Esses resultados refletem um compromisso coletivo em proteger o meio ambiente e garantir qualidade de vida à população. A integração entre instituições, tecnologia, reforço operacional e ações preventivas demonstra que o enfrentamento ao fogo exige estratégia, união e responsabilidade. Seguimos firmes nesse propósito, reduzindo os impactos das queimadas e construindo um futuro mais sustentável para todos.
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Com 3,5 milhões de cabeças de gado, rebanho de bovinos no Acre tem crescimento de 21% em dois anos
O reconhecimento ocorreu por meio da assinatura de uma instrução normativa pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) em agosto deste ano.

Com 3,5 milhões de cabeças de gado, rebanho de bovinos no AC tem crescimento de 21% em dois anos, diz IBGE — Foto: Reprodução
Por Alcinete Gadelha
O rebanho bovino do Acre cresceu 21% nos últimos dois anos.
Com esse crescimento o estado chegou a 3,5 milhões de cabeças de gado. Os dados foram divulgadas na Pesquisa da Pecuária Municipal (PPM), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) na última semana.
O alta é 6,2% em relação a 2019. Já no acumulado dos últimos dois anos, em comparação a 2017, essa elevação chegou a 21%.
As cidades do estado que registraram o maior número do rebanho bovino; foram Rio Branco 474 mil animais; Sena Madureira fechou 2019 com 388 cabeças e Senador Guiomard, com 366 mil bovinos.
Após mais de 15 anos de se tornar livre da aftosa, o Acre alcançou o status sanitário de livre da doença sem vacinação. O reconhecimento ocorreu por meio da assinatura de uma instrução normativa pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) em agosto deste ano.
Com o rebanho de bovinos, ao longo do ano, o estado chega a movimentar R$ 1,5 bilhão e com o novo status, o agronegócio abre novas portas e pode alcançar mercados mais exigentes e que pagam mais.
Suínos
Seguindo esta onda do crescimento, a criação de suínos também teve alta, de acordo com os dados do IBGE o aumento foi de 5% em 2019 em relação ao ano anterior e contabilizou 149 mil cabeças.
O Município de Feijó contabilizou 28,6 mil de suínos e ficou em primeiro lugar no ranking estadual da suinocultura, seguido por Tarauacá, com 18 mil cabeças, e Epitaciolândia, com 16,6 mil animais.
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Acre avança no enfrentamento ao fogo com redução de 77,75% dos focos de calor
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Rio Branco concentra quase 90% dos casos de aids do Acre e lidera taxa de detecção entre capitais
Dados do Ministério da Saúde apontam avanço da doença e aumento da mortalidade no estado na última década
Rio Branco concentrou a maior parte dos casos de aids registrados no Acre em 2024 e aparece entre as capitais brasileiras com as maiores taxas de detecção da doença. De acordo com dados do Ministério da Saúde, divulgados em dezembro de 2025, a capital acreana contabilizou 114 casos no período, com taxa de detecção de 29,4 casos por 100 mil habitantes, índice bem acima da média estadual.
No mesmo ano, o Acre registrou 129 notificações de aids, o que significa que quase 90% dos casos ocorreram em Rio Branco, evidenciando a centralização da epidemia na capital. Em 2025, o número total de registros no estado caiu para 83 casos, indicando uma redução no volume absoluto, embora os desafios no controle da doença permaneçam.
Os dados também revelam um cenário preocupante em relação à mortalidade. Entre 2014 e 2024, enquanto o Brasil apresentou uma queda de 37% na taxa padronizada de mortalidade por aids, o Acre registrou aumento de 34,8%, figurando entre as quatro unidades da federação com crescimento desse indicador.
Outro ponto de alerta é o avanço da taxa de detecção no estado. Em uma década, o Acre teve aumento de 65,9%, um dos maiores do país. Em 2024, a taxa estadual foi de 14,6 casos por 100 mil habitantes, enquanto Rio Branco apresentou índice praticamente duas vezes maior, reforçando o papel da capital como principal foco da doença no estado.
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Prefeitura de Brasiléia analisa projeto de regularização fundiária do Bairro Nazaré
Reunião tratou do avanço do REURB, que garante segurança jurídica a centenas de moradores do núcleo urbano informal
A Prefeitura de Brasiléia realizou, na última quarta-feira (21), um encontro técnico na sede do setor de Tributação, Arrecadação e Fiscalização do município para análise do projeto de Regularização Fundiária Urbana (REURB) do núcleo urbano informal do Bairro Nazaré.
Durante a reunião, foi destacada a importância do avanço no processo de regularização fundiária da área, considerada essencial para garantir segurança jurídica aos moradores e demais envolvidos, além de promover a organização urbana e o acesso a direitos básicos.
Participaram do encontro o gerente de Tributação, Arrecadação e Fiscalização do município, Luciano Augusto; a secretária municipal de Meio Ambiente, Liane Chaves; o economista da Secretaria de Planejamento, Nevisson Tavares; a secretária municipal de Assistência Social, Suly Guimarães; o consultor em Engenharia Civil, Anselmo Ricardo; o representante da Secretaria Municipal de Obras, Jefferson Luis Araújo; a consultora em Arquitetura, Leovânia Moraes; e Felipe Braga, da empresa Braga Consultoria e Serviços LTDA.
Apesar da relevância da iniciativa, a ação teve pouca divulgação institucional, mesmo beneficiando centenas de moradores com a regularização definitiva do bairro, que teve origem a partir de uma ocupação irregular e agora caminha para a legalização fundiária.








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