parada de veículo em local impróprio com início de filmagem”, justifica Moraes na decisão.

Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL

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Cadela desaparecida reconhece tutor em delegacia após disputa por guarda. Veja vídeo

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A Polícia Civil concluiu na quarta-feira (25/2) o caso de uma disputa por uma cadela da raça shih tzu, a Endy, de oito anos, em Balneário Pinhal, no Rio Grande do Sul. O animal havia desaparecido em 15 de dezembro de 2025. Desde o sumiço, o tutor realizou buscas intensas na região.

Segundo a Polícia Civil, o homem recebeu a informação de que uma mulher, de 34 anos, estaria com a cadela e teria se apresentado como tutora do animal. Após a mulher recusar a devolução, o tutor registrou boletim de ocorrência.

Durante o cumprimento de um mandado de busca e apreensão, Endy foi localizada e encaminhada à delegacia. Segundo a delegada responsável pela investigação, Luana Medeiros, uma investigação foi instaurada para confirmar o vínculo do animal com o tutor.

O homem levou à unidade a caixa de transporte utilizada pela cadela desde filhote. Em um vídeo publicado pela corporação, ao ser solta no local, Endy foi imediatamente ao objeto e demonstrou reconhecimento e interação com o tutor.

À Polícia Civil, a mulher admitiu que não era a proprietária do animal. A cadela foi devolvida para o tutor.

No mesmo endereço da mulher, os policiais apreenderam outro cão da raça Shih Tzu, que apresentava sinais de problemas dermatológicos, incluindo sarna e suspeita de dermatite atópica. O animal recebeu atendimento veterinário inicial e permanece sob cuidados.

A mulher poderá responder pelos crimes de estelionato e maus-tratos. O caso segue sob responsabilidade da Polícia Civil.

Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL

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Contas públicas têm superávit de R$ 103,7 bilhões em janeiro

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BRENO ESAKI/METRÓPOLES @BrenoEsakiFoto
Fachada do Banco Central do Brasil

O setor público consolidado do Brasil teve superávit primário (o saldo entre receitas e despesas, sem o pagamento de juros da dívida pública) de R$ 103,7 bilhões em janeiro de 2026. A dívida bruta do país atingiu 78,7% do Produto Interno Bruto (PIB), mesmo patamar verificado no mês passado.

O resultado do primeiro mês deste ano é inferior ao registrado em janeiro de 2025, quando o superávit foi de R$ 104,1 bilhões. As estatais apresentaram déficit de R$ 4,9 bilhões.

É o que mostra o Boletim de Estatísticas Fiscais, divulgado pelo Banco Central (BC) nesta sexta-feira (27/2). Nessa quarta-feira (25/2), o Tesouro Nacional informou que as contas do governo central — Tesouro Nacional, Banco Central e Previdência Social — tiveram superávit primário de R$ 86,9 bilhões em janeiro de 2026.

Déficit é quando as despesas são maiores do que as receitas, superávit é quando acontece o contrário.

Em valores absolutos, a dívida atingiu em janeiro de 2026, R$ 10,1 trilhões. Os valores são resultado de impactos da incorporação resgates líquidos de dívida, da variação do PIB nominal, do efeito da valorização cambial e dos juros nominais apropriados.

Destaques do setor público

Em janeiro de 2026, o governo central (Tesouro Nacional, Previdência Social e Banco Central) e os governos regionais apresentaram superávits de R$ 87,3 bilhões e R$ 21,3 bilhões, respectivamente. Já as empresas estatais apresentaram déficit de R$ 4,9 bilhões.

Dívida bruta

A dívida bruta do governo geral (DBGG) atingiu 78,7% do PIB (R$ 10,1 trilhões) em janeiro de 2026, o que representa estabilidade no comparativo com o mês passado. A DBGG compreende o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) e os governos federal, estaduais e municipais.

A Dívida Líquida do Setor Público (DLSP) atingiu 65,0% do PIB (R$ 8,3 trilhões) em janeiro, com decréscimo de 0,3 ponto do PIB no período.

Segundo o BC, esse resultado refletiu os impactos do superávit primário, do efeito da variação do PIB nominal, dos demais ajustes da dívida externa líquida, da valorização cambial e dos juros nominais apropriados.

Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL

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