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Com forte atuação de Alan Rick, manutenção de profissionais formados no exterior no Mais Médicos está garantida

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Durante a tramitação da matéria, foi apresentado destaque para impedir que médicos formados em outros países e sem Revalida participassem do Programa.

A participação dos médicos brasileiros formados no exterior no Mais Médicos foi garantida com forte atuação do Senador Alan Rick (União-AC). O projeto de lei de conversão derivado da MP 1.165/2023, que retoma o Programa, foi aprovado, nesta terça-feira, 20, no Plenário do Senado Federal e vai à sanção presidencial.

Durante a tramitação da matéria, foi apresentado um destaque para retirar a possibilidade de contratação de profissionais sem registro nos Conselhos Regionais de Medicina (CRM). Caso fosse aprovado, os médicos que se formaram em outros países, mas ainda não revalidaram seus diplomas no Brasil e, consequentemente, não têm registro nos CRMs, não poderiam integrar o Programa.

A participação de profissionais com diplomas de universidades estrangeiras sempre foi permitida no Mais Médicos. “Já ficou comprovado que aqueles que se formam no exterior são competentes para atuar na atenção básica e que são eles que, de fato, atuam no Programa do início ao fim, ao contrário dos profissionais com registro no Brasil, que têm taxa de evasão de 70%, segundo dados do próprio Ministério da Saúde. Por isso, passamos os últimos dias conversando com colegas parlamentares, inclusive com o Presidente do Senado Rodrigo Pacheco, para sensibilizá-los sobre essa realidade”, explicou Alan Rick.

O texto aprovado permite que, ao final de quatro anos, prorrogue-se o contrato por mais quatro, desde que o médico tenha conseguido revalidar seu diploma no Brasil. Até então, era possível permanecer no Mais Médicos por oito anos, sem revalidação. Por outro lado, os revalidandos terão mais chances, uma vez que o Revalida passará a ser aplicado a cada quatro meses, ao invés de seis.

A prova de revalidação é composta por exame teórico e de habilidades clínicas. Quando o texto foi aprovado na Comissão Especial, o Senador Alan Rick trabalhou para que a atuação por quatro anos no Programa substituísse essa segunda etapa do certame. “A prova prática do Revalida é feita com atores e bonecos servindo de pacientes. Como é que isso pode ser melhor para comprovar as habilidades do médico do que quatro anos atendendo pessoas doentes de verdade nos postos de saúde desse Brasil?”, questionou o Senador. Essa dispensa foi retirada do projeto pela Câmara dos Deputados e confirmada pelo Senado. Assim, permanece a necessidade da prova de habilidades clínicas.

Os profissionais são supervisionados e avaliados ao longo do Programa, que também vai oferecer incentivos para que eles façam especialização e mestrado. “Ou seja, ele sai dali muito mais capacitado para atender em qualquer outro programa do Governo Federal, então nós também garantimos a qualidade do atendimento para a população mais pobre”, argumentou Alan Rick.

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Líder de facção criminosa é preso em operação policial no Bujari

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Foto: cedida

A Polícia Civil do Acre (PCAC), por meio da equipe de investigação da Delegacia Geral em Bujari, prendeu na manhã deste sábado, 5, V.S.G.S., de 26 anos, apontado como uma das principais lideranças de uma organização criminosa que atua no município. A prisão ocorreu durante uma operação que cumpriu mandados de busca e apreensão, além de mandado de prisão preventiva.

A ação integra uma investigação em curso que apura a atuação de grupos criminosos na região. V.S.G.S. é suspeito de envolvimento em diversos crimes, como tráfico de drogas, organização criminosa, ameaça, lesão corporal e homicídio. Segundo informações levantadas no decorrer das apurações, ele teria assumido a posição de comando da facção após a prisão das lideranças anteriores, passando a se autointitular como o “chefe” da organização em Bujari.

A autoridade policial responsável pelo caso destacou a importância da prisão para a tranquilidade dos moradores do município. “A retirada desse indivíduo de circulação representa um passo essencial na manutenção da ordem pública. Trata-se de uma figura que vinha impondo medo à comunidade e coordenando atividades ilícitas que comprometem a segurança local”, afirmou.

As investigações continuam em andamento e, segundo a Polícia Civil, outros integrantes do grupo criminoso já foram identificados e também poderão ser responsabilizados judicialmente.

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Vídeo: Condenado por abusar da sobrinha de 7 anos é preso pela Polícia Civil em Manaus

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A Polícia Civil do Acre (PCAC), por meio da Delegacia Especializada no Atendimento à Criança e ao Adolescente (DECAV), com o apoio da Delegacia Especializada em Proteção à Criança e ao Adolescente (DEPCA), da Polícia Civil do Amazonas, prendeu na última sexta-feira, 4, D.S.T., de 52 anos, condenado em última instância por abuso sexual contra a própria sobrinha, que tinha apenas sete anos na época dos crimes.

O condenado foi localizado enquanto trabalhava em uma academia de uma conhecida rede de franquias na cidade de Manaus. O caso teve início em 2021, após a mãe da vítima denunciar os abusos à polícia em Rio Branco (AC). Desde então, o acusado havia se mudado para o Amazonas, onde passou a viver e trabalhar, até ser descoberto pelas autoridades.

Com o processo já transitado em julgado, foi expedido um mandado de prisão no início de março deste ano. A partir disso, os investigadores da DECAV iniciaram diligências e conseguiram identificar o novo local de residência e trabalho do acusado, culminando em sua prisão.

O delegado, Cleylton Videira, responsável pela investigação na época dos fatos, destacou a importância da cooperação entre os estados. “Casos de violência sexual contra crianças exigem respostas firmes e coordenadas. Esta prisão demonstra que, mesmo com a tentativa de fuga e mudança de estado, a Justiça será feita. A PCAC não mede esforços para garantir a responsabilização de criminosos, especialmente quando envolvem vítimas tão vulneráveis”, destacou.

D.S.T., de 52 anos, foi encaminhado ao sistema prisional e está à disposição da Justiça para o cumprimento da pena.

 

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“Quadrilha do Pix” é solta com tornozeleiras eletrônicas; veja os nomes dos 13 acusados

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“Quadrilha do Pix” terá liberdade com monitoramento eletrônico após decisão judicial

Líderes do esquema, que extorquia idosos, tinham meta de R$ 200 mil por mês; Justiça impôs medidas rígidas

Os 13 integrantes da organização criminosa conhecida como “Quadrilha do Pix”, presos em uma operação conjunta do GAECO e BOPE, obtiveram liberdade provisória após audiência de custódia no Fórum Criminal, na tarde de quinta-feira (3). No entanto, a Justiça impôs medidas cautelares rígidas, incluindo o uso de tornozeleiras eletrônicas, proibição de contato entre os acusados e distância mínima de 200 metros entre eles.

Entre os soltos está Maxiana Bessa Carioca, uma das líderes do esquema, que havia deixado a delegacia um dia antes após pagar R$ 10 mil de fiança. Seu companheiro, Bruno Ricardo Pires Carioca, também apontado como chefe da quadrilha, foi liberado junto com os outros 11 acusados:

– Ana Kellry da Silva Vasco
– Bianca Oliveira da Silva
– Ricardo Pires Carioca
– Bruno Silva do Couto
– Dhemeson Valente da Silva
– Geovana Camurça do Nascimento
– Igor Silva de Souza
– Pedro Henrik da Rocha Ferreira
– Tais Simões Azevedo
– Tarsila do Nascimento Dias
– Thays Lopes de Lima
– Wellington Alves da Silva

Esquema milionário e alvo preferencial: idosos

Segundo investigações do GAECO, a quadrilha operava com metas diárias de R$ 10 mil por integrante, totalizando R$ 200 mil mensais. As principais vítimas eram idosos e pessoas com pouco conhecimento sobre transações financeiras, enganadas por golpes envolvendo o Pix.

O juiz da Vara das Garantias alertou que qualquer descumprimento das regras pode resultar na revogação da liberdade e na decretação de prisão preventiva. Enquanto isso, as investigações continuam para apurar a extensão dos crimes e possíveis novos envolvidos.

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